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Rafa Rodrigo Rafa Rodrigo Author
Title: [REVIEW] NASHVILLE – S3E05: ROAD HAPPY
Author: Rafa Rodrigo
Rating 5 of 5 Des:
Tanta coisa pra falar, tanta coisa acontecendo em um episódio, me senti a Daphne sem fazer pausa pra respirar, pois toda informação de...

Tanta coisa pra falar, tanta coisa acontecendo em um episódio, me senti a Daphne sem fazer pausa pra respirar, pois toda informação deste episódio foi importante, e isso é um tanto chocante. 5º episódio da temporada já com uma carinha de summer finale, é pra glorificar de pé igreja!

Mesmo diante dos dramas mais chatinhos uma coisa posso falar, Scarlett é uma das personagens que não tem como não torcer, não apenas pelo seu excesso de fofura, mas pelo talento da menina. Gostei muito de vê-la escrevendo a todo vapor e cantando pela primeira vez na temporada, mesmo que a música não seja tão boa, e com a colaboração do mendigo filósofo. 

Layla tentando gravar um álbum me fez lembrar que por trás daquele ser humano chatinho existe uma voz bastante interessante. Jeff assumiu neste episódio o papel de empata foda oficial da série, não deixando a menina nem ao menos flertar com o produtor, e fazendo com que Will leve o acordo de confidencialidade até o seu personal e, com isso, encerrando o seu rápido romance com o rapaz. Por mais que esta atitude deixa o plot cansativo, ao menos nos mostra que nem mesmo ele sabe lidar com a sua sexualidade, o que pensei que havia mudado depois do episódio do pensamento em suicídio e tudo mais, mas pelo jeito não. Vejo a questão da agressão física como uma forma de aproximar Will e Deacon, já que uma hora o rapaz vai precisar de alguém pra conversar né? Já que Gunnar está longe e passando por muita coisa também. 


Rayna na correria ensandecida de sua vida aqui acabou sentindo a ausência das filhas, notou que pode perder alguns acontecimentos na vida delas, correndo e tentando ser a mãe, a futura esposa, a cantora e a patroa, algo não vai dar certo começando assim, pelo que percebi, o primeiro drama da personagem não envolvendo diretamente o Deacon. 

Na review anterior eu citei o núcleo GLBT e neste vou nomear mais um deles, o núcleo “Descobri que sou/serei papai!” já que tal situação não é mais exclusiva do Avery e os produtores jogam esta informação na nossa cara assim, do nada! Gunnar e sua conversa com Kiley foi de cortar o coração, gostei que a garota foi sincera com ele. Vamos ver como será daqui pra frente esta relação complicada entre os dois...

Agora que não é mais a namorada ciumenta Zoey pode começar a se tornar interessante, ela foi simpática com Juliett durante os momentos que estiveram juntas e ainda tomou a frente do show em um momento complicado o que vi apenas como um ato de coragem e de boa vontade para com a nossa Juju. Agora, será que a princesinha vai achar o mesmo que eu? Acho que não.


E já que estamos falando dela, Juliett tem sido afetada psicologicamente devido seu corpo estar mudando, o que a fez contar para Avery por mensagem sobre toda sua situação, eu acho que deveria ser proibido falar algumas coisas por mensagem, desde notícias complicadas até términos de relacionamento, não existe uma forma pior de fazê-lo. Não vejo um romance surgindo com o bonitão com quem ela contracena, acho que por que eu ainda acredito que sua metade da laranja seja Avery.

Algumas notas rápidas do episódio:
  • Teddy merece ser feliz, mas precisa vigiar ao fazer acordos com o diabo...
  • Deacon aproveitando a vida com o seu affair pode indicar mudanças na vida do personagem. Gostei.
  • Daphne até dando chilique é fofa. Como não amar Brasil?
  • Kiley, de The Tomorrow People para Nashville (só reconheci a atriz neste episódio). Que upgrade hein filha?


E ai gente, já temos episódio novo? Não! É... o jeito é acalmar os nossos ânimos com o PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO.



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