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28 de mai de 2016

[REVIEW] NASHVILLE - S04E17 e E18: BABY COME HOME WITH THE TRUTH



Nossa quanta tensão e emoção nestes dois episódios, a tempos não vemos histórias tão angustiantes, parece que tudo assumiu um novo nível de drama. E pelo andar da carruagem, não tem como não orar para que tenhamos uma nova temporada, ao menos para ver a Maddie quebrar a cara bonito!

Já que comecei falando da nobre adolescente, o caminhar de todo plot envolvendo Maddie não foi nada de inesperado, a qualquer hora esperávamos o embate diante de um juiz. Uma pena que em um episódio vimos uma pequena luz no fim do túnel em forma de sensatez da parte da garota que caiu por terra depois da imposição (muito bem-feita por sinal) de Rayna batendo de frente com Cash. Essa menina merece que o único dinheiro visto na sua vida e carreira seja quando ela assina seu próprio nome viu… 


Apenas com o plot envolvendo a família James / Cayborne / Conrad já podíamos fazer uma dissertação, não só uma review, mas vou ser objetivo pois o que mais me chocou foi a coragem de Maddie ao pintar uma imagem perante a juíza do seu pai que tanto lutou para ter um relacionamento. Do nada, as relações familiares não são mais importantes para a garota. Outra coisa que me choca é em pleno século 21 não termos nos fundos de um bar câmeras para mostrar que inicialmente Deacon agiu em legítima defesa contra o seu falso sócio.

Do outro lado da história temos o casal que nunca fica junto, Scunnar que sinceramente, já cansei de shippar, o ciúme, a prisão no elevador, as entrevistas, os shows, tudo isso apenas é uma brincadeira com o coração dos shippers de plantão. Se a série fosse salva, uma das coisas que teriam que mudar seria a dinâmica destes dois, quatro anos é o suficiente para este chove e não molha não é verdade?


E o que falar quanto a Luke, após ter a sua turnê salva o rapaz tem sido o paizão. Não, não do filho que fugiu para ingressar no exército, mas dos pupilos. Juliett teve que lidar com tooooda a informação que perdeu no tempo que esteve fora, e olha, ela perdeu bastante coisa, e claro, perder “de vez” Avery e ter ao menos o consolo do amigo e chefe de gravadora. Com Will, Luke também tem sido mais que apenas um boss. Organizar a promoção do rapaz fez dele no final um defensor da causa LGBT. Uma pena que deu no que deu, e voltamos a mais um drama complexo para Will que vai sentir na pele que o problema em fazer a coisa certa, é que normalmente é pior por um tempo antes de melhorar. 

Nossa, é muita emoção, pra fan nenhum botar defeito. Encerro falando que as legenders me representam todo final de episódio com as # colocando em palavras os sentimentos pós 40 minutos de tensão.
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[REVIEW] NCIS: NEW ORLEANS - S02E24: SLEEPING WITH THE ENEMY [SEASON FINALE]

“I'm glad you didn't die.” – Christopher Lasalle

Novamente Chris me representando de forma absurda com uma frase. Fiquei com medo de que algo acontecesse com algum dos membros da equipe, ainda mais depois do tiroteio no escritório do último episódio. Mas não foi dessa vez que NOLA destruiu meu coração (do jeito que outras séries fizeram, não é SVU e Chicago PD?).

Gostei muito do episódio como um todo. Desde a caça aos explosivos perdidos até a licença administrativa de duas semanas, houveram poucas cenas em que algo me incomodou. É claro: depois de já saber que Russo era o responsável por toda a situação, fiquei bem incomodada com a presença dele em certas cenas. Acho que, de certa forma, Brody teve grande destaque nesses últimos episódios. Na última review, disse que Merri sabia de toda a história e iria enganar John. Dito e feito. Porém e o medo de ele descobrir antes da hora? E se ela se machucasse mais do que o necessário? Ainda bem que todas as minhas preocupações quanto a isso foram em vão. 


Outra pessoa que teve um pouco de destaque nesse episódio foi Sonja e sua habilidade de desarmar explosivos. Tough chick, essa é a verdade. Admito que se eu estivesse na posição dela, não iria ter deixado King lá sozinho de jeito nenhum e tentaria de tudo para salvá-lo e a mim mesma. Acho que essa situação foi bom tanto para Chris e para Percy verem como cada um se sentiu em Second Line (S02E20), sendo que agora a situação estava invertida. Juro: quando Chris a puxou, achei que já ia sair beijo daquilo ali. E quase saiu, por sinal. Não digo que sou contra o casal, mas também não sou completamente a favor, ainda mais porque os dois são parceiros e isso pode acabar se transformando em algo muito ruim.

E quanto a Broastian? Porque é impossível que eu tenha sido a única a perceber que ele tem um tombo por ela. Todo o ciúme, a preocupação e a decepção de saber que ela foi viajar sem avisar me fizeram ter mais esperança ainda pelo casal. Apesar de amar a ideia, acho que é uma boa ela aproveitar esse tempo na praia, tirar todas as preocupações da cabeça e começar do zero quando voltar. Afinal, ela passou por muita coisa durante o ano.  Até me arrisco em dizer que Brody foi a personagem que mais cresceu nessa temporada, e isso me deixa extremamente feliz, pois sempre soube que ela tinha um potencial incrível.


Todos os personagens cresceram, mesmo que em proporções diferentes. Gostei muito de ver Sebastian se impondo para defender algo em que acredita, Patton enfrentando problemas do passado, Loretta adotando Danny e CJ, Laurel percebendo o que é o certo para sua vida, Sonja resolvendo pontas soltas, Chris se mantendo forte, mesmo com todas as situações complicadas que a vida manda para ele, Merri descobrindo a verdade sobre sua irmã e King...

Ah, King. O deixei por último justamente porque ele vale uma avaliação separada das demais. Ele começou a temporada como um recém-divorciado, teve sua cabeça posta à prêmio pela milícia, foi sequestrado junto com Hamilton para resolver um caso, comprou um bar, tocou piano e cantou, trabalhou junto com Gibbs, viu sua filha tomar suas próprias decisões... O sobrenome dele já expressa todo o meu sentimento: orgulho. A cada episódio, a cada frase, a cada crise, eu sinto cada vez mais amor por esse personagem e por tudo o que ele, e a série, têm feito. E que venha a 3ª temporada!

“I'm leaving the bar in Buckley's capable hands. Laurel's doing a an internship in Oberlin, Ohio. And I have a gig. Yes, as in music. Walter "Wolfman" Washington lost his piano player for a month. I'm filling in while they're playing in the Southeast.” – Dwayne Cassius Pride
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[REVIEW] THE FLASH - S02E23: THE RACE OF HIS LIFE [SEASON FINALE]


"Você não vai matar ela, nunca mais"

E mais uma temporada de The Flash se encerra. Quando fiz a review da temporada passada usei o jargão que estava na moda na época, de que a série foi uma série de super-herói que não tinha medo de ser uma série de super-herói. Essa temporada me decepcionou um pouco justamente por focar mais nas relações pessoais, além de que Zoom surgiu muito bem, mas foi um vilão que caiu no fim. Porém a série ainda tem seus méritos e segue firme pra algo grandioso na próxima temporada.


A morte de Henry era previsível. Se deu da maneira que eu esperava e isso só serviu pra mostrar que ainda falta muito para Barry ser um herói. Ele deixa seus sentimentos o atrapalharem muito, além de que seus vilões facilmente conhecem suas fraquezas. A experiência pode melhorar isso.


