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Yara Oliveira Yara Oliveira Author
Title: [FILMES] CRÍTICA #54: SIN CITY 2 - A DAMA FATAL
Author: Yara Oliveira
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Das páginas para o cinema, Sin City e seu visual único, chamado por alguns de neo-noir , repete a fórmula nesse segundo filme, dessa ve...


Das páginas para o cinema, Sin City e seu visual único, chamado por alguns de neo-noir, repete a fórmula nesse segundo filme, dessa vez a tecnologia potencializa o visual trabalhado por Robert Rodriguez e Frank Miller, embalado por uma ótima trilha sonora, o 3D faz do espectador parte das ruas de Basin City. E deixando o universo sexista de Frank Miller um pouco de lado, Sinty 2-A Dama Fatal, é uma das melhores experiências cinematográficas do ano.
Assim como no primeiro filme, Sin City 2 é composto por contos que acontecem na cidade, sem uma ordem cronológica ou ligação direta um com o outro, além é claro das 3 damas que valem a pena matar por. Diferente do que todos pensam, a dama que está no título do filme não é apenas a Ava, personagem de Eva Green, cada conto tem uma garota que de alguma forma motiva o protagonista, ou no caso de Jessica Alba é a própria protagonista.


O primeiro conto é estrelado por Joseph Gordon-Levitt (o destaque do filme), que interpreta Johnny, um jovem que vai para Sin City com o objetivo de ganhar o corrupto Senador Roark (Powers Boothe) em um jogo de poker, Johnny é praticamente um gênio dos jogos de azar, mas ao ganhar o senador ele acaba despertando a ira de Roark.
O segundo conto é estrelado por Eva Green, que interpreta a própria "Dama Fatal" e é capaz de destruir a vida dos homens apenas por esporte.
O terceiro conto, tem Jessica Alba novamente como Nancy, uma dançarina de um bar de Basin City, que busca vingança contra o senador Roark pela morte de seu único amor.


A direção de Robert Rodriguez, não traz novidades para o universo de Sin City, mas por incrível que pareça, isso não é ruim. O estilo excêntrico do diretor, que mistura traços de quadrinhos, planos de Noir e cenas de ação que até lembram os filmes de seu amigo Tarantino, junto ao 3D e ainda aos dois contos novos escritos por Miller, fazem o espectador não conseguir desviar o olhar da tela por um segundo se quer.
Alguns críticos por ai, reclamaram da objetificação da mulher no longa de Miller e Rodriguez, mas vale a pena lembrar que Sin City, traduzindo, A Cidade do Pecado, não é nenhum exemplo a ser seguido e como a própria Nancy diz "Essa cidade podre suja todo mundo".

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