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Title: [REVIEW] TRUE BLOOD – S07E03: FIRE IN THE HOLE
Author: Felipe Lima
Rating 5 of 5 Des:
Uma boa aposta quanto ao final de True Blood, pelo que foi visto no terceiro episódio, seria W.O. Sim, como no esporte, onde a equipe p...

Uma boa aposta quanto ao final de True Blood, pelo que foi visto no terceiro episódio, seria W.O. Sim, como no esporte, onde a equipe perde por falta de contingente. Mais um do elenco principal pediu a conta. Se a taxa de mortalidade continuar nessa taxa, teremos um monólogo na series finale.

O último episódio trouxe um pouco mais de ação do que o passado, o que é um alívio, mas, ainda está faltando dizer a que veio. O que fica claro é que os mocinhos terão dois grupos problemáticos para lidarem: os extremistas da cidade e os vampiros com vírus. Dito isso, não sei bem o que mais esperar.

Eric, que deveria ser um dos pontos mais interessantes de toda a história, parece estar meio amuado. Está doente realmente, desgostoso com a vida, de saco cheio de tudo. O máximo que ele nos proporciona é um flashback dos anos 80, quando mantinha um tórrido relacionamento com uma francesa. A cansativa sequência nos serviu para conhecer uma das grandes tristezas de sua vida (quando a tal amante francesa é morta) e também para nos apresentar a uma espécie de Yakuza vampiresca que, pelo visto, está na ativa até hoje e, creio, ainda dará o que falar.

Quem também resolveu dar mais as caras foi o vampiro Bill (adoro quando Andy o chama assim!!!). Está uma flor de pessoa: calmo, sereno, arrependido de seus erros... Uma coisa! Inicialmente, quando vi o tom da conversa entre ele e Sookie, acreditei que realmente se tornariam bons amigos e confidentes, mas, dada a morte de Alcide (supondo que ele realmente tenha morrido, já que em True Blood tudo é permitido), já vai ficando mais claro que o ombro amigo na hora do consolo será mais do que só amigo. Aliás, falando sobre Sookie e Bill, alguém entendeu que plano mais abilolado foi esse que ela tramou? Que coisa mais em pé nem cabeça! Estava na cara que ia dar lama. E deu, é claro.



Um núcleo que está se mostrando interessantíssimo nessa temporada é o de Laffayette e James. Além da relação que certamente haverá ali, de todos os núcleos eles me pareceram os mais à vontade nesse episódio. Seja pela boa trilha sonora, pelo clima sexo, drogas e rock’n roll, ou mesmo pelo relacionamento que está para nascer. Gostei do que vi e espero que continue assim, nem que seja para salvar um pouco da pasmaceira que tem sido todo o resto.

Há ainda alguns elementos que nos prendem a atenção, como, por exemplo, entender o comportamento dos vampiros infectados, esperar para ver como Eric vai se virar doente na captura de Sarah Newlin e... só! Por enquanto é só. Vejamos se mais elementos interessantes nos serão dados. Do jeito que a coisa anda, é realmente torcer para que não haja um W.O.

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