Era evidente que o plano da equipe sem Barry ia falhar e a ideia de Joe foi completamente estúpida. A necessidade de Wally chamar o Flash foi um toque diferente, que vai criando a importância do futuro Kid Flash.


A batalha final me incomodou muito. A solução de "torcer" para os espectros do tempo virem atrás de Zoom era uma péssima ideia que deu certo. Além do plano dele ser megalomaníaco demais. E essa é minha principal crítica à Zoom. A série quis que ele fosse grande demais para seu personagem. Todo o domínio de todas as Terras, a facilidade que ele subjugava os outros. Grande demais, pés no chão The Flash, pés no chão.


Que belo fan service o Wesley Shipp ser Jay Garrick. Genial! Minhas apostas sempre foram nele ou no Eddie, gostei mais assim. Por fim a decisão de Barry: FLASHPOINT. Pra quem não sabe, essa foi a saga que reformulou o Universo DC nos quadrinhos há 5 anos (e que está sendo desfeita agora). Ao voltar no tempo para impedir a morte de sua mãe Barry muda todo o o seu futuro. Veremos como a CW irá abordar isso e se isso irá reverberar nas outras séries do canal. Farei futuramente um post falando das minhas teorias sobre isso,por isso, sigam acompanhando o DDS!

E até a próxima temporada velocistas!


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[REVIEW] OUTLANDER - S02E07: FAITH


“Como poderemos ser os mesmos?” “Não, não podemos.” “O peso do que aconteceu aqui é muito grande para qualquer um de nós suportar sozinho. O único jeito de vivermos com ele é carregá-lo juntos.” 

O episódio já começa dando esperanças, mostrando que com o tempo tudo vai ficar bem. Claro, isso não significa que o passado será esquecido ou que as marcas do que aconteceu não vão mais causar dor, mas mostra que há formas de seguir em frente. Foram espertos em começar mostrando a filha ruiva da Claire naquele momento de paz em 1954, pois depois daquela cena o episódio ia ser seguido apenas de sofrimento e lágrimas.

Como não se comover com a reação da Claire? Como não dar um Emmy para a Caitrona? Sempre gostei da interpretação da atriz, mas nesse episódio, nessa sequência de cenas tão comoventes, a atriz realmente deu um show. Tivemos a tentativa da cura através da medicina, da palavra e da fé, mas quem realmente conseguiu tirar a Claire daquele local sombrio foi o seu amigo, Master Raymond. Esses dois provaram o poder de uma amizade quando colocaram as suas vidas em risco para salvar a vida um do outro.

A volta de Claire para casa deu continuidade ao clima emotivo, afinal, que cena linda foi aquela com seus funcionários? Sendo talvez o mais próximo de uma família naquele momento. Enquanto isso Jaime estava preso na Bastilha. O motivo todos sabíamos, ele havia conseguido ferir gravemente o Black Jack, mas ainda restava saber o que valia tanto a ponto de quebrar a promessa mais importante e difícil que ele já havia feito. Então, veio a cena que fez com que cada um de nós desejássemos poder atravessar a tela e abraçar o Fergus. Nessa temporada todo e qualquer vestígio de inocência foi violado, aniquilado ou drasticamente arrancado dos personagens. 

"Jesus H Roosevelt Christ"
Fergus pode ser uma criança com um estilo de vida diferente, a inocência dele não está em desconhecer a vida sexual a sua volta, ele cresceu frequentando o bordel. A pureza dele também não estava em acreditar na bondade do outro, pois ele sabia que as pessoas costumam ter segundas intenções. Não, ele podia não ser uma criança com o estilo de vida mais comum, mas ele ainda é somente uma criança; que atribuiu para si toda a culpa e responsabilidade pelo que aconteceu, que além de sofrer com o abuso sexual, ainda sofreu em silêncio envergonhado, uma criança que no final das contas só queria trazer um presente à altura da mulher que ele tanto admirava. Nunca mais queremos ouvir falar sobre lavanda, certo?

O episódio ainda havia guardado mais um pouco de emoções para o final. Claro, nenhuma positiva. Se um caso de pedofilia já não havia gerado repulsa suficiente por um episódio, por qual motivo não adicionar também um caso de abuso de poder? Claire não tinha nenhuma opção justa, além de ter que se deitar como o Rei, ainda teve que tomar uma decisão que poderia dar fim a vida de seu inimigo ou a vida de seu salvador. Mesmo com a presença imponente do Monsieur Forez e da pressão do Rei, Claire conseguiu fazer a melhor escolha possível naquele cenário. 

Ela apenas não podia imaginar que o seu amigo também seria esperto e não perderia a oportunidade perfeita de salvar a sua própria pele. No momento em que o colar de Claire ficou preto ficou claro que as coisas não iam terminar bem, confesso que o desespero inicial do St. Germain me comoveu, ele tinha noção do que ia acontecer, sabia que dessa vez não havia como escapar da morte. O resultado de toda essa provação foi a liberdade de Jamie. Ouvir Claire descrevendo o que havia acontecido e ver o sofrimento do casal foi de partir o coração. Até mesmo Louise se mostrou uma boa amiga na hora mais difícil. 

“Se tiver que sacrificar a minha virtude, Madre, somarei isso à lista de coisas que eu já perdi em Paris.”
A cena de Claire cantando para a menina morta em seu colo vai ficar gravada na minha memória por muito tempo. Foi uma das cenas mais tristes que já vi, uma mãe levando um dia inteiro para conseguir se despedir da filha que nunca teve a oportunidade de ver com vida. Para piorar a situação, analisando toda a situação, Claire ainda acabou colocando a culpa em si mesma. A sorte é que esse casal encontra forças para ficar junto e se amar ainda mais mesmo nos piores momentos das suas vidas. A cena do casal deixando a França e se despedindo do seu bem mais precioso foi linda. 

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27 de mai de 2016

[REVIEW] THE ORIGINALS - TERCEIRA TEMPORADA


Olá, pessoas! Assim como prometido, estou aqui para comentar a terceira temporada de The Originals, que foi encerrada na última sexta-feira. De forma geral, acredito que a série continua com um ótimo nível e, apesar de algumas falhas, que irei comentar mais para frente, não tenho muito do que reclamar no que diz respeito ao desenvolvimento das storylines e de grande parte dos personagens.

Diferente do que aconteceu no ano anterior da série, que foi focado exclusivamente na família dos Mikaelson, este ano nós pudemos ver a série sair um pouco do núcleo familiar, digo um pouco porque toda a premissa de The Originals tem como base a família e expandir seus horizontes para abordar relacionamentos com os amigos e inimigos. Sendo assim, logo no início da temporada fomos apresentados a vários novos personagens e os que mais receberam destaque – Tristan, Aurora e Lucien – foram os responsáveis por trazer o plot que seria pano de fundo para os 22 episódios desenvolvidos. 

A ideia de uma profecia que previa o fim de toda a família Mikaelson, em um primeiro momento, não me pareceu muito animadora, pois, de certa forma, eu sabia que os personagens principais não iriam morrer, ou seja, não vi com bons olhos o que os escritores estavam tentando vender. Mas, para a minha surpresa, a tão falada profecia não só trouxe novos personagens, como permitiu que eles fossem desenvolvidos de forma relevante e significativa. Tristan nos apresentou os Strix, grupo formado por vampiros gerados por Elijah, e nos deu a oportunidade de ver mais sobre o personagem, assim como deu espaço para que Marcel tivesse o que fazer durante a temporada e pudesse desenvolver o seu papel na season finale.

