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Maluci Vieira Maluci Vieira Author
Title: [REVIEW] REIGN – S01E12: ROYAL BLOOD
Author: Maluci Vieira
Rating 5 of 5 Des:
Na volta do hiatus a série não mostrou o mesmo nível que já vinha apresentando nos últimos episódios. Mas para um filler acabou sendo ...

Na volta do hiatus a série não mostrou o mesmo nível que já vinha apresentando nos últimos episódios. Mas para um filler acabou sendo muito bom. Foi praticamente um fechamento para a aparição surpresa de Clarissa na corte. Afinal a mesma não ia, simplesmente de um dia para o outro, começar a viver no castelo como se nenhum trauma tivesse sido causado a todos os envolvidos, essa foi apenas uma ilusão ingênua de Mary.

De certo modo o episódio foi sensível em relação à Clarissa, mostrou exatamente a essência dela, por um lado uma garotinha assombrada por todos os males que já sofreu, pelo outro uma garota capaz de tudo para conseguir o que deseja. Ela não tem piedade, não aprendeu o que é isso, nunca recebeu isso por parte de ninguém, nem mesmo agora por parte de sua mãe. Que disse na sua frente que o melhor para ela seria morte.


Essa é a concepção de piedade que é mostrado a ela. Nada mais natural que a mesma machuque os outros, pois com isso ela é familiarizada. O que, é claro, é terrivelmente trágico. Ainda tinha esperanças que a mesma pudesse recomeçar observando alguns gestos de bondade. Porém com o desfecho da história é difícil acreditar, ela foi deixada de uma forma tão desumana que talvez seja pedir muito para que a mesma volte e consiga dar a volta por cima.

Quanto as decisões de Mary e Bash vimos que as mesmas na verdade não tiveram grande impacto no relacionamento deles. O que parecia ser uma disputa sobre quem podia mais, qual influência era mais forte, acabou apenas para decidir sobre o futuro dos filhos de Catherine.  No fim ainda tivemos um momento muito aguardado pelo fandom de Bash, graças ao fortalecimento da relação deles Mary acredita mais do que nunca que eles devem finalmente se casar. Assim em um momento simples, mas muito bonito, Bash propõe a união.


E enquanto tudo isso acontecia na corte, em outro cenário Francis aproveitava os privilégios de ser considerado um bastardo. Vivendo sob um disfarce ele encontrou paz ao lado de Lola. Apesar do encontro deles não ter sido assim tão calmo, a oportunidade de bancar o herói veio a calhar. Dessa forma ambos saíram ganhando, e por tabela o público também, pois, por alguns minutos pelo menos, deixamos de ter um triângulo amoroso em uma série da CW. O caso é que Francis está voltando para a corte como um bom filho pródigo deve fazer, e não está sozinho.

PS.: Senti falta do “Long May She Reign” na abertura.

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