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25 de set de 2016

[REVIEW] HOW TO GET AWAY WITH MURDER - S3E01: WE'RE GOOD PEOPLE NOW [SEASON PREMIERE]


A síndrome de Estocolmo é caracterizada por um estado psicológico em que uma pessoa, submetida a um longo período de intimidação, passa a construir laços afetivos com seu agressor - tenho certeza que dentre todas as voltas desta FALL uma das que você mais esperou foi How to get away with murder, estou certa?

Depois de duas temporadas, temos um modelo consolidado de sequências: vamos nos deparar com uma vítima desconhecida que só será revelada nos próximos episódios. Esse homicídio em particular ocorre dois meses depois do tempo presente e é a base do clímax da temporada. Parece uma daquelas equações que sempre resultará em Annalise se ferrando (a casa dela estava literalmente pegando fogo) e arranjando um jeito estupendo de sair por cima de qualquer situação (vamos esperar ansiosamente para descobrir como).

Sabemos que trair a chefe é uma coisa feia e a falta de maniqueísmos tão presente na série não recaiu sobre o Frank. Ele definitivamente é o inimigo nº 1 do Estado e o mais preocupante: não sabemos quais as reais intenções dele. Se devemos manter nossos amigos próximos e nossos inimigos mais perto ainda, não sabemos dizer se existe uma distância segura com relação aquele meliante de alta periculosidade. A Laurel, que ainda não sabe exatamente como se sente (apesar de JURAR não perdoá-lo pelo que fez ao Wes e dizer a Annalise que está com ela), é uma das maiores provas que o Frank não só tem armas físicas, mas também emocionais, prontas para desestabilizar complemente o grupo.


Não que ele precise fazer muito esforço para isso. Depois de uma saga de desventuras em série o Keating Five se encontram esgotados, rebaixados e extremamente desmotivados. Cada um, a sua maneira, manifesta a destruição que passou por suas vidas: seja a pobreza do Asher ou os surtos histéricos da Michaela ou mesmo a desgraça coletiva nas notas de todos. Eles não são mais os mesmos, toda tristeza, toda culpa que carregam os mudaram completamente (sinto que essa colocação merecia alguma piadinha ou trocadilho com o sugestivo título do episódio).

E por falar em mudanças o que foi aquilo com o Oliver? Precisa de muita coragem para terminar com o Connor daquela maneira principalmente porque ele está lindíssimo com aquele cabelo. Bem da verdade, eles sempre serão o casal mais maduro e apaixonado da série. Walsh estava completamente dependente do rapaz e em vários aspectos aquilo poderia se tornar um tipo de relacionamento abusivo. Ele estava completamente anestesiado com a vida, estava vivendo através do Oliver, que tinha acabado por se tornar não apenas seu ponto de equilíbrio emocional, mas também a própria coerência em sua vida. A decisão de Oliver não foi o melhor para ele, mas sim para o Connor – isso sim é definitivamente um grande gesto de amor.


Por falar em casais, Wes arranjou uma nova namorada que só conhecemos o nome. Tudo bem. Eu realmente acredito que ela exista, porém não sei lidar muito bem com essa rejeição a Laurel. Também não acho que ele é a melhor coisa pra ela, porém acredito que, nesse momento, os dois têm as mesmas feridas, causadas pelas mesmas pessoas, seria um gesto bonito se ajudarem mutuamente. O que não é, nem de longe, o que rola entre o Asher e a Michaela. Acredito que os dois sejam apenas fogo de palha e esse negócio só começou para chocar, não tem nem como dizer que isso logo mais vai terminar, porque eles não significam absolutamente nada. Já Annalise e Nate, o casal 2002, que fazem churrasco no quintal e se revesam para fazerem massagens (juro que quem fala agora não é minha repulsa natural ao Nate): eles não me descem, é uma espinha atravessada na minha garganta. Não digo que os dois deveriam se odiar, mas garanto a vocês que não é possível materialmente falando que exista razoabilidade num relacionamento desses, para mim, é um pouco assustador saber que apesar de tudo que eles passaram eles fiquem de boas se amando oh, transinha milagrosa que sara tudo.

Pois bem, a season premiere não foi tão surpreende e eletrizante quanto poderia, bem sabemos que a série em si é polêmica e impactante, que trabalha muito bem com psicológico dos personagens – o que mexe intimamente com os telespectadores - e bom, pelo estado atônito da Annalise ao ver o corpo do flashforward, tenho certeza que essa temporada vai nos lembrar o motivo de ser cativos tão dóceis as garras inescrupulosas desse drama.

PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO:
S3E02 "THERE ARE WORSE THINGS THAN MURDER"

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[REVIEW] NCIS - S14E01: ROGUE [SEASON PREMIERE]

“First time for everything” – Eleanor Bishop

Apesar de ter ficado bem ansiosa para várias outras season premiere de NCIS, essa foi a que mais esperei. Primeiro porque queria ver como seria toda a dinâmica da equipe sem DiNozzo. Depois porque é NCIS e eu estava morrendo de saudades do Gibbs, mesmo assistindo episódios antigos quase todo dia. Admito: não fiquei nem um pouco desapontada.

Quando o carro da família Campbell explode, a equipe é chamada para investigar a morte do Navy Commander George Campbell e a tentativa de homicídio à sua esposa, a JAG Lucia Campbell, e sua filha Amanda Campbell. Porém o motivo da explosão foi o que incentivou ainda mais a equipe: o fato de Lucia ser irmã de um agente do NCIS. E todo mundo sabe muito bem como os olhos ficam cheios de sangue quando algo acontece com alguém da agência ou familiar. Só que ninguém conhecia o tal agente. Ninguém além de Alex Quinn.

O que mais me chamou atenção no caso foi justamente o fato de que o fechamento dele também era um fechamento de um dos casos de Mike Franks. Juro, a morte do personagem é difícil de aceitar, logo depois da Kate. Porém a melhor cena do episódio foi McGee conversando com o Captain Roberts. Ver o Bud com os cabelos brancos daquele jeito me deu uma saudade de ver JAG. Queria que ele tivesse ficado lá por mais tempo, que conseguisse terminar de contar como Harm e Mac estão... Queridos roteiristas, por favor, tragam o Patrick Labyorteaux mais vezes! E também o David James Elliot, a Catherine Bell, o John M. Jackson (que já apareceu em Damned If You Do) e mais alguns rostos familiares. Afinal, a fonte verde e o barulho quando aparece o nome da localização já está igual ao JAG, então, por que não?


