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30 de jun de 2016

[LIVROS] RESENHA - MR. MERCEDES


Nas frigidas madrugadas, em uma angustiante cidade do Centro-Oeste, centenas de pessoas desempregadas estão na fila para uma vaga numa feira de empregos. Sem qualquer aviso um motorista solitário irrompe no meio da multidão em um Mercedes roubado, atropelando os inocentes, dando ré e voltando a atropelá-los. Oito pessoas são mortas, quinze feridos. Em outra parte da cidade, meses mais tarde, um policial aposentado chamado Bill Hodges é ainda assombrado por um crime sem solução. Quando ele recebe uma carta enlouquecida de alguém que se auto-identifica como privilegiado e ameaça um ataque ainda mais diabólico, Hodges acorda de sua deprimente e vaga aposentadoria, empenhado em evitar outra tragédia. Brady Hartfield vive com sua mãe alcoólatra na casa onde ele nasceu. Ele adorou a sensação de morte sob as rodas da Mercedes, e ele quer aquela corrida de novo. Apenas Bill Hodges, com um par de aliados altamente improváveis, pode prender o assassino antes que ele ataque novamente. E eles não têm tempo a perder, porque na próxima missão de Brady, se for bem sucedido, vai matar ou mutilar milhares. Mr. Mercedes é uma guerra entre o bem e o mau, do mestre do suspense, cuja visão sobre a mente deste obcecado assassino insano é arrepiante e inesquecível. (Via: Skoob)

Há muito tempo eu não lia algo de suspense. Há muito tempo não lia algo, principalmente, de Stephen King. Talvez tenha sido isso que me fez ter uma vontade absurda de ler Mr. Mercedes. Ou a capa maravilhosa de um guarda chuva azul e gotas de sangue caindo sobre ele.  Ou, no final, foi a mistura de tudo isso. Independente do que me chamou a atenção inicialmente...Eu sou grata, pois cada segundo dessa leitura valeu a pena.

Existem alguns livros que, por mais que você tente (e você tenta!), largar é absolutamente impossível. É aquele jogo de palavras,  capítulos que te deixam sedentos pelos próximos e você sente que só conseguirá parar a leitura quando chegar na última página. Mr. Mercedes é um desses livros. Stephen brinca como poucos com as palavras e sua narrativa é eficaz para prender o leitor.

Em Mr. Mercedes, o primeiro livro da trilogia de Bill Hodges, temos Brady Hartsfield que no dia 9 de março de 2009 decide roubar um Mercedes e atropelar um grupo de pessoas que madrugavam numa fila em busca de emprego. O Assassino do Mercedes foi um dos poucos casos que Bill Hodges não conseguiu solucionar antes de se aposentar da polícia.

Agora Bill vive sozinho, aposentado, assistindo televisão e pensando em cometer suicídio. Até que uma carta assinada pelo Assassino do Mercedes, provocando o outrora detetive, dá um novo ânimo para que ele comece a investigar o caso por conta própria e descobrir de uma vez por todas quem é, de fato, esse assassino.

Nosso narrador onisciente passeia pelas inseguranças do detetive, bem como pela mente maluca com objetivos insanos de Brady. Os dois personagens são foco na obra, que alterna entre os dois em seus capítulos, e nos leva a uma pequena viagem na natureza humana.

Os personagens são tão reais, tão bem retratados, que são quase palpáveis. Embora a obra seja focada no jogo de gato e rato entre Hogdes e Brady, os outros personagens desempenham papel fundamental na obra, de ambos os lados do jogo. Entrar na mente de Brady, entender sua vida e como ele cresceu é assustador, na mesma proporção que é assustador entender que a mente psicótica dele é algo sem limites. Os personagens secundários da obra acabam sendo de vital importância no desenvolvimento da mesma e isso foi algo que me deixou bastante atraída no decorrer da leitura (gosto quando os personagens secundários são bem desenvolvidos e não esquecidos durante a obra toda).

A obra chama a atenção mais pela sua atmosfera realista. Se vocês lembram (e sei que vocês lembram!), Stephen é autor de obras onde uma menina que pode matar pessoas com o poder da mente e ligações telefônicas que podem fazer as pessoas virarem "zumbis". Este não é caso, aqui temos um vilão humano, que mata pessoas por quaisquer que sejam suas razões, sem nenhum elemento sobrenatural por trás.

Mas, quando paramos para pensar, não é isso que vem assombrando a humanidade recentemente? A própria figura humana? Me lembro quando assisti “The Bad Seed” (A Tara Maldita, no Brasil), será que algumas pessoas nascem más, ou seja, tem dentro de si a semente do mal como a pequena Rhoda, ou se tornam más baseadas nas suas vivências e experiências durante o seu crescimento? O Assassino do Mercedes é, como já disse, um vilão humano e no decorrer da obra somos convidados a tentar entender o que o levou a ser assim. Não é um passeio fácil, enquanto o narrador disseca a mente de uma pessoa corroída pela loucura, onde até matar o presidente dos Estados Unidos é algo rotineiro, você precisa estar preparado para sair de sua zona de conforto para analisar a situação das mais diferentes perspectivas.

A parte digital e tecnológica é fundamental e peça chave durante a obra inteira. O que te faz pensar muito em todos os lados negativos da tecnologia (perdoem, eu sou uma pessoa pessimista as vezes) e é realmente um choque quando jogam dessa forma, literalmente na nossa cara, o quanto somos vulneráveis na era das mídias digitais, computadores e chaves eletrônicas.