Lucien, que eu nunca gostei, principalmente porque o personagem parecia ter as piores razões do mundo para as suas ações – o famoso amor não correspondido – foi um dos personagens mais significativos e que desencadeou eventos de impacto, a meu ver teve um final um tanto quanto decepcionante. Usado como instrumento dos bruxos ancestrais de New Orleans, Lucien conseguiu se transformar em uma versão melhorada de Klaus – pois possuía uma mordida fatal feita a partir de veneno de todas as linhagem de lobisomens – e não só expôs o quão demoníacos eram os bruxos ancestrais, como foi responsável pela morte de uma das personagens principais da série: Camille.

Bem, eu nunca fui muito fã da Cami, principalmente porque a personagem nunca foi muito bem explorada. Ela tinha uma storyline (família que lutava contra as forças do mal na cidade durante anos) que poderia ser muito bem aproveitada, mas que foi jogada de lado e super mal desenvolvida só para que ela pudesse ser o interesse amoroso de Klaus. Minha crítica real seria melhor desenvolvida em um texto que fosse voltado para falar como as personagens femininas são extremamente mal utilizadas por grande parte das séries, mas, como esse não é o caso aqui, deixo a minha crítica para essa morte que me pareceu extremamente desrespeitosa e preguiçosa, especialmente porque Cami tinha acabado de virar vampira. As possibilidades estavam ali, mas, como sempre, a morte da personagem foi a solução encontrada pelos roteiristas. E, como se não fosse suficiente Camille ter sido morta pela mordida de Lucien, também resolveram matar Davina pelas mãos do namorado Kol.

Sinceramente, não tenho intenção de comentar isso muito a fundo, pois o que The Originals fez de verdade foi matar duas personagens femininas para impulsionar os personagens masculinos. O que resultou em um plot para chegarmos ao fim da temporada, mas que, a meu ver, poderia ser elaborado mil vezes melhor. A morte de Davina fez com que Marcel tomasse o mesmo caminho que Lucien e virasse o mais novo super vampiro da cidade, o que resultou na profecia sendo cumprida. De forma geral, eu nunca fui muito fã de Marcel, ele apareceu lá na primeira temporada como um antagonista da família Original, mas, devido ao seu passado com a mesma, ele foi mantido, muitas vezes, com alguma função interessante e papel legal para o desenvolvimento da série, mas agora acredito que ele tenha feito tudo que poderia ser feito. Óbvio, ele não morreu, mas, sinceramente, espero que isso aconteça na próxima temporada.

Outro destaque importante a meu ver foi a evolução de Klaus. Apesar de sempre vermos altos e baixos do personagem, confesso que esta temporada me deixou bastante feliz com o personagem. Klaus evoluiu, aprendeu umas coisas sobre família e, diferente da temporada passada que terminou com ele bolando um plano bastante questionável, agindo pelas costas de todo mundo para salvar sua filha, este ano ele se sacrificou para que todo mundo ficasse a salvo. Acredito que Klaus sempre vai ser um dos meus personagens preferidos desta série, pois adoro sua complexidade, assim como adoro sua evolução, por isso fiquei bem feliz com a conclusão da sua storyline na terceira temporada.

Finalmente, com a profecia cumprida, nós vimos Hayley levando toda a família Original – adormecidos e dentro de caixões – para a fora da cidade com Hope. Provavelmente quando a série retornar para sua quarta temporada em 2017, nós veremos uma passagem de tempo de três anos ou mais, já que vimos em The Vampire Diaries que Klaus ficou sumido (dentro de uma parede) por pelo menos 3 anos. Claro que a série não pode ser a série sem a presença dos Originais, porém vou gostar bastante de ver como Hayley irá encontrar a cura para salvar sua família e todos os acontecimentos resultantes disto.

Resumindo, The Originals continua sendo uma série que eu gosto de assistir, levando em conta vários fatores, e teve uma terceira temporada boa e consistente. Então por hoje é só, pessoal, volto para comentar a série quando ela retornar em 2017. E vocês, o que acharam desta temporada? Comentem!
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[REVIEW] ONCE UPON A TIME S05E22/23 – ONLY YOU/AN UNTOLD STORY


Olá lindinhos, como vocês tão pós essa season finale doida? Tudo bem? Só pra vocês não estranharem, eu entrei em projeto de monografia esse semestre, e junta as três ultimas cadeiras da faculdade, resume-se em: estava cheia de coisa pra entregar semana passada. Desculpem a demora. Então fica aqui a review final da temporada.

Um resumo básico desses dois episódios: Henry foge com a namoradinha para tentar destruir a magia, por que na logica dele, ela só trouxe coisa ruim (sentiram a cagada detected?). Rumple, que está com o cristal de Zeus (o que restou dele), quer atar toda à magia de Storybrook em si mesmo, para assim tentar acordar a Belle, já que o beijo de amor verdadeiro dele não resolveu. A historia do Médico e o Monstro é colocada em ação para a sexta temporada. E graças a isso, eu ri do outro plot final inserido ao final do episódio. Enquanto isso, rola toda uma coisa linda e maravilhosa: família Swan Mills, onde a Emma e Regina vão atrás do filho fugitivo antes que o mesmo faça besteira. E por ultimo: de novo a Zelena, com os Charming e o Hook caem num portal rumo a terra do Jekyll. Enfim, bola de neve que tá todo mundo tentando se resolver e ajudar um ao outro.



Agora por favor, me deixem logo começar a esbravejar, pois começou com a pior ideia possível do Henry. Como que se planeja acabar com a magia, enquanto uma das suas mães tá sofrendo o diabo no velório da pessoa amada? Me diz! Henry tem horas que nossa hein amigo! Além de claro, existir a Emma com o Hook, por que enquanto todo mundo apoiava a Regina, inclusive os pais da Salvadora, essa ultima tá com o Hook passeado pela cidade. Se eu disser que ódio e nojo já não definem mais, eu vou apanhar? Já que a única coisa menos violenta que existe aqui é revolta. Essa cena deles dois: nojo, apenas. Eu não vou mentir, eu quis sim que a Regina arrancasse a garganta dele fora. Era o mínimo viu. Libertasse a Queen só nesse momento, não ia reclamar. (vou apanhar).

Enfim, nesse episódio vemos também, como sempre, o Rumple escolhendo o poder em vez do amor ao salvar o cristal, em vez da Belle, o qual é um dos plots do episódio 22. Esse foi um dos motivos de o beijo do Senhor das Trevas não ter funcionado na Belle, já que né. A maior diferença dele para quase todos os outros vilões da serie. Ele sempre vai querer poder em primeiro lugar. E agora ele quer tanto isso quanto amor, e não tem como. Ou é um, ou é outro. O que me leva a conversa da Emma e da Regina, enquanto essa ultima acha uma carta não enviada do Robin.