Antes de falar dos novos membros da equipe, eu ainda quero concluir que achei o caso bom e o desfecho interessante. É claro, majoritariamente pelo jeito que Nick lidou com toda a situação, mas que foi bom, ah, isso é inegável. Só tenho que reclamar um pouquinho da falta de espaço para alguns personagens. Sim, eu sei que o episódio foi basicamente feito para apresentar Quinn e Torres, mas não podemos deixar Abby, Jimmy e Ducky de lado. Abby apareceu duas vezes, sendo uma delas fora do prédio. Onde estava a festa que Sciuto faz toda vez que sai do prédio? E Ducky e Jimmy? Além da informação desnecessária vinda do Autopsy Gremlin, eles apareceram só em uma outra cena na autópsia. Foi reconfortante ver que, se algum dia o bom doutor precisar ir, o departamento médico do NCIS estará em boas mãos. E que venham mais histórias para Palmer nessa temporada!

Agora vamos às novidades. Primeiro gostaria de tirar um momento para falar que ADOREI Alex Quinn. Não estou brincando, ela me conquistou no minuto que saiu do elevador batendo palmas e elogiando Gibbs pelo recorde em demitir probies. Eu já imaginava que algo do tipo iria acontecer, mas oito agentes em tão pouco tempo? Até eu queria aplaudir. Pelo que eu pude ver, ela vai trazer uma dinâmica bem divertida para a equipe, já que adora fazer uma brincadeirinha com um ou outro membro, além de se empolgar demais quando descobre alguma informação útil. Além disso, parece que ela tem uma memória invejável, então vai ser interessante ver como isso vai ser desenvolvido.


Já Nick Torres... Eu queria usar um belo de um palavrão para descrevê-lo, mas vou manter o nível por enquanto. Com esse episódio eu fiquei mal acostumada e vou querer episódio focado nele uma semana sim e a outra também. Estou definitivamente encantada com o personagem. Quer dizer, não só pelo espanhol dele, mas também pela ótima habilidade de observação e a coragem de encarar qualquer um que entre na frente dele, mesmo se for o Vance. Ao que tudo indica, a relação entre ele e Gibbs vai ser baseada na confiança e na brincadeira, já que o chefe estava se divertindo bastante com o fato de Nick estar sentado em uma bomba e ainda encenou uma briga com ele, para ver se fazia o probie reconhecer que estava seguindo o caminho errado.

Quanto ao terceiro novato, quero Clayton Reeves o mais rápido possível. Achei que ele já ia aparecer logo no primeiro episódio, mas me enganei. Sorte da Bish que pôde aproveitar um tempo de qualidade com ele na Escócia. E sim, estou no Team McGee achando que os dois têm mais coisas do que apenas fazer trilha. E por falar no Senior Field Agent, que orgulho do meu baby assumindo a mesa do Tony! Sim, vai ser bem difícil substituí-lo, porém, se tem alguém que consegue fazer esse trabalho perfeitamente bem, é Tim.

E é claro que não posso deixar de falar do mais novo roommate de Gibbs. Quando baixei o episódio, só abri para ver a abertura, mas não me segurei quando vi que Fornell agora está vivendo no sofá de Jethro. Além de ficar pensando onde a Emily se encaixa nessa situação, estou esperando que ele fique ali por um bom tempo. Vai ser realmente engraçado ver cada um dos visitantes de Gibbs ficando ali um tempinho a mais para conversar, beber ou acabar com Tobias no poker. 

P.S.: Amei a nova abertura. Tem de Gibbs rindo a McGee sendo badass, bem do jeito que gosto;
P.S.2: É claro que sinto falta do Tony, mas fiquei tão focada nos novos personagens que mal pensei nele. Um pouco preocupante, mas bom saber que a série continua a todo vapor.

“Well, this time, it wasn't about finding an agent that your team needed; it was about finding an agent that needed your team” – Alex Quinn
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[PRIMEIRAS IMPRESSÕES] THE EXORCIST


Chapter One: And Let My Cry Come Unto Thee 

Olha o carinha de Sense8! É o Poncho?... Se não foi assim com você, certeza que foi com o colega ao lado. Após os primeiros segundos de reconhecimentos e constatações banais, adentramos sem demora nesse universo da mais nova releitura do livro de William Peter Blatty (1971), que também serviu como base para a obra do Clássico cinematográfico de 1973.

Deu pra sentir que a proposta não é de enrolar não, pois te surpreende nos últimos instantes com uma resposta que poderia ter sido arrastada BEM lá na frente.

Temos representações de cenas clássicas obviamente, o que é bacana, mesmo caindo no clichê. É aquela coisa: põem, tem quem reclama. Não põem, tem quem reclama. Representaram a cena do pescoço girando 360º, só que nesse caso, com uma “pequena” diferença. Foi realista. O exorcizado morreu ao final do giro...

A proposta conseguiu nos dar uma boa apresentação do todo, a visão que temos no momento, é a de um Padre com a seguinte dúvida (Tomas Ortega - Alfonso Herrera): sua vocação é real? Nunca teve a tal conversa com Deus que todos deveriam em teoria ter. Temos também, outro Padre (Marcus Keane - Ben Daniels), aparentemente com medo do passado, presente e futuro. Além disso, carrega uma dor, um medo constante e uma enorme decepção. Ambos são conectados através de um sonho – momento MUITO Sense8 (desculpem essa associação inevitável) – um tanto realista que Tomas passa a ter com frequência, esse sonho apresenta cenas do passado envolvendo trabalhos de exorcismo praticados por Marcus. 

Na sequência, Tomas tem aquele momento investigação no Google: St. Aquinas Illinois + Father Marcus – ele sabe tudo, tudo foi revelado nos sonhos – paradeiro revelado ele se vai ao encontro. 

Preciso salientar uma grande cena que precede esse encontro de ambos, o personagem de um Padre, não apresentado até então, chama Tomas, fazendo-o se aproximar. Esse padre está sentado em um banco, usando óculos escuros – entende-se cego – está em uma direção oposta e bem distante de Tomas quando faz isso. Tomas visivelmente sente o mesmo incômodo que nós com a situação. Dito tudo isso, quero deixar aqui uma das frases ditas por esse Padre: "... Posso lhe dizer o nome de cada Padre, daqui a Massac County...".

O tal encontro entre Tomas e Marcus não ocorreu bem como o esperado para um primeiro episódio, sendo ambos o centro da trama. E qual é o centro da trama mesmo? Eu não falei, mas recapitulando o que sabemos de décadas atrás e o que já ficou evidente nesses primeiros 40 e poucos minutos, é uma família que tem seu sossego afetado por um demônio, mas será mesmo que ele se fixará apenas em um dos membros dessa família? A desconfiança da matriarca da família está em apenas uma das filhas, MAS... Esse é um detalhe bastante interessante que foi tentado trabalhar, desviaram da obviedade de a garota trancada no quarto, deprimida e gótica ser a possuída e etc e tal... Porém, segue o sentimento por aqui, a sensação ruim ronda a casa e todos que nela habitam.

Mas, isso eu sei que será respondido até o fim do 13º episódio.

Todo mundo mantendo cheio o frasco de água benta, por favor!


PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO:

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24 de set de 2016

[REVIEW] NCIS: NEW ORLEANS - S03E01: AFTERSHOCKS [SEASON PREMIERE]

“The only thing that matters to me is stopping the sniper before anybody else gets hurt, capisce?” – Dwayne Cassius Pride

E depois da “calmaria”, vem a tempestade. Sim, calmaria entre aspas porque a vida dos agentes de NOLA nunca vai ser calma. Gostei muito da série ter voltado exatamente de onde pararam: as férias das férias da equipe. E foi aí que as coisas começaram a desandar. Aftershocks foi bom, mas não foi um Sic Semper Tyrannis da vida. Gostei bastante te terem trazido logo um sniper de cara, mas senti que faltou algo. Já no começo do episódio eu não estava sentindo que ele estava condizendo com os outros 47 episódios das temporadas passadas. Vamos por partes.

Durante um dos eventos da Fall Fest, um sniper fere três pessoas e manda o Master Chief Dylan Maron. Apesar de ser o primeiro caso a cair nas mãos de King, houve um antes desse, novamente em um lugar bastante movimentado. Só que aí vem a parte complicada: como encontrar alguma coisa que conecte as vítimas? Afinal, como ele atirou em quatro pessoas em apenas um local, seria muito pior descobrir quem era o alvo e o motivo. 


Eu sabia que o Master Chief não era o alvo. Mas gostei bastante do motivo que colocaram por trás dos assassinatos. Saber que a história do Russo não acabou na última season finale foi bom, porque vai ter história para, pelo menos, meia temporada. Só que, toda vez que eles forem voltar nisso, vai tocar na ferida que é a saída de Brody. Mas isso eu comento mais adiante.

Sobre a Tammy: adoro a Vanessa Ferlito, tanto por CSI: NY quanto por Graceland, mas confesso que fiquei um pouco receosa quando vi que ela entraria na série. Vai ser bem interessante ver ela e a Sonja batendo de frente, principalmente por terem personalidades tão parecidas. Mesmo sabendo que ela está ali para investigar a equipe quanto à situação Russo, eu realmente espero que eles comecem a confiar nela e deem uma chance. Afinal, não é todo dia que se tem uma badass sniper na equipe.

Uma coisa que realmente está um pouco forçada é toda a situação do Chris e da Sonja. Pelo que deu a entender ali, o Bama Boy está apaixonado nela, porque não conseguiu esquecer o stupid hug do final da temporada. Por que os roteiristas não deixam a conversa vir de livre e espontânea vontade dos dois? A coitada da menina sofrendo por causa da amiga e o Lasalle querendo conversar a todo custo. Baby, nessa foi difícil te defender. Quer dizer, nessa e nesse visual scruffy de férias. 


Não gostei nem um pouco da saída da Merri. Custei a conseguir gostar da personagem e quando eu consigo, ela sai. Eu entendo que, depois do caso do Russo, a reputação dela não estaria das melhores, mas ela é forte e já superou tantas coisas que eu realmente achei que ela ficaria ali, firme. Infelizmente, não foi bem assim. E eu espero mesmo que equipe fique mal com isso, porque ela é família. Eu realmente vou sentir falta da personagem, mas, como foi escolha da Zoe McLellan, eu só tenho a agradecer pela personagem. Quem sabe, um dia, ela não apareça?

Agora o que mais doeu foi Sebastian. Em todos os sentidos. Ele ficou todo preocupado com ela e fez o melhor para se concentrar no que tinha que fazer. O jeito como ele descobriu da partida dela foi de partir o coração. Juro: eu achei que ia chorar. Eu achei que ele ia chorar ali no necrotério. Sebastian é outro personagem que eu tenho vontade de enrolar em um cobertor e proteger de toda a maldade do mundo, porque o coitado sofre. O arrependimento dele de nunca ter chamado ela para sair e a bebedeira me fizeram acreditar que ele só merece Star Wars e conspirações para se distrair, porque eu odeio vê-lo mal. Espero que os escritores deem uma ótima história e desenvolvimento para ele nessa temporada.

“Did you tell her about the sniper? Did you tell her how much we need her right now? Oh, but it's okay for her to leave us high and dry? No, what-what what happened to "we're a team"? This is our family. She can't just abandon us!” – Sonja Percy
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[PRIMEIRAS IMPRESSÕES] BULL

 “How do you catch a cold?”

Todo mundo sempre tem aquelas séries em que o principal motivo por trás da vontade de assistir é o fato de ter um ator/atriz que esteja em seu coração. Às vezes você acaba se interessando também pelo plot – como foi meu caso com Almost Human e Forever – ou então só continua assistindo por um membro do cast – lê-se Under the Dome e Graceland.

Vou ser extremamente honesta: de início Bull seria apenas “a nova série do Michael Weatherly”. Para quem não sabe, NCIS é minha série favorita. Quando Weatherly anunciou sua saída da série e, pouco tempo depois, que estaria estrelando uma nova, nem pestanejei: vou assistir. Inicialmente era por amor ao Michael. Depois foi pela curiosidade, aguçada por uma conhecida da Itália já ter visto o primeiro episódio. Quando vi o trailer, eu sabia: eu posso amar demais esse homem, mas não é só por isso que eu vou ver a série.  O plot me convenceu, a equipe me convenceu, porém, mais ainda, Jason Bull me convenceu.

Ao contrário do que eu pensei, a série vai ser um procedural. Eu prefiro assim, ainda mais se tratando de uma série com tema jurídico. Ficar prolongando por muito tempo um julgamento iria dar sono e muita gente iria deixar de acompanhar a série. O primeiro caso foi interessante, pelo menos a meu ver. Porém, como uma pessoa que assiste mais procedurais do que qualquer outra coisa, já comecei o episódio dando chutes de quem poderia ter feito o que ou como elas iriam reagir com toda a situação do assassinato. 


Concordando com todas as mulheres do júri: sim, aquele advogado era insuportável. Se a ajudante dele tivesse conduzido todos os argumentos/interrogatórios, acho que o veredicto iria ser por unanimidade. Apesar de não ser uma pessoa que incentive a violência, gostei bastante de quando a Taylor jogou o tablet na cara dele. Aliás, fiquei realmente com medo. Sim, eu sei que ela tinha problemas, tomava remédios e ia frequentemente à terapeuta.  Mas, depois de ver as paredes do seu quarto e a relutância do pai em deixar Bull falar com a menina, fiquei com um pé atrás. Só que não conseguia acreditar que ela tinha matado Alyssa. Por maior que fosse seu amor por Brandon, ela não teria o necessário para cometer um homicídio. Já o restante da família...

Gostei também do casting da família Peters. Não só pelo patriarca ser interpretado pelo Frederick Weller (que não via desde In Plain Sight), mas pela atuação do Luke Slattery como Brandon. Da primeira vez que perguntaram onde ele estava na janela de tempo do assassinato de Alyssa, eu já imaginava que ele estava com outra pessoa, mas não queria contar por causa do pai. Eu sabia que era alguém importante no caso, mas não imaginei que era o pai Taylor. A cena em que ele está recebendo dicas da equipe durante o depoimento me fez perceber o quanto foi melhor confiar em um grupo de estranhos que ele conheceu há dias do que na própria família. Além disso, a coragem de se assumir frente ao júri foi o ponto alto do caso, para mim.