Como um todo, a obra é maravilhosa e você entende cada item presente na capa (e que capa, meus amigos!) durante a obra. Como critica deixo aqui que existem termos em inglês no livro e não existe tradução dos mesmos em notas de rodapé ou qualquer outro lugar, ou seja, se você não sabe inglês pode ficar um pouco perdido em alguns elementos, mas nada que vá prejudicar a leitura.

E, com toda a certeza, eu mal posso esperar pela continuação. O que nos aguarda em “Achados e Perdidos”, segundo livro da sequência? Eu mal posso esperar para descobrir.

Livro cedido pela editora para resenha.

Título: Mr. Mercedes
Autor: Stephen King
Editora: Suma das Letras
Páginas: 393
Ano: 2016
Onde Comprar: Compare preços

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27 de jun de 2016

[LIVROS] RESENHA - O CÃO DOS BASKERVILLE


Uma história de horror ambientada nas fantásticas paisagens da Inglaterra. O caso mais assustador do imbatível Sherlock Holmes. Considerado um marco do romance policial, O CÃO DOS BASKERVILLE arrebata o leitor com um clima de ameaça constante, estranhas pistas e inúmeros suspeitos!
Como já mencionei outras vezes, Sherlock Holmes, era e ainda é, um dos meus personagens literários favoritos. Até o momento, após ler 6 obras literárias envolvendo o mesmo, não tive nenhuma decepção. Claro que existem aqueles contos e romances que eu gostei mais, contudo, Arthur Conan Doyle, foi o primeiro autor a conseguir me prender do começo ao fim a um história e não me decepcionar com suas continuações. 

‘O Cão dos Baskerville’ de longe, é a história com mais suspense, que eu li até o momento, envolvendo o detetive Sherlock Holmes e seu fiel companheiro, John Watson. Ela retrata um trágica sucessão de mortes na família Baskerville, em certos momentos envolvendo um cão grande, de proporções descomunais, com olhos demoníacos e fome insaciável.

Contudo, como bem sabemos, Sherlock é um homem racional, que não veria nisso algo sobrenatural, mas sim uma mente ardilosa e digna de ser desafiada. Com isso, se inicia a corrida contra o tempo e a luta para salvar um dos poucos herdeiros sobreviventes dessa família tão castigada com a morte.

Mas será que seria mesmo algo tão fácil de se resolver? Será que Holmes, não estaria enganado e realmente, esse caso não poderia ser explicado usando a razão?

Bem, como mencionei antes, esse caso se destaca dos outros que já li, pelo motivo te der muito mais suspense que os outros. Além disso, o Drº Watson, recebeu bem mais destaque nesse livro, deixando de ser apenas o ajudante, para também ser o executor de muitas ações relacionadas com a solução do caso. Como também pude notar, que apesar de sempre viver à sombra da inteligência descomunal de Holmes, Watson também tinha sua necessidade de ser reconhecido. Arthur Conan Doyle conseguiu, se possível, aprofundar, ainda mais a amizade desses dois personagens de personalidades tão distintas, e ainda assim, deixar claro as suas diferentes maneiras de pensar.

Mais uma vez, Conan Doyle, conseguiu fazer com que eu pensasse em diversos tipos de soluções, em diversos culpados, em diversos inocentes, e ainda assim, me surpreendeu, ao no fim do livro, revelar todo a trama. Sem deixar nenhum nó solto. 

Enfim, Sherlock Holmes e seus casos sempre me fascinaram, e esse não foi diferente. Recomendo demais a leitura! 

“- Bem, é bastante óbvio.
- O mundo está cheio de coisas óbvias que ninguém jamais observa...” – Página 44



Título: O Cão dos Baskerville
Autor: Arthur Conan Doyle
Editora: Zahar 
Páginas: 264
Ano: 2013
Onde Comprar: Saraiva








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[LIVROS] RESENHA – NO SEU OLHAR





Filha de imigrantes mexicanos, Maria Sanchez é uma advogada inteligente, bonita e bem sucedida que aprendeu cedo o valor do trabalho duro e de uma rotina regrada. Porém um trauma a faz questionar tudo em que acreditava e voltar para sua cidade natal, a pequena Wilmington.

A cidade também é o lugar que Colin Hancock escolheu para se dar uma segunda chance. Apesar de jovem, ele sofreu mais violência e abandono do que a maioria das pessoas. Também cometeu sua parcela de erros e magoou mais gente do que gostaria. Agora está determinado a mudar de vida, torna-se professor e dar às crianças o carinho e a atenção que ele próprio não teve.

Colin e Maria não foram feitos um para o outro, mas um encontro casual durante uma tempestade mudará o rumo de suas historias. Ao confrontar as diferenças entre os dois, eles questionarão as próprias convicções. E ao enxergar além das aparências, redescobrirão a capacidade de amar.

Porém, nessa frágil buscar por um recomeço, o relacionamento deles é ameaçado por uma serie de incidentes suspeitos que reaviva antigos sofrimentos. E quando um perigo real começa a se impor, Colin e Maria precisam lutar para que o amor sobreviva.



Bom, a primeira frase que me vem à cabeça para descrever esse livro é: ele é foda! E por alguns motivos que irei começar descrever aqui. Então, irei começar a falar primeiro sobre os personagens, que eu queria muito que existissem na minha vida, para abraçar cada um.