Eu sei que pra mais da metade do fandom de Once, a Regina é uma das personagens favoritas, e pra metade ela é A Favorita certo? Como é pra mim. E que sim, eu por isso eu digo que ela foi uma das personagens que mais evoluiu desde a primeira até essa season finale. Tanto que o discurso dela para a Emma, enquanto elas estão no antigo apartamento do Neal, é de rasgar um coração. Ela se abriu completamente pra Salvadora, de como se sente em relação à mudança que ela vem tendo, sobre sempre dá alguma coisa errada, e ela tá em cima do muro, mesmo que já seja uma heroína. Mas ela nunca conseguiu realmente se assumir de um dos lados, por que ela teria que assumir basicamente todos os riscos dos dois lados. E ela tem medo, já que de um lado tem a Evil Queen, com toda a carga de maldade, e que está ali sempre querendo ressurgir, e do outro o lado totalmente bom, que basicamente só tá tomando na cara. Mentiu quem disse que não chorei e aplaudi. Senti um orgulho dela tanto nessa cena, quanto no final.

Enquanto isso, Henry tá a procura de como deter a magia, Rumple tá meio doido querendo a caixinha de pandora em que a Belle está, e entre o outro mundo em que o pessoal tá preso, esse episódio foi corrido, cheio de pequenas reviravoltas e amor. Esse episódio teve algumas das cenas mais amorzinhos da serie, como por exemplo a do Roland, antes de ele ir para a Floresta Encantada com os Homens Alegres (é isso mesmo?), e que ele tem uma cena linda com a Zelena, que foi outra coisa que me fez chorar feito doida. E o que mais me revolta depois disso é que o Roland teve que ir com o pessoal do Robin. Por que diabos ele não ficou com a Regina? Que loucura foi essa? E não ficou perto da irmã? Gente, que lógica doida é essa?


Enfim, o episódio se resume a isso: Henry achando que tá abafando (e eu acho que uma das motivações dele foi pra impressionar a namoradinha), mães tentado impedir a cagada, Rumple sendo ele mesmo e historia do Médico e o Mostro rolando solta e neguinho sendo preso no mundo dele. Já no episódio 22, já é os que foram para o outro mundo tentando fugir e voltar para Storybrook, enquanto Regina, Emma e o filho tentam impedir o Rumple de terminar o intento dele: conseguir a magia toda para acordar a Belle e trazer o lado ruim do médico para NY e consequentemente, Storybrook. E esse episódio foi baseado hein: bizarrice de separar o Jekyll do Médico, uma intensa vergonha pelo Henry (já que ele mesmo não teve), mas não nego que achei fofa a reação dele, e eu rindo até agora do plot twist final.

Então, enquanto o Henry consegue acabar com a magia, com a brilhante ideia de ter achado a antítese do Santo Graal, pois foi por ele que a magia entrou nesse mundo (bem, de acordo com a serie), então, com o outro cálice, a magia ia embora. Preciso parabenizar o Henry pela ideia ridícula e esdrúxula do Henry, parabéns criança, você mais uma vez fez besteira, por mais nobre que tenha sido sua intenção. Só foi de uma maneira errada, mas tudo bem. E falando nisso: não minto que achei vergonhoso, porem fofo a cena em que ele pede pros cidadãos de NY acreditem na magia, por que a família dele tá em perigo, e eles precisam daquilo. A cena da fonte foi fofo, pela Emma, Regina, a namoradinha do Henry e todo mundo na hora ter acredito, para restaurar o cristal e conseguir abrir o portal para trazer o grupo de volta. Mas gente, eu comecei a rir, desculpa.


Então, chegamos onde eu queria: eu sinceramente estava morrendo de medo de estragarem 5 anos de desenvolvimento da Regina e jogarem no lixo, ao fazer ela voltar a ser a Evil Queen para a 6 temporada. Mas não, ela usou a mesma tática e poção do Jekyll em se separar do Monstro: tirou a Evil Queen de dentro dela, por finalmente aceitar toda a bagagem emocional de ser uma heroína. E não minto que eu estava a um passo de pelo menos não vem nem a premier da 6 e maratonar a primeira parte.

Mas depois do final e da frase “The Queen is back!” nem eu querendo deixo de ver. E é por isso que to rindo, vai ser foda e hilário ver essas duas em Storybrook. Sério. Imaginem as brigas! Eu to rezando pra não estragarem um plot que pelo menos tem tudo para ser digno e bom. No decorrer dos dois episódios, os personagens que eu mais ri, amei e chorei foram a Regina, a Zelena e o Roland, por que olha, coisas amorosas do meu coração. E eu achei tão lindo quando o Henry pergunta como ela está se sentindo, e ela fala que livre, sem peso. E o que dá a entender é que ela finalmente está sendo ela mesma, aquela garota boa quando ela era crianças e adolescente.


Esses dois episódios foram uma mistura de te deixar sem folego, vergonha alheia, vontade de jogar o Rumple no ultimo circulo do inferno, e abraçar a Zelena e a Regina, com esse amor mais lindo de irmãs. Inclusive, no começo do episódio, mais uma cena das mais fofas entre elas duas. Zelena protegendo a irmã, lindinha! 

P.S: Finalmente deram final pra Merida, ela voltou pra casa. Amém! Pra logo depois os outros se lascarem por causa da magia tá loucona. hahaha

P.S 2: Deixo aqui um "Até a próxima temporada." Por que ainda não quero deixar de descrever, se eu não sei como vai tá minha vida com monografia no fim do ano. Qualquer coisa eu aviso. Brigada pelo carinho e atenção gente. *_* 

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[LIVROS] RESENHA - A COROA


Em A Herdeira, o universo de a Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava. 
Contêm spoilers dos livros anteriores.

Bem, se eu mencionar o fato que comecei a ler o livro ontem à tarde e terminei agora de noite, vocês entendem que eu gostei do livro? Porque, eu simplesmente amei ‘A Coroa’. Eu sabia, quando recebi o livro, que iria gostar, e eu estava na expectativa dele desde ter terminado de ler ‘A Herdeira’. Mas eu não esperava gostar tanto assim.

Bem, vamos aos motivos que me fizeram amar esse livro.

Apesar de muitas pessoas terem uma relação complicada com Eadlyn, eu realmente me apeguei a ela. Ela é uma personagem confiante, determinada, que consegue reconhecer seus erros (E isso está bem mais evidente nesses livro do que em ‘A Herdeira’), mas que tem sentimentos como qualquer outra pessoa. Tem incertezas, dúvidas e medos. Além disso, Eadlyn tem um personalidade diferente de América, sua mãe, que narrou os três primeiros livros da saga, então essa quebra de personalidade foi até um ponto positivo para mim. Por que desse modo, pude ver coisas, que se fosse narrado por alguém com a personalidade de América, poderia passar despercebido.

Além do mais, isso me fez ver como Kiera tem uma habilidade única, com relação a escrita. Mesmo mudando a personalidade, a época e as situações, ela nunca perde o embalo. A história tem um ritmo muito fluido, muito gostoso e rápido de ler. Além de conseguir misturar romance, drama e ação, em um único livro. Outro ponto que sempre me cativa nas histórias que Kiera escreve (A seleção, A Herdeira, A Coroa e A Sereia), é sua incrível criatividade para inventar nomes. Fico apaixonada por eles.

Bem, mas voltando a história... Os personagens são muito bem construídos. Ao passar cada página vamos conhecendo mais e mais de sua personalidade, de suas características e nos apegando cada vez mais a eles. 

Durante a competição, quando há uma redução do número de escolhidos (E isso não é spoiler, porque é óbvio que precisa ter uma redução, já que ela precisa escolher um), podemos conhecer mais daqueles que restam e acabar, por nós mesmos, escolhendo nossos favoritos.