Quanto à equipe, não tenho o que reclamar. A interação entre eles foi pouca, mas divertida. Todas as reações à questão do macaco me fizeram acreditar com bons momentos vão vir justamente deles. Individualmente, gostei de todos os personagens, alguns mais do que outros. Por enquanto, tirando o Bull, o personagem que mais gostei foi o Chunk. Ficou bem claro que ele não é simplesmente um estilista da Vogue, ajudando a construir a imagem de “bom moço” do acusado. Ele pode ser um coringa na equipe, aquele que todos vão atrás quando precisam de conselhos/um ombro amigo. Posso estar enganada, mas foi só o primeiro episódio.


Ainda não consegui escolher as palavras exatas para descrever Jason Bull. Enquanto via o episódio parei e percebi o quanto ele é diferente do que eu esperava. Vindo de um passado turbulento, passando por um divórcio e chegando a um patamar em que é respeitado, eu queria que ele fosse um pouco mais solto. É claro, ele tem seus momentos de alívio cômico, mas, durante a maior parte do tempo, é bem sério e na dele. E foi aí que eu percebi o que eu estava procurando em Jason ao longo de todo o episódio: Tony DiNozzo. Ainda mais de ouvir ele falando de “rule #1”, falando para chamarem ele de “boss” e o sobrenome do Chunk ser justamente Palmer.

Pensando agora, eu só consigo relacionar esse meu sentimento ao Rope Maze do American Ninja Warrior que vi ontem. Os competidores tinham que descobrir o caminho em um labirinto de cordas suspenso. Você não solta a corda até estar 100% certo de que pode ir para a outra sem problemas nenhum. E é assim que eu estou: eu não consigo deixar o DiNozzo até ter certeza que Bull pode se igualar a ele. Vai ser extremamente difícil desassociar Michael a outro personagem que não seja Tony, mas eu vou tentar. E vocês vão acompanhar essa minha luta, já que eu não abandono o Weatherly de jeito nenhum.

“What happened to innocent until proven guilty?”
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[REVIEW] SCREAM QUEENS - S02E01: SCREAM AGAIN



Maravilhoso é como podemos descrever este episódio. Repetindo a receita de abordar um crime que foi cometido há anos atrás e que terá um justiceiro para se vingar do local onde ocorreu a tragédia e matar os envolvidos diretamente e indiretamente com o ocorrido, a série vem no seu segundo ano mostrar que vai repetir o sucesso da temporada passada.

Quero ressaltar minha alegria de não termos Grace nessa temporada, porque era um personagem que não acrescentava nada na série, onde em cada episódio eu pedia que fosse morta em todos eles. Sendo assim as Chanels junto com Zayday vão poder brilhar juntas com todo destaque merecido. Por falar em Zay, a personagem está ótima sem suas chatices do primeiro ano da faculdade, mas, claro, mantendo aquela rivalidade com trio mais fútil de 2016.

As piadas sobre os cursos foram maravilhosas, ainda mais eu sendo formado em comunicação e penso quase o mesmo sobre o diploma, Eu gargalhei com essa alfinetada e me diverti muito mais com a "quebra de paradigma" da Chanel em descobrir a cura da doença da "Garota Lobisomem, o que só realçou aquela cutucada nos estudantes de medicina que se consideram superiores. Espero que o trio se transforme em Chanel's Anatomy. Ainda sobre referências, Dr. Broke Holt veio diretamente de Full House com a mesma e única preocupação de se olhar no espelho, cuidar do cabelo e ser bonito. Adorei isso junto com aquele efeito tosco da mão costurada, parecia que estava olhando para o Mãozinha da Família Adamas, só que agora costurada em um braço, perfeito.


O personagem de Taylor Lauther não me passou nenhuma credibilidade como o médico blasé que terá como única funcionalidade ser par da Chanel n°3 e ser morto em alguns episódios. Já a enfermeira gostosa e hater de chanels é maravilhosa e nem acredito que a atriz já tem 65 anos. Espero realmente que ela tenha um plot twist bem revelador para a finale.

Vamos fazer apostas? Chanel n°5 não morrerá, vai ser sequestrada até metade da temporada, Hester terá algum tipo de ligação com o assassino dessa temporada e Chad volta só pra ter um caso com a Munsch.
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[REVIEW] GREY'S ANATOMY - S13E01: UNDO


"O passado está escrito, o que foi feito está feito. Mas o futuro é nosso para escolher."

Eu não queria ver esse episódio. Não queria mesmo. Foram 13 temporadas aperfeiçoando o Alex em uma pessoa decente. Como disse a Meredith, ele era a pior pessoa do mundo e se tornou a melhor. Ele era um ótimo médico, ele cuidava dos bebês. E agora se resumiu em um caso de violência doméstica. Sim, porque foi gravíssimo o que ele fez. Mas se ele não bateu na mulher, como isso pode ser violência doméstica? Pois ele bateu no Delucca após achar que ele estava com a Jo. Lembra de todos aqueles noticiários: Ex marido mata o novo namorado de mulher pois não aceitava o fim do relacionamento? O Karev virou o ex marido. 

O episódio também explora mesmo que indiretamente o porquê tantas vitimas de violência doméstica não denunciam. Pode ser a desculpa da Meredith: ele é amigo, um cara legal que cometeu apenas um erro, tenho que ser leal a uma pessoa que passou anos ganhando minha confiança.Também tem o lado da Jo, que acredita que a culpa é dela, mostrando como a vitima se culpa pensando que as coisas seriam diferentes se não tivesse bebido/provocado. O marido da Bailey desconfiou mas como não tinha certeza preferiu ficar calado.

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O que os caras "legais" mas abusadores fazem quando veem que fizeram algo que não deveriam ter feito? No caso do Karev ele tentou salvar o Delucca. Cuidar de suas feridas, e fugir. Quem já passou por um caso de violência doméstica sabe bem o ciclo de abuso, e se identificou pois apesar dele ter quase matado uma pessoa ficamos com uma vozinha na cabeça que falava: mas ele é um cara legal, que cometeu apenas um erro. Infelizmente esse erro feriu outra pessoa gravemente. Esse erro quase matou outra pessoa. Não foi um acidente. Quando alguém bate em outra pessoa a intenção é ferir. 

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Sinceramente eu não vejo saída para o Karev depois dessa. Mesmo que ele não seja preso, não tem como a carreira dele como pediatra voltar ao normal. Não tem como ele trabalhar no hospital do médico que quase matou. Mas ainda bem que assisto vários programas criminais e sei que a primeira coisa que devo fazer é: chamar um advogado. Dica para a vida: Não falem com a polícia sem advogado. 