Mas meu amor maior é o nosso casal: Maria e Colin. Ela, descendente de mexicanos, nasceu e cresceu nos EUA, quando criança falando espanhol até ir para escola. Apesar das dificuldades, conseguiu se virar e se tornar uma pessoa que deu valor a tudo que os pais proporcionaram, já que eles tiveram um típico caso de imigrantes que fizeram sucesso na cidade que se estabeleceram ao abrir um restaurante de comidas típicas mexicanas. Ela foi criada cercada de amor, e junto com a irmã 7 anos mais nova, conseguiu também vencer na vida. E ao começar no seu primeiro emprego, na promotoria, sofre um abalo em um caso especifico em que todas as provas residiam contra o agressor, e ainda assim a justiça foi a seu favor, não da vitima, resultando na morte da última, com suicídio seguido do agressor. Isto levou sérios problemas à Maria, pois ela foi uma das responsáveis para trabalhar no caso, e acabou não conseguindo ajudar por não ter todo esse poder. Já o Colin sofre desde criança: um filho por acidente em uma família já “completa e perfeita” foi diagnosticado com TDHA (déficit de atenção e hiperatividade), o que resultou em ele não conseguir focar atenção e acabar se tornando violento, levando os pais a tentarem coloca-lo em diversos colégios, incluindo militar, levando o mesmo a ter um exemplo de professor durante um curto período, que o entendia e conseguiu ajuda-lo a focar. E isso levou a uma decisão futura de usar toda a energia e raiva em lutas, enquanto ele conseguia ir para faculdade, um pouco tardiamente, com um sonho de ser professor e seguir o exemplo que ele teve quando adolescente. Esse foco e completa mudança, veio depois de muito tomar porrada da vida, e se meter em confusões insanas, resultando em um acordo, que graças ao pai, se ele ficasse 5 anos sem se meter em brigas e ir para cadeia, a ficha dele seria totalmente limpa. E com a ajuda de um grande amigo de infância, e da noiva do mesmo, ele tenta se reerguer e tornar sua vida normal ao trabalhar e ir para faculdade se formar, para realizar o sonho de ensinar crianças.

Eles dois são diferentes em personalidades, com vidas de certa forma também diferentes, mas com uma única coisa em comum: a luta para mudar, deixar o passado quieto, focar para não repetir os mesmos erros. O problema? Esse mesmo passado não quer os deixar. Depois de se conhecerem da maneira mais improvável e louca: o Colin, todo machucado depois de uma luta, ajuda a Maria a trocar o pneu em uma chuva torrencial. Imaginem o susto da pobre. E, graças à intervenção da Selena que é colega de classe na faculdade do Colin, eles dois acabam se conhecendo melhor, e um tempinho depois, um relacionamento se inicia.

Só que a paz não dura muito: o passado da Maria ressurge, em forma de ameaças, como aconteceu logo após o caso que ela trabalhou terminar em tragédia, e ela também ter sido ameaçada na época. Foi o que levou ela a voltar para a cidade natal, morar perto dos pais e arranjar um novo emprego, onde ela é constantemente assediada por um dos chefes. A vida dela não é boa! Tadinha da Maria, fiquei o livro todo agoniada querendo ajudar sem poder. E isso faz surgir outro problema: o Colin quer ajudar e tudo que é jeito e proteger tanto a namorada quanto a família dela, certo? Só que, ele tem muito medo de deixar a raiva tomar o controle, e ele acabar machucando alguém que não merece ao tentar resolver o problema. O que quase aconteceu, ele perdeu o controle em um bar, que ele estava com os dois melhores amigos e a Maria, ao perceber que o mesmo perseguidor de 2 anos atrás, do antigo caso, voltou a assombrar a Maria, e ninguém conseguiu reconhece-lo.

E a Maria verdadeiramente se assustou. Ela viu o lado negro dele, e resolveu dar um tempo, enquanto tentava por ordem na própria vida, resolvendo o problema das ameaças e perseguições (sem sucesso), além de tentar descobrir como de fato funciona o relacionamento dela e do Colin, e os próprios sentimentos. Enfim, o resultado é que: o Colin continuou ajudando sem ela saber e juntando as peças, e ela acabou sendo atacada, não fisicamente, mas o apartamento dela foi quase todo destruído, como um aviso e sempre com a mensagem “Você vai saber qual é a sensação.”. Eu já estava desconfiada de quem seria o tal perseguidor, e só confirmaram tudo numa cena do livro. E por causa dessa invasão no apartamento, o nosso casal acaba voltando.

E as maiores sensações desse livro foram de medo pela Maria, pela família dela, que quase toda já mora nos EUA, resolvendo ir pra casa do irmão para protege-la e ajudar a pobre, enquanto ela tem o apoio também dos amigos do Colin, que viraram amigos dela. De amor por esse casal maravilhoso: por mais que eles sejam diferentes, eles se completam e é apenas lindeza. Ah, o Colin tem uma sabedoria, tipo, apenas maravilhosa. E ele não mede papas na língua, mas ao mesmo tempo ele consegue falar de uma forma que não te ofenda. Ele é um fofo maravilhoso, de alma iluminada.

O outro grande sentimento é de proteção com a Maria, mesmo ela não precise de proteção. Ela tem uma força louca, além de sempre ter feito esportes e já adulta, stand-up paddle, ela, claro, ficou aterrorizada com as mensagens, o perseguidor, quase enlouquece querendo acabar com tudo isso. Mas ainda assim, ela não se deixou levar o suficiente. Ela chegou num ponto de dizer “Perai, chega, eu vou lutar contra isso e vou descobrir que diabo estava acontecendo.” E foi. Ajudou o Colin, foi atrás, brigou, lutou, fez pra acontecer.