Achei também que a relação dela com sua própria família foi bem mais desenvolvida nesse livro, além de ter pequenos por menores durante a narrativa, que conta um pouco do passado de Maxon e seu pai (E essa parte do livro me deixou de queixo caído) e de América e sua família. Além de vermos nosso casal favorito mais vezes! 

Ah, e o que falar do final desse livro? Bem. Não era o eu esperava. Mas foi ruim? Não. De maneira alguma. Na minha opinião, Kiera conseguiu criar um final para essa série, que não foi clichê, que não foi óbvio e satisfez muita gente (Como eu!). Não posso dizer quem ela escolheu, mas posso mencionar que foi uma surpresa, e que no fundo no fundo, eu torcia muito por ele (só vou dizer isso!). 

Se pudesse, ficaria aqui relatando cada por menor do livro, e o que achei deles, mas vou deixar que vocês descubram sozinhos e possam compartilhar do mesmo sentimento que os meus, ao descobrir tudo o que acontece nesse último livro da série! Recomendo de verdade a leitura! 

"Talvez não são os primeiros beijos que deveriam ser especiais. Talvez sejam os últimos."




Título: A Coroa
Autor: Kiera Cass
Editora: Seguinte
Páginas: 310
Ano: 2016
Onde Comprar: Amazon





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[REVIEW] THE 100 - S03E16: PERVERSE INSTANTIATION PART 2


Sem saída, Clarke pôs-se em risco mais uma vez em um plano perigoso, mas apesar de a pesada decisão de puxar a alavanca ter sido dela, dessa vez temos que creditar grande parte da "vitória" ao trio Murphy, Lexa e Raven. Com a supervisão de Abby, Murphy foi quem manteve o corpo de Clarke vivo; Lexa foi a responsável por proteger a mente da loira e Raven conseguiu lhe mostrar o caminho certo na hora certa. Se todos apoiassem Clarke assim desde o inicio, tudo poderia ser lidado de forma diferente e eficiente.


E que saudade eu estava da nossa Heda, que reapareceu no momento certo para realizar uma de suas tarefas favoritas: defender Clarke. Pudemos ver uma Lexa claramente mais leve e sem receios de demonstrar afeto à loira, mas melhor do que vê-la mais leve, foi assisti-la mais uma vez em combate com o modo comandante guerreira badass completamente ativado. E assim ganhamos mais uma chance de nos despedirmos da Heda. O consolo vem com a ideia de que pelo menos agora a ultima imagem que temos de Lexa é de uma guerreira correndo em direção a uma batalha e não dela agonizando em uma cama por ser atingida por uma bala perdida. Sua imagem final foi honrada, mas sua dolorosa despedida não será esquecida.

Enquanto isso no mundo real temos o exercito zumbi de ALIE fazendo o possível e o impossível para impedir o sucesso do plano de Clarke e cia. O que nos trás a Octavia e meu sentimento bipolar quanto à personagem, sentimento que mantive durante toda a temporada e que no episódio final foi mais evidenciado ainda. Chocada e irritada por ter colocado em risco a vida da humanidade por sua vingança mas ao mesmo tempo a adorando por tê-la cumprido no fim. E então finalmente aprendi que essa é Octavia, que odeio seu timing mas a amo.



Para o nível da temporada, o episódio final me pareceu abaixo do esperado. A terceira temporada for marcada por acontecimentos ousados e controversos, cheia de momentos de tirar o fôlego como bem exemplificou a freneticidade do episódio anterior, e quando chega na hora H, nos entregam um finale no qual resolvem não correr maiores riscos. Por exemplo, em meio a lutas mortais, não tiveram coragem de matar um coadjuvante sequer. Imaginei que pela forma como os acontecimentos se desenrolavam, no final era capaz de o elenco ser cortado pela metade junto com meu coração.

Sem falar na cena final anticlimática comparada as das temporadas anteriores que nos deixavam com grandes WTFs na cabeça. Agora vamos para uma S4 sem muita perspectivas do que vem à seguir. O mundo está acabando novamente, voltaremos ao espaço? A única certeza é que a situação psicologicamente todos os personagens deve ser mais trabalhada ainda, em que terão que aprender a conviver com o peso dos seus atos de quando estavam possuídos. Até o ano que vem.
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[LIVROS] RESENHA - ROMANCE MODERNO


Alguns dos problemas de relacionamento que temos hoje são bem específicos da nossa era: “Por que esse cara me mandou um emoji de pizza?”; “Devo sair com essa menina apesar de ela dizer que Torcida é seu petisco preferido? Torcida, jura?!”; “Minha namorada acabou de receber uma mensagem de um fulano chamado Daniel. Quem é Daniel? Será que ele mandou uma foto do pau dele? Devo olhar só para garantir?”
No entanto, a transformação da nossa vida amorosa não se resume à tecnologia. Em um curto período de tempo, as formas de se buscar o amor mudaram drasticamente. Algumas décadas atrás, os casamentos aconteciam entre pessoas que moravam no mesmo bairro. Suas famílias se encontravam e, depois de constatar que nenhuma das partes era um assassino em potencial, os pretendentes se casavam e tinham filhos. Tudo antes de completar 24 anos. Hoje, as pessoas se casam mais tarde do que nunca e passam anos à procurado par perfeito. Aziz Ansari tem discutido os romances modernos há tempos em suas apresentações de stand-up e no seriado Master of None, escrito, dirigido e protagonizado por ele. Mas agora, em Romance moderno, decidiu levar o assunto a outro nível. Aziz se juntou ao sociólogo Eric Klinenberg para desenvolver um projeto de pesquisa que se estendeu de Tóquio a Buenos Aires, passando por Paris, Doha e Wichita. Com o auxílio dos mais renomados pesquisadores, a dupla analisou dados comportamentais, entrevistou centenas de pessoas e criou um fórum no site Reddit, obtendo milhares de respostas. O resultado é um livro único, em que o humor irreverente de Aziz é veículo para pesquisas sociais inovadoras. Um tour pelo nosso universo romântico como nunca visto antes.
‘Romance moderno’ é um livro bem diferente de tudo que eu já li! Ele não é um livro de ficção, nem muito menos uma biografia. Mas sim uma pesquisa que tenta explicar as diversas vertentes do amor atual.

A narrativa começa explicando as diferenças das histórias românticas de décadas passadas e as de agora, e levantando vários questionamentos de o porquê haver tantas mudanças. Seria culpa da tecnologia? Da vida corrida e atribulada das pessoas de hoje? Ou seria culpa da busca incessante do par ideal?

O livro nos traz diversos dados científicos que mostram como a taxa de divórcios aumentou, como o número de filhos por casal diminuiu, assim como o tempo para casar aumentou. De que isso seria culpa? 

Aos poucos, e nos envolvendo na leitura, Aziz mostra como a tecnologia e a maneira de pensar, moldada por diversos fatores, vem atingindo a vida romântica das pessoas em todo o mundo. Assim como, a depender da cultura, as investidas para achar alguém podem ser mais sutis ou mais diretas.
Apesar de falar de uma pesquisa, o livro tem um tom hilário e sarcástico em alguns momentos, que faz com que a leitura seja leve e gostosa.

No todo, é um livro que me arrancou boas risadas e que eu recomendaria para quem quer sair um pouco da rotina literária! 