E no meio do tumulto nasceu a linda Harriet Kepner-Avery. Foi bom ter esse alivio no episódio com a maravilhosa interação entre Catherine e April. Vamos ver várias tensões entre elas duas. Senti falta da família da April. Quero saber o que eles acham dessa situação toda.  Finalmente, o que podemos esperar dessa temporada? Muitos debates sobre violência doméstica, drama entre família Avery e Kepner, drama entre Maggie e Meredith e o futuro do Alex e mais sobre o mistério da Jo. Como a Jo entrou em um dos programas de medicina mais concorridos do país com um nome falso e não consegue nem casar?

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PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO:
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[PRIMEIRAS IMPRESSÕES] - THE GOOD PLACE



The Good Place começou com um episódio de duas partes com quarenta e dois minutos, um movimento bem arriscado para uma série de comédia iniciante. Mas contra a minha expectativa foram ótimos, não senti o tempo passar e pude realmente ter uma ideia de como se seguirá a série. A fotografia me lembrou muito o filme "Mulheres Perfeitas" com a vizinhança ideal, com as cores e tudo.

Eleanor é um personagem muito fácil de gostar, as reações dela a esse paraíso são ótimas. Ela não deveria estar lá, pelo menos essa é a conclusão que nos deram até agora, mas vai saber se é isso mesmo. Nos flashbacks dá pra ver uma pouco do jeitinho nada meigo e suave dela, fiquei com muita vontade de ver essa Eleanor antiga e o porquê dela ter se tornado o que é. 


Preciso dizer que totalmente entendo a implicância que ela tem com a Tahani, qualquer um reviraria os olhos as falas dela. Apesar disso fiquei com muita pena  pelo soulmate, eu já teria socado ele ou começado a chorar, provavelmente os dois. E na festa, eu sou a Eleanor roubando os camarões, quem nunca?


O Chidi é puro amor, não sei como ele vai aguentar essa situação, o que dá um grande potencial para as interações com a sua soulmate. Não achei muito forte a harmonia do elenco, mas dá pra melhorar com pouco esforço já que achei o roteiro e o plot muito bons, com piadas certeiras. Vamos acompanhar e ver no que vai dar.


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21 de set de 2016

[REVIEW] LUCIFER - S02E01: EVERYTHING'S COMING UP LUCIFER



Nosso Diabinho em férias permanentes passou por maus bocados temporada passada, em resumo, podemos dizer que: O imortal enjoou do emprego, fugiu do papai, descobriu sua kryptonita, morreu, ressuscitou e não pra virar Zumbie NÃO! 
A META agora é encontrar ou escapar do que ESCAPOU – ou foi liberto – do Inferno?

Amenadiel: Quem escapou do Inferno?
Lucifer: Mum.

(Luci e nós todos tremendo...) 

Nesse retorno, não tivemos respostas, mas fomos agraciados com aquela sensação gostosa de leveza que a série sabe dar. O tempo passa rápido, não? Amendiel não curte a ideia...

Sinto que se já não passou, logo passará do ponto de Chloe descobrir ou admitir quem Lucifer é, porque essa negação já está ficando cansativa e Luci anda com as piadas esgotadas. Curiosa aqui estou pra saber o que a ciência tem a dizer sobre a amostra divina - vulgo sangue - Testar ou não testar? Eis a questão.

Eu queria ter me livrado para sempre desse ex tão presente da Chloe. Teorias?

Assim como dizemos amém para retornos como o de Maze, uma adição que tende a ser interessante se bem trabalhada é a forense Ella Lopez, isso se tiver um mínimo de foco na trama. Esse é um ponto que espero ser explorado nessa temporada, o aprofundamento individual dos personagens, estamos sentindo essa caminhada sendo trilhada; traçada com a aproximação entre Maze e Linda. 

Saudades sessão de terapia entre elas...

Listando os dilemas e preocupações do momento, caímos na pergunta: O que aflige Amenadiel? Esse “defeito” em seu poder seria uma fraqueza como a de Luci (causada pela aproximação com Maze) ou uma afetação; distúrbio causado pela aproximação da Mum Morningstar!?

O conto Bobby B do episódio transcorreu como sempre e como esperado, isso tudo levantado, foi o que ganhou mais pontinhos, pois já mostraram de cara que não irão arrastar e levar temporada a dentro UM único assunto, ao finalizar o capitulo já revelando quem é a mãe de Lucifer e ela mesma indo de encontro a ele.

Isso revelado, encerro com a mais atual pergunta: Cadê Trixie abraçando Lucifer? E Lucifer jogando frisbee pra ela...

BONUS: Luci cantando Jimi Hendrix “... No reason to get excited; the thief he kindly spoke ...” ♪♫

ZILCH!_ 

PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO:

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[LIVROS] RESENHA - A LONGA E SOMBRIA HORA DO CHÁ DA ALMA



Kate Schechter devia ter prestado atenção aos avisos que o universo tentava lhe dar. No aeroporto de Heathrow, prestes a embarcar para a Noruega, a americana pensa em todos os sinais que lhe diziam para não fazer aquela viagem. Ainda assim, ela não está nem um pouco preparada para a explosão do balcão de check-in, que destrói parte do terminal.

Enquanto isso, no norte de Londres, o detetive Dirk Gently está no fundo do poço: sem dinheiro, vive de bicos como quiromante numa tendinha. Refletindo sobre seu fracasso, ele lembra de repente que, na verdade, tem um cliente e está absurdamente atrasado para o encontro aquela manhã.

Porém, o investigador chega tarde demais. Sentindo-se culpado pela sina do homem, ele resolve mais uma vez fazer uso da interconexão de todas as coisas e vê uma ligação do seu caso com os estranhos eventos no aeroporto.

Abrindo caminho em meio aos elementos mais absurdos, Dirk se depara com uma máquina de refrigerante que aparece nos lugares mais improváveis, uma águia hostil que insiste em atacá-lo, um hospital sinistro para casos exóticos, horóscopos insultuosos e uma calculadora de I Ching.

Neste delicioso livro que dá continuação à série de Dirk Gently, o leitor se surpreenderá ao observar como todas as peças do quebra-cabeça se encaixam para formar uma trama genial e hilária. 


"Dificilmente é uma coincidência que nenhuma linguagem na Terra tenha criado a expressão "Bonito como um aeroporto" "

Dizer que Doulgas Adams foi sarcástico e irônico em algum livro é praticamente uma redundância. Mas ao invés de ficarmos cansadas dessa característica, simplesmente pedimos por mais a cada página virada. Fazia um tempo que não pegava em um livro dele, estava com medo de comparar muito com o Guia, mas qual não foi minha feliz surpresa ao perceber queo mesmo ritmo de escrita e tipo de critica era mantido ao mesmo tempo que fazia algo totalmente diferente de seu trabalho mais famoso.

