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Felipe Lima Felipe Lima Author
Title: [REVIEW] TRUE BLOOD – S07E07: MAY BE THE LAST TIME
Author: Felipe Lima
Rating 5 of 5 Des:
Em mais um episódio sem grandes reviravoltas e momentos que realmente prendam a nossa atenção, True Blood encaminha-se para seu final e...

Em mais um episódio sem grandes reviravoltas e momentos que realmente prendam a nossa atenção, True Blood encaminha-se para seu final em uma trilha cada vez mais sem sal. A verdade é que olho para trás e tento entender o que, exatamente, o seriado perdeu, onde ele se perdeu, enfim, tento identificar qual é a falha que está deixando essa última temporada tão sem graça, mas não consigo achar uma resposta. É claro que consigo identificar alguns pontos curiosos, como a perda de uma identidade vampiresca por parte dos vampiros, a falta de um mistério central que prenda a atenção do espectador, a falta de interesse dos personagens em geral, mas, ainda assim, não sei explicar com exatidão o que está havendo. Mas que está cada vez mais chato tolerar uma hora de tudo que nos é oferecido, ah, isso está.

Um personagem que eu sempre gostei muito, mas que está absolutamente apagado nessa temporada é Sam Merlotte. Ele sempre foi um cara legal, interessante, estava sempre de alguma maneira ligado ao centro dos conflitos, enfim, ele fazia sentido. Mas e agora? Agora ele se transformou em um cara chato, passando por uma crise de meia-idade, com diálogos sempre muito entediantes e que não oferece muito para o decorrer da trama. Fico muito chateado com isso.

Quem voltou ao seriado – e, dada a falta de ação corrente, sem deixar claro se veio para ficar – foi Hoyt. E não fez muita coisa. O mais engraçado de tudo foi Jason lutando contra seus pecaminosos sentimentos em relação à namorada do rapaz. Jason que, por sinal, acabou tornando-se o núcleo humorístico do seriado. Um humor pastelão, diga-se. Não mais do que isso.

Sookie basicamente passou o seriado velando Bill sucumbir à sua doença. Entre uma chatice e outra, ela trouxe a ajuda de uma anã velhota que, em última análise, não foi de serventia alguma. Na verdade, serviu para um momento hilário do seriado, ao sair de um Hummer barra-pesadíssima, com um som de heavy-metal no último volume. Completamente improvável e bem pensado! No mais, ela e Bill parece que ficarão juntos, afinal. O episódio termina em uma tórrida cena de amor entre os dois diante da lareira, rememorando os bons tempos do seriado.


Eric e Pam, os mais interessantes de todos, continuam na perseguição de Sarah. Finalmente juntam-se as peças e percebe-se que ela pode ser a salvação da lavoura. Os japoneses crescem os olhos diante do lucro possível e Eric une-se a eles como um porta-voz vampiresco. Nada de fato acontece durante este episódio, mas fica bem claro que ela será capturada no próximo.

Um núcleo que ainda não disse bem a que veio foi o de Violet e os filhos de Andy. Em resumo, ela os colocou em uma das locações de 50 tons de cinza e, após o casal ter feito sua farra, ela apareceu querendo fazer parte da orgia. Mas cabe esperar mais um pouco para ver onde isso vai dar, se é que vai dar em algum lugar.

Pois é, senhores, esse foi a review do sétimo episódio da última temporada do True Blood. Desesperador, né? E dá-lhe café para aguentarmos o repuxo.

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