Título: Romance Moderno
Autor: Aziz Ansari
Editora: Paralela
Páginas: 296
Ano: 2016
Onde Comprar: Amazon







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10 MOTIVOS PARA ASSISTIR: MISS FISHER'S MURDER MYSTERIES


De séries criminais o mundo está cheio! É tanto detetive, policial, advogado, serial killer que nós, seriadores, estamos saturados. Diante disso, como que posso convencer vocês, leitores, de que Miss Fisher merece sua atenção? 

Miss Fisher's Murder Mysteries, é uma série de TV australiana que tem 3 temporadas, que passaram entre 2012 a 2015. A série é baseada nos romances da escritora australiana Kerry Greenwood. 

O seriado acompanha as aventuras de Phryne Fisher, uma mulher moderna e sedutora que investiga crimes e soluciona os mistérios de Melbourne durante a década de 20, período no qual as mulheres começaram a ter uma participação maior na sociedade, em função da perda de milhares de jovens durante a Primeira Guerra Mundial. (descrição retirada do Wikipédia hehe). 

Mas é muito mais do que apenas uma série policial, é um série sobre o poder feminino, sedução e todo o glamur da década de 20. Não se convenceu? Aqui vai 10 motivos para se encantar com Miss Fisher. 

1 - Abertura. 

A abertura de Miss Fisher é maravilhosa e uma das poucas que eu não pulo, mesmo que eu já tenha assistindo várias vezes. A música e contagiante e a arte passa um pouco do que veremos com a série. 


2 - Temporadas menores.

Estamos acostumados com o jeitinho americano de fazer série, ou seja, 22 a 24 episódios, com metade deles sendo enrolação para manter o telespectador grudando na cadeira. Não querende generalizar, é claro. 

Miss Fisher é diferente, tendo duas temporadas com 13 episódios e uma final de 8. Não que tenha um grande plot a ser desenvolvido, mas aprendemos a gostar dos personagem mais ainda com episódios com maior duração e temporadas com menor. 

3 - Ambientação.

Estamos na Austrália no fim da década dos anos 10 e começo dos anos 20. Não conheço muitas séries que se passem na Austrália ou no período pós 1ª Guerra Mundial, mas o ar australiano (e o sotaque) dão um toque todo especial para a série. 

4 - Figurino. 

O figurino! É lindo, é divino, é maravilhoso! O figurino de Miss Fisher é de tirar o fôlego, é impecável. Cada vestido ou terno usado é pensado para refletir a época que a série quer mostrar. A série foi indicada em vários prêmios devido o figurino e até recebeu um. Houve também uma exibição que viajou para alguns lugares mostrando os figurinos usados pelos personagens. Tudo é tão bem feito, até o mínimo detalhe, que realmente parece que estamos na década 20 vivendo aquele glamur! 


5 - O Roteiro. 

Toda boa série precisa de um bom roteiro e, sendo uma série policial, ainda mais, sendo procedural, um bom roteiro é quase que obrigatório. E Miss Fisher não peca em nenhum episódio. Eu não consigo pensar em um episódio que não seja engraçado e divertido. A série cumpre com o dever de entreter, além de nos sentirmos apegados a cada personagem. O roteiro é cativante é divertido e desenvolve bem o mistério, um prato cheio pra quem gosta de uma boa série criminal. 

6 -  A natureza humana. 

Bem, todos somos capazes cometer um homicídio, certo? Nada melhor que assistir Miss Fisher para compreender isso. A série nos dá mil e uma facetas para a natureza humana, mostrando que qualquer ser humano, qualquer pessoa, é capaz de matar alguém, se colocado sob a pressão correta. Vale a pena assistir para perceber que nem todo assassino é vilão e que qualquer um de nós pode acabar do outro lado da mesa de interrogatório. 

- Os coadjuvantes. 

Ai Santo Jesus, não tem um personagem ruim! Dot a dama de companhia de Phryne, santa e católica e muito inteligente, apaixonada por Hugh Collins, o policial auxiliar do detetive inspetor (já já eu vou falar dele). Sr. Butler o mordomo, que já foi boxeador, a dupla de taxistas sempre prontos para se meter em confusão em nome de Miss Fisher, Cec e Bert... A lista é enorme! Na realidade, todo o cast é tão maravilhoso que fica até impossível citar todos aqui. No entanto, saibam, os personagens são M - A - R - A - V - I - L - H - O - S - O - S!! 


8 - O Feminismo. 

Ok, chamar de feminismo pode ser um exagero, mas não vamos esquecer que a série se passa em 1919/1920. Era a época que as mulheres estavam começando a "provar" o seu valor na sociedade e existia ainda muito preconceito. Miss Fisher sai do esteriótipo de mulher indefesa, andando por aí com um revólver dourado dentro da bolsa, dormindo com um homem por episódio e defendendo os direitos das mulheres. Provando para o mundo masculino que a lhe cerca de que ela é capaz de fazer tudo que eles fazem, se defendendo de assassinos e ladrões. E que não é pecado algum aproveitar todos os prazeres da vida. Além de tudo, é uma aula de amor - próprio, já que Phryne não tem vergonha alguma do próprio corpo e quer que as mulheres ao seu redor entendam que não precisam ter também.


9 - Phryne Fisher.

A personagem que dá nome a série é também um dos principais motivos que você deveria considerar quando pensa em assistir Miss Fisher. Phryne é uma personagem única, especial e, quando você percebe, você já está apaixonada por ela. 

Aliás, não é só seu carisma, sua inteligência, sua vontade de provar que mulheres são tão capazes quanto homens ou sua direção perigosa, Miss Fisher é uma mulher delicada, sensual e com a vontade de ajudar os outros. Ela não se importa com pagamentos e muitas vezes ajuda as pessoas ao seu redor ou desconhecidos sem piscar. Phryne Fisher é uma mulher assombrada pelo sequestro de sua irmã mais nova, que vê o lado bom e delicioso da vida, que não se importa em parecer ridícula ou em ser sensual. Miss Fisher é uma verdadeira lady detective!! 

10 - Miss Fisher e Jack Robinson. 

Não, eu não poderia me despedir desse 10 motivos sem falar de um dos meu preferidos: o ship! Jack é o detetive inspetor que Phryne acaba sempre ajudando. Eles fazem um jogo de gato e rato, sendo que Jack é mais conservador, muitas vezes querendo proteger Miss Fisher quando ela mesma acredita que não precisa de proteção. Em algumas ocasiões, ela permite apenas para deixá-lo se sentir o "homem" da relação. Em outras ela bate o pé. Mas eles dançam esse tango sensual, com deixas maravilhosas, trocas de olhares e até mesmo o episódio em que ele fica furioso com Phryne pois acha que ela se acidentou e perdê-la é inimaginável e fica todo sentimental. Miss Fisher não perde uma oportunidade de tentá-lo, mas Jack é muito profissional e demora a admitir que está apaixonado por Phryne. Esse tango, que sempre é interrompido pelos inúmeros homens na vida de Phryne Fisher (que deixam Jack com ciumes e rendem cenas hilárias) é um dos pontos altos dá série para a canceriana incorrigível que vos escreve. 



PS: outro ship que merece a menção honrosa é Dot e Hugh, um casal "coisa-mais-fofa" que rende muitas risadas! 

Uma série daquelas que ninguém conhece (mas tá lá no Netflix viu!) que vale muito assistir, essa é Miss Fisher's Murder Mysteries. Vão lá, assistam um ou dois episódios, e corram aqui pra me contar o que acharam. Duvido que vocês se decepcionem! Uma boa maratona para vocês! 