A parte boa começa no título, quem não gostaria de ler algo chamado A Longa e Sombria Hora do Chá da alma???? Esse é o segundo livro da série do Detetive Dirk Gently, mas se você não leu o primeiro, tudo bem, pois elas são histórias bem independentes. A primeira coisa a falar sobre esse detetive maravilhoso é que a sensação que ele passa é que não está disposto a investigar nada, na verdade, ele evitaria se pudesse, e por causa disso ele entra em diversos conflitos existenciais com o universo, que geralmente terminam com ele xingando e se exaltando.

O destaque na escrita é sobre como os personagens encaram as situações mais absurdas, às vezes é como se não fosse nada demais encontrar um criatura impossível de existir na sua cozinha, esse estado de negação não é bizarro, é a coisa mais normal do mundo. Quem nunca se encontrou em um momento WTF e decidiu encará-lo como se acontecesse todo dia? Ou quem nunca na trivialidade de esquecer de colocar açúcar no café não ficou extremamente aborrecido? Esses contrastes que em um primeiro olhar parecem estranhos, se tornam risíveis quando pensamos que sempre estamos num estado de negação ou chilique a maior pare do tempo.

Dirk é o amigo que eu/você/o mundo todo gostaria de ter, aquele que se dá bem ou mal das formas mais loucas gerando uma boa história para contar. O livro segue ele tentando desvendar um assassinato e eu diria que termina com ele tentando mater a coesão lógica do universo e nesse processo temos Kate, que tem as melhores reações com os imprevistos da vida. As histórias de Douglas são difíceis de explicar porque geralmente elas seguem uma linha de ir e voltar em vários pontos, sendo aquela pedra que você viu no primeiro capitulo pode ser a chave para o desfecho último. Essa é uma história que diria até menos sombria do que as que eu conhecia do autor, o tipo que faz você dar aquela risada constrangedora no ônibus quando vem aleatoriamente uma frase na sua cabeça.

AUTOR(A): Douglas Adams
PÁGINAS: 224
EDITORA: Arqueiro
LANÇAMENTO: 2016
ONDE COMPRAR: Submarino
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19 de set de 2016

[NOTÍCIAS] VEJA A LISTA COMPLETA DE GANHADORES DO EMMY 2016




Melhor série de drama
The Americans
Better Call Saul
Downton Abbey
Game of Thrones – Vencedor
Homeland
House of Cards
Mr Robot

Melhor série de comédia
Black-ish
Master of None
Modern Family
Silicon Valley
Transparent
The Unbreakable Kimmy Schmidt
Veep - Vencedor


Rami Malek - Mr Robot

Melhor ator de drama
Kyle Chandler, Bloodline
Matthew Rhys, The Americans
Kevin Spacey, House of Cards
Rami Malek, Mr Robot - Vencedor
Bob Odenkirk, Better Call Saul
Liev Schrieber, Ray Donovan

Melhor atriz de drama
Claire Danes, Homeland
Viola Davis, How to Get Away With Murder
Taraji P Henson, Empire
Tatiana Maslany, Orphan Black - Vencedora
Keri Russell, The Americans
Robin Wright, House of Cards

Melhor ator de comédia
Anthony Anderson, Black-ish
Aziz Ansari, Master of None
Will Forte, The Last Man On Earth
William H Macy, Shameless
Thomas Middleditch, Silicon Valley
Jeffrey Tambor, Transparent - Vencedor

Melhor atriz de comédia
Ellie Kemper, Unbreakable Kimmy Schmidt
Julia Louis-Dreyfus, Veep – Vencedora
Laurie Metcalf, Getting On
Tracee Ellis Ross, Black-ish
Amy Schumer, Inside Amy Schumer
Lily Tomlin, Grace and Frankie

Courtney B. Vance accepts the award for outstanding lead actor in a limited series or a movie for “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”.
Courtney B. Vance 

Melhor ator em uma minisérie ou filme 
Bryan Cranston, All The Way
Benedict Cumberbatch, Sherlock
Idris Elba, Luther
Cuba Gooding Jr, The People v OJ Simpson
Tom Hiddleston, The Night Manager
Courtney B Vance, The People v OJ Simpson - Vencedor

Melhor minisérie
American Crime
Fargo
The Night Manager
The People v OJ Simpson - Vencedor
Roots

Melhor reality de competição
The Amazing Race
American Ninja Warrior
Dancing With the Stars
Project Runway
The Voice - Vencedor
Top Chef

Melhor filme de TV
A Very Murray Christmas
All the Way
Confirmation
Luther
Sherlock: the Abominable Bride - Vencedor

Melhor talk show
Comedians in Cars Getting Coffee
Jimmy Kimmel Live
Last Week Tonight With John Oliver - Vencedor
The Late Late Show With James Corden
Real Time With Bill Maher
The Tonight Show With Jimmy Fallon

Melhor sketch de série
Documentary Now!
Drunk History
Inside Amy Schumer
Key & Peele - Vencedor
Portlandia
Saturday Night Live

Louie Anderson poses backstage with his award for Best Supporting Actor in a Comedy Series.
Louie Anderson - Baskets

Melhor ator coadjuvante em série de comédia
Louie Anderson, Baskets – Vencedor
Andre Braugher, Brooklyn Nine-Nine
Keegan-Michael Key, Key & Peele
Ty Burrell, Modern Family
Tituss Burgess, Unbreakable Kimmy Schmidt
Tony Hale, Veep
Matt Walsh, Veep

Melhor ator coadjuvante de drama
Jonathan Banks, Better Call Saul
Ben Mendelsohn, Bloodline - Vencedor
Peter Dinklage, Game Of Thrones
Kit Harington, Game Of Thrones
Michael Kelly, House Of Cards
Jon Voight, Ray Donovan


Sarah Paulson

Melhor atriz em minissérie ou filme 
Sarah Paulson, The People v OJ Simpson: American Crime Story - Vencedor
Audra McDonald, Lady Day at Emerson’s Bar & Grill
Kerry Washington, Confirmation
Kirsten Dunst, Fargo
Lili Taylor, American Crime
Felicity Huffman, American Crime

Melhor ator coadjuvante em minisérie ou filme
Jesse Plemons, Fargo
Bokeem Woodbine, Fargo
Hugh Laurie, The Night Manager
Sterling K Brown, The People v OJ Simpson: American Crime Story – Vencedor
David Schwimmer, The People v OJ Simpson: American Crime Story
John Travolta, The People v OJ Simpson: American Crime Story

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia
Niecy Nash, Getting On
Allison Janney, Mom
Kate McKinnon, Saturday Night Live - Vencedora
Judith Light, Transparent
Gaby Hoffmann, Transparent
Anna Chlumsky, Veep

Melhor atriz coadjuvante em série de drama
Maura Tierney, The Affair
Maggie Smith, Downton Abbey – Vencedora
Lena Headley, Game Of Thrones
Emilia Clarke, Game Of Thrones
Maisie Williams, Game Of Thrones
Constance Zimmer, UnREAL