E assim, eu venho percebendo nos últimos livros do Sparks que ele tem feito muitas mulheres fortes, que de alguma maneira conseguiram escapar de abusos sérios e estão ai, de cabeça erguida tentando reconstruir a vida, e conseguindo. E não dependem de ninguém pra isso. Eu me senti representada, sabe. E amo isso nos livros dele. E às vezes, você pode estar numa crise e não ver mais sentido em querer lutar, e então surge aquela pessoa que te diz “Desiste não! Vai, levanta, eu estou aqui pra te segurar quando o peso for demais”. O Colin e a Maria acharam isso no outro, a força de querer acabar de vez com os pesadelos e querer lutar.

Outros personagens maravilhosos: os amigos do Colin: o Evan e a Lily. Os dois são outro tipo meio imprevisível de casal, ele é aquele tipico cara extremamente inteligente e engomadinho, ela é quase uma miss, e ainda assim eles dois deram tão certo que é fofo, lindo e maravilhoso ver os dois interagindo com o Colin e a Maria. É uma situação digna de amor. Já o delegado que ficou responsavel por observar o Colin e "não deixar" o mesmo sair da linha: odiei até meados da metade do livro. Depois ele ficou legal. 


E para terminar, os meus sentimos depois de terminar esse livro: amor, tensão, mais amor, loucura, cenas fofas, hilário e amor. Entrou para o meu top 5 e ficou no top 1 dos meus livros preferidos dele, junto com Um Porto Seguro e O Resgate. O livro foi tão bom, que terminei em 3 dias, não consegui parar de jeito nenhum. Sorte que quando chegou aqui em casa, eu ainda estava de férias. Pude degustar o livro. 



Título: No seu Olhar
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Páginas: 432
Ano: 2016
Onde Comprar: Amazon
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[REVIEW] PRETTY LITTLE LIARS - S07E01: TICK-TOCK, BITCHES


O que vimos nesse início de temporada, infelizmente, não foi o que queríamos, isto é, não descobrimos ainda o que aconteceu com Hanna de fato, após a cena desta sendo arrastada na season finale

Acontece que tivemos um joguinho da nova A que pode ser a irmã de Jessica, como querem nos fazer acreditar com todas as pistas e conversas apresentadas até agora. Entretanto, lembremos que não sabemos ao certo se Hanna foi sequestrada pela tia e marido de Alison. O que sabemos com certeza, é o fato de que Alison foi colocada em um manicômio como vingança pela morte de Charlotte, uma vez que ambos acreditam ter sido ela a responsável. 


Mas como era de se esperar, todos chegam à precipitada conclusão de que, na verdade, não interessa quem realmente está mantendo Hanna presa, mas que Alison deve ter matado Charlotte, já que Emily encontra um casaco vermelho avistado por Aria e Ezra na noite do crime. Além disso, temos uma confissão de Alison à base de calmantes e todo o tipo de droga que seu maridinho a fez tomar, então desculpe, mas nada muito válido aí. Ainda assim, o plano segue em frente e por pouco, já que parece que ninguém deixa sua vida de lado ou tem um surto de nervosismo na tentativa de resolver a questão, que é o que aconteceria comigo, pessoalmente, caso fosse minha amiga a sequestrada. Ninguém surtou, com exceção de... Caleb.

Caleb se comportou de tal maneira que acreditei por alguns minutos que ele ainda era namorado de Hanna. Estava mesmo pensando o quão lindo era seu amor, e então caiu a ficha. Sim, a não-superação é tamanha que ele entregou o casaco ou “prova do crime”, como insistiram em chamar no episódio, ainda que seja uma prova muito superficial, sem nem mesmo consultar o restante do pessoal. 


Ademais, não tivemos grandes novidades, a não ser algumas cenas de Hanna sofrendo em cativeiro e tendo alucinações com Spencer, um psiquiatra metido à Hannibal, uma boneca tamanho e peso real de Hanna, com máscara de silicone, e que fala de verdade – ou seria ameaça de verdade –, o que prova que a nova A é superior à A antiga em riqueza e extravagância. Enfim, a tentativa de resolver o que não foi resolvido na temporada passada não surpreendeu muito, mas como isso ainda não terminou, vamos esperar para ver de quem é a cova que as liars estão cavando, literalmente. 

PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO:


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[LIVROS] RESENHA - FLORES



Um homem sofre desmesuradamente com as notícias que lê nos jornais, com todas as tragédias humanas a que assiste. Um dia depara-se com o facto de não se lembrar do seu primeiro beijo, dos jogos de bola nas ruas da aldeia ou de ver uma mulher nua. Outro homem, seu vizinho, passa bem com as desgraças do mundo, mas perde a cabeça quando vê um chapéu pousado no lugar errado. Contudo, talvez por se lembrar bem da magia do primeiro beijo – e constatar o quanto a sua vida se afastou dela – decide ajudar o vizinho a recuperar todas as memórias perdidas. Uma história inquietante sobre a memória e o que resta de nós quando a perdemos.

Um romance comovente sobre o amor e o que este precisa de ser para merecer esse nome.


"Entremos mais dentro na espessura"

No momento em que a última página desse livro foi virada, parecia que eu tinha participado de uma jornada muito pesada, consegui chegar ao final, mas não sem marcas. É um livro sobre um amor melancólico, pesado, relacionamentos difíceis e por vezes, legados a um final triste. Não se engane, não é sobre a perfeição, na imperfeição, é o reconhecimento da dor, do inevitável.