Há boatos que vai ter um filme! Torçam pra isso, o mundo precisa de mais Phryne e Jack, Dot e Hugh, Cec e Bert, Mr. Buttler!! Ai, o mundo precisa de mais séries como essa isso sim!! 

Os deixo com o trailer da primeira temporada dessa que é uma das séries que mais amo na vida! 






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[REVIEW] BATES MOTEL - S04E10: NORMAN [SEASON FINALE]


Bom, já passado uma semana do season finale, resolvi enfim escrever sobre o que aconteceu. Não tenho intenções de justificar meu atraso – novamente – mas digo que este só foi maior por conta do choque da perda de sentido da vida que os últimos acontecimentos em Bates Motel me causaram. Sendo assim impossível não dar spoilers dessa vez, mas aproveitando do fato de que provavelmente a maioria já viu o que ocorreu, vou tentar fazer mais uma espécie de comentário do que uma review de fato, e espero que com isso possamos todos nos consolar.

Acontece que o “te enganei” não chegou dessa vez, mas sim o momento fatal tão adiado e nem um pouco desejado. Sim, não só a morte de Norma nos foi mostrada, como aprisionamento de Alex e a saída de Emma e Dylan – que aliás nem ficou sabendo da morte de Norma -, ou seja, todos aqueles que faziam de Norman um rapaz ainda relacionado ao mundo real. Assim sendo, digo desde já que a série não nos deixou com informação alguma e, de fato, não temos a menor ideia do que ou de quem estará presente na próxima temporada. Minto, parece que Chick viu o cadáver de Norma desenterrado, mas parece não ter dado a mínima. A única certeza, portanto, é a de que Norman, a partir daqui, vai destrambelhar de vez. 


Assim, o que nos foi dado foram muitas cenas dolorosas de Alex lamentando a morte de Norma acrescidas de cenas não menos dolorosas, mas um pouco mais violentamente catárticas de Alex enfrentando Norman em um hospital na frente de todos e o agredindo dentro da igreja onde ocorre o velório de Norma. Também menciono a cena de Norman tentando entender o que está acontecendo, tanto durante o funeral quanto no momento em que fala com o cadáver de Norma no sofá da sala, que a princípio parecia um pouco demais, já que nesse momento a gente espera que talvez a pessoa caia na realidade, mas depois concluí que a morte de Norma para Norman não poderia se dar de outra maneira, ou melhor, a não aceitação dessa morte, já que Norma permanece viva na mente de seu filho como bem sabemos – o que é indicado também pela aparição de Juno, o cachorro morto de Norman de há muito tempo atrás. 


Além disso, o pensamento distorcido de Norman até que faz sentido se atentarmos para o fato de que Norma decidiu terminar com Alex no episódio anterior, e que, como esse episódio nos levou a crer, Norman poderia estar no “modo Norma” quando fechou a casa e ligou o gás, em um suposto plano para afastar a tudo e todos de uma vez por todas de sua vida e de seu filho. 

Enfim, acho que não temos muito o que analisar ou calcular para a próxima temporada. O que posso dizer é que esta quarta, em minha opinião, foi composta de uma crescente tensão, que foi nos preparando para esse último episódio ou resumo de tudo o que constitui Norman tal como o conhecemos, ainda que em nossas mentes tenhamos tentado adiar o inevitável a todo o custo, torcendo para aquele deus ex-machina que destrói toda a causalidade de uma série que se busca um contínuo. Doce ilusão. 
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24 de mai de 2016

[LIVROS] RESENHA - A HISTÓRIA DE NÓS DOIS



Emma tem 27 anos, é linda e inteligente e vive cercada de pessoas que ama. Prestes a se casar com Richard, seu namorado desde a época de escola, ela não poderia estar mais empolgada. Mas o que deveria ser o momento mais feliz de sua vida de repente vira uma tragédia. Emma sofre um acidente e é salva por um estranho minutos antes que o carro em que ela viajava explodisse. Abalada, ela decide adiar o casamento. E nesse meio tempo descobre segredos que a fazem questionar as pessoas nas quais sempre confiara a ponto de duvidar se deve se casar afinal. Para complicar, ela se sente cada vez mais ligada a Jack, o homem que a salvou e que não sai da sua cabeça. Jack é lindo, gentil e divertido, de um jeito diferente de todos que ela já conheceu. Por outro lado, é Richard quem ela sempre amou... 
Uma mulher, dois homens, tantos destinos possíveis. Como essa história vai terminar?


Há algum tempo atrás, eu acabei lendo e me apaixonando (e me acabando em lágrimas) por um livro chamado ‘Uma curva no tempo’. Algum tempo depois, fiquei sabendo que a autora desse livro iria escrever outro livro. Fiquei aguardando e assim que recebi o livro, eu o engoli. 

Dani Atkins, a escritora, precisa ser avisada da sua incrível habilidade de escrever e envolver o leitor em uma história tão simples e ao mesmo tempo com diversas camadas. Eu estava com medo, de após o sucesso de ‘Uma curva no tempo’, esse livro pudesse cair o nível, ou não atender as minhas expectativas. Mas muito pelo contrário! 

A história começa aos poucos, nos apresentando aos personagens e ambientes. Pouco ao pouco vamos nos familiarizando e criando laços com cada personalidade, até a história começar a ganhar corpo e chegar em um momento decisivo, que é citado na sinopse, o acidente. 

Emma é uma mulher amorosa, carinhosa, que tem a habilidade de colocar as necessidades dos outros antes da sua própria, com uma vida feliz e em um momento feliz, quando tudo isso é lhe tirado sem aviso prévio. O acidente, que poderia ter sido bem menos trágico se não fosse um pequeno detalhe, tira de Emma sua alegria, seu momento especial e deixa sequelas, não só físicas, mas emocionais. Contudo, com o tempo, as pessoas vão superando perdas... Mas no caso de Emma, tal perda trouxe à tona segredos que ela nunca imaginou descobrir, e que a fariam questionar em que poderia confiar.

A história vai crescendo e se desenvolvendo, e com isso, nos enlaçando cada vez mais. A autora construiu a personalidade de seus personagens de uma maneira tão intensa, que eu me via pensando como eles em certos momentos. Além, o triângulo entre Emma, Richard e Jack, vai muito além daquele clichê que já conhecemos tão bem. Aos poucos, mais e mais segredos vão sendo revelados, e aquela história que começou tendo o acidente como foco, agora tem a vida de cada personagem, que ao longo do contexto vão se interlaçando e nos intrigando cada vez mais.

Dani Atkins, ainda conseguiu fazer a proeza, de em um romance, conseguir criar suspense até (definitivamente) a última página!

Enfim! A história de nós dois é um livro intenso, lindo, que nos mostra como nossos sonhos as vezes, podem ser destroçados, mas que depende apenas de nós, nos reerguermos e continuarmos. Recomendo demais a leitura!



Título: A história de nós dois
Autor: Dani Atkins
Editora: Arqueiro
Páginas: 352
Ano: 2016
Onde Comprar: Submarino
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22 de mai de 2016

[REVIEW] PERSON OF INTEREST - S05E04E05: 6.741/SHOTSEEKER


Shaw is back!

Gente, que saudade da nossa amada sociopata!

Seja vem vinda, Sarah Shahi. Sentimos falta de você batendo em todo mundo e das trocas de olhares e frases de duplo sentido com a Root.