Regina King poses backstage with her award for Outstanding Supporting Actress In A Limited Series Or Movie .
Regina King - American Crime

Melhor atriz coadjuvante em minissérie de comédia ou filme
Melissa Leo, All The Way
Regina King, American Crime – Vencedora
Sarah Paulson, American Horror Story: Hotel
Kathy Bates, American Horror Story: Hotel
Jean Smart, Fargo
Olivia Colman, The Night Manager

Melhor ator convidado em série de comédia
Bob Newhart, The Big Bang Theory
Tracy Morgan, Saturday Night Live
Larry David, Saturday Night Live
Bradley Whitford, Transparent
Martin Mull, Veep
Peter Scolari, Girls -Vencedor

Melhor atriz convidada em série de comédia
Laurie Metcalf, The Big Bang Theory
Christine Baranski, The Big Bang Theory
Tina Fey and Amy Poehler, Saturday Night Live - Vencedoras
Melissa McCarthy, Saturday Night Live
Amy Schumer, Saturday Night Live
Melora Hardin, Transparent
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16 de set de 2016

[PRIMEIRAS IMPRESSÕES] - SPEECHLESS



Uma série levinha de comédia, mas que vem com uma grande responsabilidade: tratar de paralisia cerebral sem cair em antigos clichês. Pelo menos nesse primeiro episódio ela conseguiu esse feito, nos apresentou uma família que se adaptou as dificuldades, mas não deixou com que elas a moldasse tanto. Claro que já deu pra perceber que cada um carrega características de quem vive enfrentando mudanças e estresses, mas nada que os faça perder a leveza.


"Trash or person?"

Quando vi o trailer, achei que a Maya seria a mãe louca que sempre leva sozinha as brigas e os outros meio que só estariam lá. Um boa surpresa foi ver que o Jimmy é um pai muito mais presente nessas loucuras e capaz de gerenciar bem o cuidado com os filhos, tudo bem que a relação com a mãe ainda vai ser um dos maiores focos, mas pelo menos ela não estará isolada.

Dou todo o mérito devido a ABC por ter escolhido um ator que de fato seja o que ele representa, dando um grande salto para a representatividade. Não conhecia o Fowler de outros papeis e fiquei muito feliz com a desenvoltura dele na série, sendo bem divertido na interação com a família e os outros personagens. Os roteiristas estão de parabéns pelas falas dele.

Já o Ray e o Kenneth achei personagens um pouco previsíveis, mas ainda é cedo para falar demais. No caso da Dylan fiquei realmente ansiosa sobre os plots que ela pode render, sem contar todos os alunos e professores daquela escola que são simplesmente M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-S. 

A história em si tem que melhorar, pois ainda é um pouco corrida tal como as piadas que são boas, mas podem ser bem ótimas. Eles já estão ganhando pelo fato do elenco ser muito harmonioso e totalmente vale a pena dar um chance.
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[LIVROS] RESENHA - A TORRE (THE CHECQUY FILES #1)




Misterioso e hilariante, “A Torre” é uma fantasia que promete fisgar os fãs de fantasia do princípio ao fim.
Muito suspense, certa dose de humor, uma heroína capaz de deixar Katniss Everdeen, de Jogos Vorazes, no mínimo intimidada e uma carta encontrada no bolso que começa assim:

"Querida Você,
O corpo que está usando costumava ser meu."

Encharcada pela tempestade que cai sobre o parque, ela ainda não sabe por que está cercada de cadáveres. Muito menos por que todos usam luvas de látex. Sem escolha, ela decide seguir as orientações deixadas nessa carta e encontra outras duas. Uma carta leva a outra e mais outra, e assim ela descobre seu nome: Myfanwy Thomas. E ainda que é uma Torre - uma agente secreta de alto escalão que trabalha para uma organização do Império Britânico responsável por combater eventos sobrenaturais.

Mas há um traidor nessa organização. Um traidor que a quer ver morta. E que logo perceberá que Myfanwy ainda está viva. E sem memória.

Enquanto luta para salvar sua vida, Myfanwy conhece pessoas misteriosas: um homem com quatro corpos, uma aristocrata que pode entrar em seus sonhos, crianças que se transformam em guerreiros mortais e uma conspiração que vai muito além do que poderia imaginar.

Com uma protagonista feminina forte e apaixonante, A Torre é um livro que vai envolver os leitores de fantasia em uma narrativa cativante e, ao mesmo tempo, diferente de tudo o que já foi publicado no gênero.


O que você faria se abrisse seus olhos e estivesse na chuva, com seus lábios sangrando, os dois olhos bem inchados e roxos, sem a mínima ideia de quem era, porque estava ali e com  uma carta endereçada a você? 

Foi assim que Myfanwy Thomas estava quando abriu seus olhos. 

A nova Myfanwy tinha duas opções:

Opção 1 – Ter uma nova vida longe dali, com uma nova identidade, muito dinheiro e sem perigos;

Opção 2 – Levar a vida da antiga Myfanwy, assumir seu lugar sem ninguém perceber, tentar descobrir quem está querendo matá-la e enfrentar.

Então qual opção você escolheria? Acho que é fácil saber qual opção ela escolheu. Acho que seria interessante ter outro livro mostrando o que aconteceria se ela fizesse outra escolha, o que teria acontecido? (muito curiosa)

A primeira coisa que me chamou atenção no livro foi a capa, fiquei curiosa por causa dos brasões e por causa do nome também, a segunda coisa foi a sinopse assim que li a frase: 

Querida você,O corpo que está usando costumava ser meu.

Não tive duvidas que precisava ler esse livro, essa frase despertou minha curiosidade pra história, comecei a imaginar o que teria acontecido. 

Lendo o livro percebi que nossa protagonista Myfanwy perdeu a memória, não se lembra de absolutamente nada, inclusive nem do seu nome. 

“Tudo o que me faz ser quem eu sou. Minhas memórias. Minha personalidade. Minha alma. Perdidas para sempre. Obliteradas. Isso é pior do que morrer.”

Mas ela estava preparada tinha sido avisada que isso aconteceria, então escreveu várias cartas para si mesma, contando quem era, onde trabalhava, quem eram as pessoas que conviviam com ela no trabalho, além de algumas outras coisas. 

E essas cartas são ótimas, porque é através delas que conhecemos esse novo universo criado por Daniel O’Malley e vamos descobrindo junto com a personagem, tentando montar o quebra-cabeça que a vida dela se tornou. Podemos observar que há uma grande mudança na personalidade de Myfanwy, através das cartas descobrimos que ela era: tímida, medrosa (mesmo tendo um ótimo poder), sem amigos ou vida social, mas muito eficiente com os números. A nova Myfanwy é: falante, corajosa, sarcástica, irônica, gosta de exercitar o poder que tem e continua eficiente (nem tudo foi esquecido).