Os personagens são muito dúbios: um homem que não sabe quem é, o Sr. Ulme, mas se mostra um sábio a seu modo, doce, gentil e cheio de conhecimento para dar. Ao mesmo tempo que essa imagem de um senhor bondoso, aos poucos, descobrimos como foi a sua vida e começa-se a colocar a prova essa áurea dele.

Já o jornalista é um homem que se adequou tanto a rotina que parou de apreciar as coisas, de ser instigado pelas pessoas, e busca em poucos momentos de prazer um pouco de vida que seja. Um marido não muito bom e um pai que ainda está se ajustando a esse papel, tentando ser como o seu falecido pai, mas que se frustra quase ao desespero toda vez que sente a solidão de não o ter por perto.

No final, são dois homens que precisam de ajuda. Esse com certeza é um dos pontos mais tocados no livro, a necessidade do outro e como fazer para lagar o orgulho para pedi-la, ou ainda, aquela vontade louca que se tem que alguém note, apesar do sorriso no rosto, o seu desespero e a sua solidão. 

O primeiro passo para uma “salvação” é saber quem somos. Mas como saber isso? Cruz explora através da memória, nossas lembranças que temos desde a tenra idade, isso é um viés do que somos. Mas ainda há um outro lado, as lembranças que os outros tem de nós, elas também são parte do que nós conhecemos pelo eu. Mais, os nossos registros oficiais, as nossas fotografias, as notícias, o ambiente em que vivemos, uma parte se completa com a outra, e a partir daí é possível construir uma de várias imagens do que somos.


Quando se perde uma parte é possível remontar um eu pelas outras. E antes de tudo aceitar que o ser humano é mutável, e o que nós somos é diferente do que fomos, mas não outra coisa, só diferente. O livro nos conduz por esses labirintos psicológicos através de uma linguagem fácil e muitas vezes poética, com capítulos curtos, os leitores podem ir montando esse quebra cabeça que é a vida dos personagens.


Detalhe dessa capa maravilhosa






AUTOR(A): Afonso Cruz
PÁGINAS: 270
EDITORA: Companhia das Letras
LANÇAMENTO: 2016
ONDE COMPRAR: Travessa
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23 de jun de 2016

[REVIEW] OUTLANDER - S02E11: VENGEANCE IS MINE


"Não sou a Senhora Broch Tuarach? Esses homens também não são minha responsabilidade?" 

Lealdade tem movido o nosso casal desde o início. Além da teimosia, essa é a característica mais forte que eles têm em comum. Jaime insistiu em seu plano, tanto que chegou a incomodar, e por isso, foi enviado para Inverness. Dessa forma o grupo acabou sendo alvo de um comboio de red coats e Rupert foi atingido. Não estava preparada para perder o Rupert logo após passar por toda aquela carga dramática com o Angus, então fiquei comovida pela atitude de Dougal de realmente se arriscar pela vida do amigo. 

É, pessoal, a Claire não está perdoando um só episódio. Novamente ela fez questão de causar alguns arrepios com a sua fala. A Sra. Broach Turach conseguiu deixar seus homens a salvo ao se aproveitar novamente de uma de suas nacionalidades. Ela só não esperava cair nas mãos do personagem mais cínico de todos, Duque de Sandringham. O homem pode ser um babaca, mas o plano de enganar Claire foi muito esperto. Até mesmo Hugh Munro acabou sendo manipulado, mas conseguiu ser útil, foi muito bom revê-lo. 

"God, shield my beloved, my white dove. And the child that she may one day bear. Preserve her from violence and from harm. In this place and every place. On this night and on every night.'' 

Murtagh tomou a melhor decisão de todas ao não aceitar ordens e seguir com Jamie, só assim tivemos a maravilhosa oportunidade de poder vê-lo decapitando o Duque com várias machadadas e se ajoelhando de modo nobre ao cumprir com a vingança prometida. Se Sandringham tivesse acolhido Claire sem segundas intenções, eu nunca teria acreditado nele, mas com o fato de ser honesto sobre querer algo dela, realmente fui enganada. Apesar de maquiavélico e inteligente, o plano do Duque acabou se virando contra ele. Talvez o maior problema tenha sido subestimar Mary. Fiquei bem feliz em revê-la, mas infelizmente as lembranças do que aconteceu tiveram que vir à tona.

Somente dessa forma foi possível entender o tipo de ser humano horrível que o Duque era e até que ponto ele já foi para conseguir o que precisava. Imagina só, ele teve a audácia de dizer que a Claire deveria ser grata se tivesse sido só estuprada, afinal, poderia ter sido muito pior. Ninguém merece. Tudo por conta de uma dívida que ele tinha com o St. Germain. Por sorte, Claire reconheceu o homem que realizou o ataque e conseguiu tomar as providências necessárias. Mas o golpe final veio mesmo com Mary esfaqueando o agressor, ela precisava disso. Será que a moça vai conseguir ter um pouco de paz agora? 

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19 de jun de 2016

[REVIEW] OUTLANDER - S02E10: PRESTONPANS


- Eu esperava que o sabor da vitória fosse mais doce.  
- Guerra é amarga, não importa o resultado. 

Se há um momento de despedidas e promessas em um episódio eu já fico ansiosa. Já começo a chorar antes mesmo de saber se algum coisa vai acontecer. Murtagh não precisou nem abrir a boca para me fazer chorar, aquele olhar de despedida que ele lançou para Claire já me deixou aos prantos. A minha péssima memória está me ajudando horrores, pois percebi que não lembro de nada do livro em relação ao que está acontecendo nos últimos episódios.

