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Title: [REVIEW] FRANKLIN & BASH - S04E05: DEEP THROAT
Author: Rayssa
Rating 5 of 5 Des:
Continuando a boa safra de episódios! Mesmo com um adolescente irritante metido a jornalista, Franklin & Bash conseguiu entrega...

Continuando a boa safra de episódios!

Mesmo com um adolescente irritante metido a jornalista, Franklin & Bash conseguiu entregar um ótimo episódio. A fórmula desta temporada tem sido apostar no procedural e não tem como dar errado. Afinal, a gente assiste uma série por causa de seus personagens fixos, né?

O legal do caso da semana foi que envolveu uma antiga paixão do Peter, o que fez ele ficar metade do episódio com cara de bobo e deu ao Jared vários motivos para gozação. Pois é, todos temos aquela paixão do Ensino Médio ou Fundamental que ainda mexe um pouco com a gente, não é? Daí imagina que você tem a chance de ser o herói desta pessoa. Situação maravilhosa, hein Peter? A Molly foi uma fofa e o desfecho desta história durante uma dança do Baile foi linda. Queria até ver onde essa história ia dar, mas tenho a forte sensação que esta foi a única participação da personagem na série.


Triste, viu? E olha que eu não sou nada romântica. E tenho tendência a odiar casais em séries. E é por isso que meu coração está destruído depois de "Deep Throat". Porque eu amava a Ellen e o Jared (ou seja, eles eram O CASAL para mim) e por causa do Peter (é sua culpa sim!) parece que os dois terminaram de vez. Mas sem querer puxar sardinha para o lado do Jared, mas a Swatello só dava sinais de que isso era tudo bem casual mesmo. Até porque ela passava metade das conversas deles ofendendo o coitado e falando apenas do sexo, que era muito bom. Mas infelizmente eu suspeitei que ela estava disposta a algo a mais quando ela se recusou a deixar o Franklin ver o formulário.

Deu muita dó dos dois, tanto dela ao perceber que tinha se envolvido e não ganhou aquela reciprocidade, como do Jared, que nunca achou que ela levava ele a sério. Espero mesmo que estes dois voltem em grande estilo, acho que eles combinam muito e que a Ellen serve para diminuir um pouco a bola do Franklin (o que ele precisa).

Até porque eu acho que o Jared estava aberto a tudo isso, mas por causa da má influência do Peter, acabou indo contra os seus instintos e deu esse problema todo. Acho que se eles conversassem ia resolver tudo. Então, poooor favor, façam isso. Eu não shippo quase ninguém, então quando isso ocorre é bom a coisa se concretizar. Porque senão é capaz de rolar um mega trauma.


Mas enfim, o caso da semana foi interessante. Mesmo Josh sendo o típico adolescente irritante que acha que ser preso e perder a bolsa da faculdade vale a pena para proteger a grande matéria, que foi a compra de votos para Rainha do Baile. Mas adolescente é tudo enjoado mesmo, então vou dar um desconto (desculpem os adolescentes que estão lendo, é que estou com irmão nesta fase e a paciência anda curta, ainda mais quando sabotam meu casal favorito no mesmo episódio).

O plot do Stanton acho que nem vale a pena comentar, foi bobo e totalmente dispensável. Só serviu para nos avisar que eles conseguiram um novo locador para parte do escritório. Se bem que aula de música é melhor do que cirurgia plástica. Isto para dividir um escritório. Porque a galera devia sair bem bizarra das procedimentos do médico. E as apostas do Peter e Jared sobre os procedimentos eram bem estranhos.

Dan acabou se saindo bem. O personagem ainda tem aquele ar de bizarro e me dá um pouco de agonia, mas sua eficiência compensa tudo isso. Ainda mais quando ele faz um servicinho extra sem os advogados terem pedido.

Enfim, fiquei muito satisfeita com "Deep Throat" apesar dos pesares. (Swatello, o Jared é bobo mas é doido por você. Favor perdoá-lo e aceitá-lo de volta. Grata).

Obs: Então, o norte é para onde mesmo?

Obs: E se você tivesse uma máquina do tempo, para onde voltaria e por quê?

Obs: Me peguei pensando, você acha que os atores sabem realmente surfar?

Obs: Não vou nem comentar o nome do episódio, ta?

Obs: A que ponto chegamos: um pai subornar um diretor para fazer sua filha ganhar a eleição para Rainha do Baile. Como se já não houvesse formas de corrupção suficientes no mundo.
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