Na história encontramos pessoas com poderes únicos e especiais, o que me lembrou x-men, tem até uma escola para eles. A organização em que Myfanwy trabalha tem cargos de acordo com o xadrez: peões, bispos, cavalos, torres. Com exceção do Rei e Rainha, como sua sede é na Inglaterra, a verdadeira rainha poderia não gostar desses cargos, então é usado o nome Lorde e Lady. 

O livro possui uma escrita rápida, que flui muito bem, com bons personagens, uma história que te prende. Não achei nenhuma parte chata, mas às vezes as cartas quebravam o ritmo da história o que é compreensível, pois precisavam ser explicados alguns detalhes. Acho que um ponto negativo seria ter deixado algumas coisas pro final e acontecer uma atrás da outra, de uma forma rápida demais. O autor conseguiu reunir o gênero fantasia e policial de uma forma muito boa e divertida. Esse é um primeiro volume, o segundo já foi lançado, porém ainda não foi traduzido para o português, mas vamos ficar na torcida.


Titulo: A Torre (The Checquy files #1)
Autor: Daniel O'Malley
Editora: LeYa
Páginas: 432
Ano: 2016
Onde Comprar: Amazon


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9 de set de 2016

[NOTÍCIAS] LEIA A PRIMEIRA PÁGINA DO SCRIPT DA NOVA TEMPORADA DE GILMORE GIRLS


O site EW divulgou a primeira página do script da nova temporada de Gilmore Girls. Lauren Graham falou que demorou para ler o último episódio pois teve medo do que aconteceria no final. Já Alexis Bledel garante que leu os três primeiros episódios em uma sentada e que sentiu como se tudo fosse familiar. Abaixo a foto do script e a tradução (tradução livre):

GILMORE GIRLS "Inverno"


Após filmar algumas pessoas a câmera foca em LORELAI GILMORE sentada na escadaria do gazebo, com dois copos gigantes de café nas mãos e uma sacola de papel no colo. Ela ouve uma voz familiar:
RORY
Olá!
Lorelai olha para cima e olha para RORY GILMORE parada, sorrindo e maravilhosa.
LORELAI (irritada)
É assim que você parece quando sai de um avião?
RORY
É assim que você diz olá?
LORELAI (se levantando)
Você esteve enfiada em uma lata de sardinha glamourizada por sete horas, rodeada por pessoas gastando e com difteria, sarna, porções de hummus, cães raivosos e crianças drogadas atacando seu assento e roubando seu troco.
RORY
Que tipo de companhia tem voado?
LORELAI
Você deveria estar inchada e deformada. Você deveria estar cantando "I dreamed a dream" com um penteado horrível enquanto vende seu corpo para estivadores franceses. Mas ao invés disso você está perfeita. Confesse. Você foi "Goop'd". (referência a marca de estilo de vida de Gwyneth Paltrow chamada Goop)
RORY
Eu não fui "Goop'd".
LORELAI
Você faz ioga nos corredores usando calças de cashmere enquanto seu cachorro assiste Zoolander no relógio dele. 

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8 de set de 2016

[LIVROS] RESENHA - A GAROTA NO TREM





Um thriller psicológico que vai mudar para sempre a maneira como você observa a vida das pessoas ao seu redor.

Todas as manhãs, Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas dágua, pontes e aconchegantes casas.
Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes a quem chama de Jess e Jason , Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess na verdade Megan está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos. 
Uma narrativa extremamente inteligente e repleta de reviravoltas, A garota No Trem é um thriller digno de Hitchcock a ser compulsivamente devorado.




A garota no trem é um livro do gênero Thriller (usa o suspense, tensão e excitação como principais elementos na narração). A narrativa se alterna entre três mulheres que por diversos motivos, alguns bem estranhos e assustadores, têm suas histórias interligadas:
Rachel, que pega o trem todos os dias a fim de sair e voltar para casa, a garota no trem de fato e protagonista dominante; Anna, mulher do ex-marido de Rachel; e Megan, ex-vizinha de Rachel e vizinha da Anna. É importante observar que além de alternar de quem é o ponto de vista há alternação no tempo (data) em que cada personagem narra sua história. 
Rachel, uma mulher divorciada, mas que não aceita o fim de seu relacionamento que fora quase sempre perfeito e que na cabeça dela só terminou por culpa sua, principalmente do seu vício em bebidas alcoólicas. Mesmo separada vive procurando seu ex-marido e infernizando a vida dele com Anna e aprontando muitas coisas das quais muitas não consegue se lembrar, pois sofre com amnésia alcoólica com frequência, já que está sempre bebendo.

“Perdi o controle sobre tudo, até sobre os lugares dentro da minha cabeça”

 O trem que pega todos os dias tem o percurso que passa por sua antiga casa, agora novo lar de seu marido e Anna, por esse motivo ela sempre olha para aquela casa, afinal poderia ter um relance do homem que ainda ama; olha também para a casa de número 15, onde vive um casal (onde Megan entra na história), para o qual Rachel imagina toda uma história romântica e perfeita como a sua ainda deveria ser. Todos os dias, nas mesmas horas, esse casal tem sua vida observada lá do trem pela Rachel (já que tudo é muito mais interessante do que sua própria vida), sem nunca terem percebido. Então uma mudança suspeita na rotina desse casal chama atenção de Rachel, e mais ainda ao saber que depois dessa cena suspeita Megan encontra-se desaparecida. Motivada por um desejo interior que nem ela própria consegue compreender, Rachel sente um desejo de contribuir com o caso e acaba participando diretamente das investigações e das vidas dos envolvidos, tanto quanto sua memória e lucidez lhes permitem. 

“Eles formam um par, uma dupla. São felizes, está na cara. São o que eu era. São como Tom e eu éramos, há cinco anos. São o que eu perdi, são tudo o que eu quero ser”.

“Não aguento ficar de fora – para o bem ou para o mal, agora faço parte disso. Preciso saber o que está acontecendo”.

Minhas impressões:

1- Bem escrito gramaticalmente;
2- História bem desenvolvida e todos os pontos bem conectados;
3- A cada página uma nova descoberta e uma mudança na direção de quem achamos que é o culpado;
4- Sentimentos maravilhosamente descritos;
5- Personagens muito bem estruturados e reais em sua imperfeição, tanto que apesar de amar suspense e ter a curiosidade de descobrir o que aconteceu ou está acontecendo, o ponto mais interessante é justamente o drama psicológico das personagens femininas. Como a maternidade, trabalho do lar, manutenção da beleza, responsabilidade de sucesso no casamento em suas costas... (maior ponto positivo de todos). 

Enfim, é maravilhoso conseguir identificar em livros com um tema e gênero central, no caso o suspense, algo de tão real na vida das pessoas do mundo real e poder tirar alguns ensinamentos para o nosso dia-a-dia com a leitura.



Título: A Garota No Trem 
Autor: Paula Hawkins
Editora: Record
Páginas: 378
Ano: 2015
Onde comprar: Amazon

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