Quem precisa de filme de terror quando se tem uma batalha dessas para enfrentar? Começou a ficar tenso desde o momento que Dougal ganhou a oportunidade tão almejada para se tornar um mártir frente ao rei e todo um exército. Piorou com a chegada de um rapaz desconhecido que prometia uma solução milagrosa. Pelo menos isso não era uma armação. Os britânicos ficaram sem saber o que os atingiu. O plano deu certo para o lado dos nossos favoritos, mas algumas mortes não puderam ser evitadas.

O que é meu, é seu.
Foi somente quando Angus disse que não havia sido nada, que eu percebi que havia algo muito errado. “Não permitirei que esse balofo morra antes de mim”. Adivinha quem chorou igual criança quando Rupert se levantou para pegar a espada “que nunca foi usada” de seu amigo? Sim, todos nós. Além disso, só passo os episódios pensando protect Fergus at all costs. Sempre há algum momento nos episódios onde o menino acaba passando por algum sofrimento, pelo menos Claire nos representa acalentando o pestinha.

Apesar de tudo isso, até que foi engraçado o momento que o príncipe escolheu para adentrar o acampamento, exatamente durante o descontraído teste de urina. Infelizmente, foi sincronizado também com o momento que Dougal escolheu pelo destilar todo o seu ódio pelos soldados britânicos. Dougal estaria fora da guerra não fosse Jamie falar por ele. Havia esquecido como Dougal podia ser covarde e matar um homem desarmado. Apesar da batalha vencida, o que há mais para comemorar?

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[REVIEW] OUTLANDER - S02E09: JE SUIS PREST


" – Eu lhe dou a sua vida. Espero que saiba usá-la bem. 

 – Devo-lhe minha vida. Eu preferia que não fosse assim, mas já que você me deu esse presente, devo considerar isso como uma dívida de honra. Espero poder pagar esse débito no futuro, e uma vez feito isso, eu vou te matar.” 

Se haviam dúvidas que o episódios estavam se voltando para a preparação definitiva para a batalha, elas foram sanadas nesse episódio. O objetivo ficou claro: preparar todo indivíduo apto para guerrear. Transformar meninos em homens. Homens em soldados. Já no início do episódio tivemos o reencontro e pudemos matar a saudade do adorável Fergus. Esse menino tem o poder de me deixar encantada cada vez que aparece na tela, como não se derreter com o "Milady"? Outros personagens há tempos não vistos também reapareceram, como Rupert, Angus e, inclusive, Dougal. 

Toda essa preparação para a batalha não fez muito bem para Claire, pois a fez lembrar da guerra de seu tempo. O inimigo pode não ser o mesmo, a sua equipe pode ter novos rostos, mas o sentimento de se acostumar aos homens e depois perdê-los em combate não muda. Ainda bem que Jamie, percebendo a mudança, estava lá por ela. Jesus Christ H. Roosevelt! O que era aquele bando de Highlander descendo o morro correndo? Não é a toa que um Highlander equivale a muitos soldados.


Quem não se deixou assustar pela imagem foi Claire, que não estava nada paciente para os discursos manipuladores de Dougal. Ela falou tudo o que pensava e continuou se comportando de forma muito exaltada, ficava claro que ela não estava bem. Não lembrava desses acontecimentos no livro, minha memória não é boa, então talvez os sintomas de Estresse Pós-Traumático realmente tenham aparecido. Foi triste vê-la revivendo os acontecimentos e se sentindo impotente e sem forças para se mover, como uma libélula no âmbar (Obs: dragonfly in amber é um subtítulo de um dos livros da saga Outlander). 

Fiquei com pena do pobre William Grey de 16 anos, ele tinha boas intenções, só não imaginava com quem estava lidando. A ideia do Red Jaime é até um pouco engraçada, mas se aproveitaram tanto da inocência e cavalheirismo do menino que chegou a dar pena. Claro, o objetivo era nobre, caso contrário Claire nunca teria se sujeitado a tal personagem. O resultado foi um movimento muito esperto, retirar todos os contrapinos dos canhões e queimar as rodas para evitar o possível reparo. Mas antes de ir embora, o menino ainda deixou mais um aviso, foi quase um momento Lannister. "Um Grey nunca esquece uma obrigação, senhor”. Jaime está avisado. 

Obs: A trilha sonora maravilhosa desse episódio foi um bônus a parte.

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17 de jun de 2016

[PAPO DE SERIADOR] 5 PASSOS PARA RETORNAR O HÁBITO DE LER


Internet "rápida" é uma coisa relativamente atual. Lembro que até 2009 para assistir Lost, eu tinha que deixar o episódio baixando a noite toda para assistir em qualidade baixa. Smartphone é algo que surgiu há menos de cinco anos, e a popularização mesmo tem talvez uns três. Quem viveu antes disso as vezes se pergunta: o que fazíamos pra nos divertir? Bem, eu lia muito. Muito mesmo. Era a Rory Gilmore e Matilda em uma só pessoa. Mas desde então, com o telefone na mão, redes sociais e principalmente a Netflix, com ótimas séries e documentários, estão acabando com meu hábito de leitura. Resolvi reunir umas dicas de como voltar a ter esse maravilhoso costume. 

1. Desligue a TV, deixe o celular longe.


Primeira dica é óbvia. Desligue a TV, deixe o celular bem longe e abra um livro. Se você começa a ler e chega uma mensagem, ou abre um snap, quando vê está olhando o Instagram de alguma celebridade em Roma e quando menos espera o seriado abre como quem não quer nada e você viu uma temporada inteira e são 3h da manhã. Esqueça eletrônicos, o vício vai pegar, mas o livro pode sim ser mais interessante e quando menos perceber, estará envolvido com a leitura. 

