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Carolina Carli Carolina Carli Author
Title: [REVIEW] CHICAGO PD - S02E08: ASSIGNMENT OF THE YEAR
Author: Carolina Carli
Rating 5 of 5 Des:
Quase.  Depois do último episódio que finalizou um crossover fantástico, Assignment Of The Year veio para diminuir o ritmo da séri...

Quase. 

Depois do último episódio que finalizou um crossover fantástico, Assignment Of The Year veio para diminuir o ritmo da série. É estranho quando nos deparamos com essas freadas que as séries dão, mas é totalmente compreensível. No meio da intensidade que a gente sempre deseja, tem um roteiro, tem personagens que precisam ser explorados, plots que precisam ser bem construídos e episódios mais tranquilos geralmente são excelentes para introduzir esses acontecimentos. 

Era óbvio que esse trabalho de segurança do Antônio não acabaria bem. Estava estampado na cara do Asher que ele não era boa pessoa e eu não sei como o Toninho não percebeu isso. Dá para colocarmos a questão do divórcio e do dinheiro como causas, mas ainda assim, o detetive foi relapso em não investigar alguém que transparecia ser criminoso. 

A intenção da série era colocar o Roman como grande culpado, até para criar uma atmosfera tensa dentro do CPD, mas não tem como concordar com essa tentativa. O policial fez o trabalho investigativo nacional e como a própria Burguess disse, não tem como saber se outras pessoas teriam investigado o Asher na Interpol. Eu falei nas reviews anteriores que poderia acontecer um conflito direto entre Roman e Voight e esse caso propiciou isso. Acredito que essa estranheza entre as personalidades de cada um não acabou por aqui, mas estou ansiosa para ver como os roteiristas vão explorar esse plot de forma que ele empolgue e traga retorno para a trama. 

Essa questão de não terem prendido a Layla, que foi mandante do assassinato do Asher, deixa aberto a possibilidade para que ela volte no futuro causando mais problemas. Eu gosto quando uma série tem capacidade de reaproveitar um criminoso e a Layla ainda pode render muita dor de cabeça para o CPD.

Meu coração quase não aguentou as cenas Linstead desse episódio. Eu nem sei como esses dois estão se segurando para não se agarrarem no ambiente de trabalho. É gritante a química que a Erin e o Jay têm e é questão de tempo para os dois ficarem juntos. Diferente da maioria, eu adorei que não tenha acontecido nada entre eles no sex club. Vejo Linstead um casal forte e que merece ser bem construído. Eu acharia frustrante rolar o primeiro beijo com eles trabalhando disfarçados. Agora, eu simplesmente não entendi o Voight. Lá na primeira temporada ele proibiu qualquer tipo de relacionamento entre os dois e agora ele escolhe Lindsay e Halstead porque “precisa ser um casal”, oi? Até entendo que os roteiristas fizeram isso para alegrar os fãs Linstead, mas essa postura do Voight não faz sentido e é contraditória. 

Olinsky e Hank provaram que cuidam dos seus e deram um jeito de fazer com que o Antônio não perdesse o distintivo. Nesse caso, essas artimanhas são bem vindas e absolutamente pontuais. O Dawson de fato não tinha conhecimento da ficha criminal do Asher. Espero que CPD só use isso quando os policias forem inocentes e não sature essa solução usando-a para todos os problemas. Afinal, não dá pra resolver e evitar tudo nesse mundo. 

PS: Ruzek levantando o bracinho super rápido quando o Voight pediu voluntários para o sex club

PS: Deu para matar saudades da dupla Burguess e Atwater nesse episódio.

PS: Como já comentei, acredito que a Lindsay vai aceitar esse emprego da força-tarefa.

E vocês, o que acharam do episódio?
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