Mas devo confessar que eu saquei tudo desde o início. Estava desconfiada de que tudo não passava de uma ilusão criada pelo Samaritano, especialmente quando todo mundo começou a morrer.

É só porque pareceu fácil demais, sabe? Tipo, nós estamos procurando a bendita da Shaw faz meses. E do nada ela foge, encontra a equipe e todos são felizes para sempre? Não parecia muito Person of Interest. Aqui eles gostam de torturar a gente antes de dar solução para as coisas.


Mas é claro que mesmo assim deu para apreciar a peculiaridade que é a Sameen e matar um pouco da saudade. Seja ela falando que iria matar o atendente da loja (que de cara ganhou um apelido super 'carinhoso') na cara dele com a maior naturalidade, seja a cena de sexo dela e da Root (só eu que fiquei gritando "finalmente!"?) ou da interação dela com o Bear.

Mas é claro que o tempo todo eu fiquei esperando ela surtar, porque já foi anunciado pela bitch loira da temporada passada (lembram que eu dei esse apelido para a Martina?) que ela tinha sido convertida.

Pelo menos nossa amada Sameen ainda está resistindo bravamente. E que fôlego, hein? Não é para qualquer um passar por 6.741 simulações de lavagem de cérebro. Aguenta firme, Shaw! Estamos indo te salvar!


Mas devo confessar que estou ao mesmo tempo ansiosa e receosa pelo encontro dela com a equipe. Como será a Shaw-Agente-do-Samaritano? Palpites?

Em "ShotSeeket" fomos apresentados a mais um número. E de novo eu já percebi que tinha mão do Samaritano no meio da história. Afinal, no que eu vi a cara do Jeff Blackwell juntei as peças imediatamente.

E por causa disso já entendi porquê o programa estava dando erro, como a pesquisa foi roubada ou mesmo porque a Root não estava conseguindo abri-lo.


Aliás, todo este foco no Jeff está me deixando com a pulga atrás da orelha. Será que poderemos contar futuramente com ele como Agente da Machine? #venhaparaoladosemsamaritanodaforça

E não entendi também a obsessão do Samaritano com a pesquisa da Krupa. Será que a intenção era realmente dominar o estoque alimentício do mundo? Ando concordando muito com o Finch ultimamente. Não sei se isto é bom ou não.

Mas falando de coisa boa, vamos falar de Elias! Gente, só eu que emocionei de ver meu vilão favorito vivo?

Eu fiquei de luto quando achei que tinham matado ele na temporada passada. Porque não tem um só fã de Person of Interest que não ama o Elias. Aliás, a gente até esquece que ele é do mal, chefão do crime e que tentou matar nossa equipe mais de uma vez. Porque ele é simplesmente foda!


E por isso o Bruce ficou me irritando. Todas aquelas perguntas. Lembram que o Elias sacou exatamente o que estava acontecendo? Como ele foi percebendo pelo tempo de resposta do John e do Harold em relação às pessoas em perigo a existência de uma inteligência artificial por trás de tudo isso?

Só não sei se ele percebeu a existência do Samaritano ou se o Harold contou para ele. Mas espero que possamos nos deliciar cada vez mais com mais participações do Elias!

Aliás, eu acho que os roteiristas tiveram a ideia de trazer o personagem de volta agora. Porque ele parecia bem morto para mim na temporada passada. E o Fusco foi bem convincente quando falava da morte dele e do Dominic.

E esta aí outra coisa que está me incomodando: galera, já passou da hora de contar para o Lionel sobre o Samaritano. Daqui a pouco esta bomba vai explodir só porque ele não sabe a magnitude de quem está enfrentando.


Ele já está sendo monitorado. Não falta muito para ele ser considerado uma ameaça. E daqui a pouco vai surgir os agentes com ordens para eliminá-lo. E estes agentes são iguais a Matrix, surgem do chão, do nada, em dezenas. Só está faltando o Agente Smith para completar a festa.

E as simulações Machine x Samaritano, hein? Acho que já passou da hora do Harold perceber que tem que fazer alguma coisa, porque do jeito que está a Machine não tem como derrotar o Samaritano. E a tão anunciada guerra se aproxima cada vez mais.

O que você acha?

Melhores momentos:

"-Você inventou este jogo sozinho ou eles te disseram para me matar de tédio?"

"-Agora vamos brincar. Morto ou vivo?
[tiros]
-Vivo. Quem diria? É isso que eu chamo de trabalho em equipe."

"-Posso te ajudar a achar alguma coisa?
-Cai fora, Milhouse."

"-Estamos em um vagão de metrô em movimento que deve estar cheio de cocô de rato. Não é a sala de cirurgia ideal.
-Fugitivos não podem ser exigentes."

"-Porque ações não são a sua praia, não é? Ao menos procuraram por mim?
-Claro que sim.
-Não o suficiente."

"-Eu não estou cansada. É difícil imaginar nós duas saindo disso inteiras.
-Que seja de um jeito e tanto a nossa ida."

"-Shaw não é o inimigo. Você não faz ideia do que o Samaritano fez com ela.
-Ou como ele a mudou?
-Eu não vou machucá-la. E nem você."

"-Eu aprecio o seu comprometimento com a autenticidade, minha cara Sameen, mas é hora de acabar com esta farsa, não acha?
-Eu acho que você tem sorte de estar vivo.
-Sim, eu tenho. Graças a você. Você está quase concluindo sua missão. Tudo está seguindo exatamente como planejamos."

"-Senhor, ela se matou de novo. E não nos aproximou da localização da Machine.
-Parece que ainda temos mais alguns problemas para resolver.
-A boa notícia é que ela esperou mais de uma hora antes de matar o senhor.
-Que animador."

"-Você colocou o bebê Samaritano na creche.
-Só o núcleo do código dele, preso dentro desta gaiola de Faraday.
-Qual o seu plano, Harry? Amarrá-lo em uma cadeira e fazer perguntas?
-Não, pensei em deixar isso com a Machine. Comecei a encubar um núcleo similar ao da nossa IA. Logo, as duas entidades poderão interagir em uma série de simulações controladas, com a Machine procurando fraquezas no código do Samaritano.
-Como rivais jogando xadrez online."

"-Você já considerou recodificá-la em uma posição mais defensiva?
-Quer dizer armar a Machine?
-Mais como equipá-la com as ferramentas que precisa para melhor se proteger.
-Autopreservação é muito próxima da agressão.
-Uma criança, a sua criança, precisa aprender a devolver o empurrão no parquinho.
-Este não é um instinto que devemos esperar nutrir em qualquer superinteligência artificial. Nem mesmo na que chamamos de nossa.
-Ela é nossa única aliada nesta guerra. Tem que aprender a confiar nela."

"-Você trabalha para uma organização chamada Samaritano. Eles talvez tenham te convencido das suas boas intenções. Mas acreditem em mim, eles estão mentindo."

"-Quem fez isto com você?
-Há um novo jogador por aí. Um que é invencível, alguém que é melhor nem tentar enfrentar.
-Do que você está falando? Sempre enfrentamos nossos inimigos de frente. Construímos um mundo todo deste jeito. Eu, você, Anthony.
-Não há mais espaço para pessoas como nós e você sempre entendeu o valor das sombras."

-Harold, qual a situação no metrô? As simulações estão rodando?
-Houve mais de 10 bilhões de cenários até agora e sinto dizer que a Machine está sofrendo.
-Quão ruim?
-Ela perdeu em todos, John."

PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO

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