2. Leia um livro de uma série ou filme


A série/filme sempre prende sua atenção? Você vive na Netflix? Então pegue o livro da série para saber mais. É quase unanime que o livro é sempre melhor que o filme. Então pare de ver a pior parte da história e se jogue no mundo da leitura. Claro que alguns livros são versões ruins da série, como o de Orange is The New Black, mas mesmo assim o livro não é ruim. A adaptação que é incrível mesmo. Além disso, tem livros da Shonda, da Tina Fey e diversos outros roteiristas que são incríveis. 

3. Tente um desafio literário


Desafios literários são ótimos. Tente algum como ler apenas livros escritos por mulheres durante o ano, ou ler todos os livros do Sherlock Holmes, ou um intensivo do seu(sua) autor(a) preferida. Vou deixar umas dicas: Desafio literário Rory Gilmore.


4. Participe de clubes de livros


A Oprah tem clube do livro, a Capricho tem clube do livro. Se você não conhece nenhum, forme seu próprio clube. Tem um estudo (juro que li em algum lugar) que se você fala para amigos e parentes sobre sua dieta, você tem mais probabilidade de mantê-la. A mesma coisa é com a leitura: se você acha outras pessoas engajadas e entusiasmadas com isso, você acaba levando mais a frente e dedicando mais tempo a leitura. Tente pois, além da conexão com outras pessoas, você pode acabar encontrando livros maravilhosos que não saberia da existência de outro modo. 

5. Poste em redes sociais 


Ok, eu comecei o post falando para você ficar bem longe das redes sociais, mas elas também podem ajudar. Deixa eu explicar: lembra quando você viu um brigadeiro na linha do tempo do seu Facebook e pensou: que vontade de comer um brigadeiro? Muitas vezes eu vi livros e pensei: esse livro parece maravilhoso, quero muito ler. Troquei ideias com as pessoas e às vezes a empolgação delas com o livro me fez querer lê-lo. Finalmente, não esqueça as redes sociais para leitores como Skoob. Elas podem te dar dicas e te aproximar de pessoas com gostos literários parecidos com o seu.
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15 de jun de 2016

[TOP 10] 10 COISAS QUE EU PENSEI LENDO O LIVRO DA SHONDA RHIMES


Em primeiro lugar a gente pode continuar falando Top 10, ou o termo top só é abolido quando usado como adjetivo? Bem, primeiro deixa eu me apresentar, sou a Isa, vejo Grey's Anatomy desde que lançou na Sony. Cresci com a sabedoria de Christina Yang, e já na minha fase adulta fui guiada por Olivia Pope e Annelise Keating. Um belo dia, em uma visita despretensiosa à Saraiva mais próxima, vi o livro, dei literalmente pulinhos de alegria e o comprei. 

1. GENTE, MAS É O LIVRO DA DONA ESPIRITUAL DA MINHA VIDA




Aviso logo, quem não assiste nenhuma das séries da Shonda provavelmente não ficará tão empolgado com o livro. Não porque o livro não seja bom, mas porque ele possui muitas particularidades e "piadas internas" de quem vive na Shondaland. Algumas sensações como a lembrança da última cena de Meredith e Christina são do tipo que só quem viveu e se envolveu com a série pode saber.

2. MEU DEUS ELA CITA CHRISTINA YANG NA PRIMEIRA PÁGINA DO LIVRO

"Tenha uma chama dentro de si. Seja imparável. Ser uma força da natureza. Seja melhor do que qualquer um aqui, e não dê a mínima para o que os outros pensam. Não existem times aqui, nem amigos. Você está sozinha. Seja você mesma"

O livro já começa com uma maravilhosa citação da Yang: "Se você quer que coisas ruins parem de acontecer com você, pare de aceitar coisas ruins e exija algo mais". Ela poderia ter feito o livro só com fotos da melhor personagem já criada no mundo das séries que o livro já ia ser bom. 

3. NOSSA ESSE LIVRO TEM UMAS COISAS BEM INTERESSANTES SOBRE A MATERNIDADE

Shonda é mãe de três filhos e, apesar de ser viciada em trabalho, fala bastante sobre eles. Apesar não, além. Ela dá um tom mais real sobre como ninguém é nada sem ajuda, mas também como o papel dela não pode ser diminuído. Minhas amigas costumam brincar que eu descrevo a maternidade como se fosse um filme de terror. Na minha cabeça, claro, eu acho que elas acham que maternidade é um conto de fadas. Em "O ano em  que disse Sim" a descrição é apenas realista e maravilhosa. 


4. O DISCURSO DE ABERTURA EM DARTMOUTH


São três discursos feitos ao longo do ano do sim que foram parar no livro. Esse foi o primeiro. Para citar uma das melhores partes: 

"Sejam corajosos. Sejam incríveis. Sejam valiosos. E sempre que tiverem a chance? Fiquem de frente para as pessoas. Sejam vistos. Falem. Sejam ouvidos."

5. O DISCURSO DO EVENTO DA HOLLYWOOD REPORTER

Nesse evento ela dedica o prêmio que recebeu a todas as mulheres que quebraram barreiras antes dela e reconhece que uma parte de suas conquistas foi devido a um esforço coletivo de várias mulheres.


6. A SHONDA É FÃ DA MINDY


Se você nunca assistiu "The Mindy Project", assista. Mindy é maravilhosa. Atualmente a série foi comprada pelo Hulu, e infelizmente não, não tem na Netflix, antes que me perguntem. Mindy também é ex-aluna de universidade de Dartmouth e é uma das mais brilhantes mulheres no show business hoje em dia (apesar dessa temporada ter começado média e só agora no final ter pegado um ritmo bom). 

7. VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO

No terceiro discurso do livro, ela fala sobre como todos falam sobre diversidade e ela encara como normalização da TV. Explicando melhor, ela não coloca diversidade e sim o que é na verdade pessoas normais na TV e como isso é maravilhoso. As pessoas se sentem cada vez menos sozinhas no mundo e isso importa. e muito. 

8. TEM UM CAPÍTULO INTEIRO DEDICADO A CHRISTINA YANG


Meredith mal é citada. Olivia Pope é uma mulher maravilhosa, mas a melhor amiga, pessoa e voz da autora (e minha também) é a Christina Yang. Sua voz, personalidade e principalmente a confiança em que ela quebra tabus e assume seu posto como mulher incrível é inspiração e força para mim e pelo visto para Rhimes também. 

9. SEJA VOCÊ MESMA


Isa, eu sou eu mesma há anos e não tem dado nada certo na minha vida. Ok, talvez você não tenha muito dinheiro e domine as noites de quinta-feira, ou não tenha ganhado nenhum prêmio, mas calma lá. Quando Shonda se formou na faculdade ela queria ser Toni Morrison, vencedora do prêmio Nobel de literatura. Ela jamais será Toni Morrison, percebeu isso e decidiu ser Shonda Rhimes. Entendeu? Você não pode ser outra pessoa. Só a melhor versão de si mesma. (Não, essa frase motivacional não foi patrocínio da Nike ou Coca-Cola).


10. SIM


O livro trata de positividade, um pouco de autoajuda, claro, mas não de um jeito tão óbvio. Um pouco de "O Segredo", mas sem ser tão literal. Como uma atitude positiva em relação à vida pode mudar radicalmente a mesma. É um livro sobre como ser o "Sol" da sua vida.

Se quiser comprar o livro clique aqui. Lembrando que o Blog ganha comissão se você comprar por esse link. 
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[NOTÍCIAS] VEJA FOTOS DO EPISÓDIO "BATALHA DOS BASTARDOS'' DE GAME OF THRONES

O episódio nove é sempre o episódio mais aguardado da série Game of Thrones. Desde a primeira temporada com batalhas impressionantes e cenas de tirar o folêgo como no episódio do ano passado "Hardhome". No episódio do próximo domingo dia 19 de junho, haverá a batalha do exercito de Jon Snow conta Ramsay Bolton. A sequência foi filmada na Irlanda do Norte e foi descrita por David Benioff e Dan Weiss como a maior batalha já gravada. Veja algumas fotos divulgadas pela HBO. 









PROMO DO EPISÓDIO
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14 de jun de 2016

[REVIEW] UNREAL - S02E02 - INSURGENT


A temporada que começou com uma tatuagem "Dinheiro, Pinto, Poder" pode ser superada como? Com o episódio que começa com a Quinn falando que consegue atirar bolas de ping pong com a vagina. Que bela, recatada e do lar.

A racista do sul já começou usando um biquíni da bandeira dos confederados dos EUA (sim, review de série também é cultura. Chupa pessoas que falam que eu não aprendi nada com séries. Sim família, estou falando de você). Para mais detalhes da polêmica, leia aqui. E parece que a "negra nervosa" vai virar o jogo contra a Rachel. Alguns falam que você não consegue o poder sem arrumar inimigos, não é? O plot twist do inicio do episódio fica por conta da racista do sul que na verdade ama o Darius. 


Na guerra entre mãe Quinn e pai Chet Quinn começou ganhando mas a "moça pra casar" não quis ser vista assim e decidiu fazer um sexo oral em rede nacional no amigo do pretendente para tirar a imagem de boa moça. Mas a Rachel conseguiu reverter o quadro e parece que ela tem uma chance com o Darius. Será que o Romeo contou ou não contou para o amigo o que aconteceu entre ele e a Tiffany? 


Se Quinn acha que vai vencer tocando o terror e jogando na cara das amigas (Rachel) seus problemas, acho que ela escolheu o caminho errado. Vencer pelo medo é só com a família Underwood. E a Rachel é realmente louca, do tipo que mata e morre pelo que quer. Assim como a "Rachel Gostosa" que já se jogou na piscina para chamar atenção. 

Voltando a Rachel, ela achou que conseguiria finalmente o controle do programa, eu juro que eu achei que ela ia tentar seduzir o Gary, o que seria surpreendente, aliás, ela é tão esquisita, mas sempre faz os homens ficarem loucos por ela, mas foi substituída a um patamar a menos do que estava antes. Já notei um clima entre a Rachel e o novo executivo do programa? Sim. Além disso ela tem uma cara de louca, Gary não daria a ela o controle do programa tão facilmente. Não tem nem uma temporada que ela teve um surto psicótico. 


Devo confessar que não assisto The Bachelor, mas parece que pessoas do ramo falaram que Unreal é bem fiel a produção do reality. Mesmo sem assistir sinto um pouco de pena das pessoas que participam e das edições que são feitas e principalmente da manipulação. Será que pelo menos Everlasting vai quebrar com o histórico de edições de perpetuam estereótipos como "Esposinha", "Negra nervosa", etc? A resposta é, infelizmente, não. Afinal, vale tudo pela audiência, como diz a Quinn: índices de audiência suicidas. (o politicamente correto passa longe desse programa)

PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO:


 
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