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Michelle Louise Michelle Louise Author
Title: [REVIEW] OUAT - S04E13; S04E14 & S04E15
Author: Michelle Louise
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Quem é vivo sempre aparece e eu, depois de um longo hiatus, vim dar meu Oi, minhas explicações , pedidos de desculpas e trazer uma revi...

Quem é vivo sempre aparece e eu, depois de um longo hiatus, vim dar meu Oi, minhas explicações , pedidos de desculpas e trazer uma review tripla.

Bem, como vocês puderam notar, eu me afastei um tempo das reviews. O que acontece é que quem lê minhas reviews cheias de análises felizes e românticas sobre os episódios, às vezes, pode não perceber que sou uma pessoa normal com problemas e com uma vida perturbada e agitada. Tentar conciliar a avalanche de problemas pessoas que tinham me acometido, faculdade, Iniciação Cientifica, TCC e minha vida particular foi difícil e não, não consegui dar conta. Por isso me afastei esse absurdo de tempo das reviews. Eu não queria escrever para vocês estando incompleta por aqui. Gosto de me doar 100% no que faço (por isso complica com tanta coisa ao mesmo tempo). Porém, cá estou eu de volta e a todo vapor. 

Por uma questão de: Muitos episódios e pouca review, dividi as mesmas da seguinte forma: Hoje falarei dos episódios 4.13, 4.14 e 4.15 e deixo para falar do 4.16 junto com 4.17. Dito isto, vamos a review. 

Once Upon a Time tem o dom de nos fazer amar os vilões. Isso vem desde Regina e Rumple, se estendeu a Zelena e a Ingrid e, agora, a Malévola também. Após a descoberta do segredo dos Charming e do que realmente houve entre eles e a nossa amada dragão. Muitas dúvidas foram plantadas neste episódio, entre elas como Malévola teria um filho, quem seria o pai e coisas desse gênero. Porém, a principal questão era: Como os Charmings se ligavam a ela e o que eles teriam feito? 

Na grande realidade esse episódio serviu para trazer Malévola de volta (alias, nessa série todo mundo dá um jeito de reviver todo mundo, menos o Daniel) e mostrar que muitas vezes, mesmo as pessoas mais bondosas tomam atitudes erradas. Pois bem, se Snow já havia afirmado que ela não era de todo bem, assim como a Regina não era de toda má, Unforgiven veio para provar este ponto. 


Os Charmings mentiram mais durante esse episódio do que qualquer geminiano ao longo de toda a vida. Tudo para esconder um segredo da Emma. Juro que eu não consigo entender as escolhas que eles fazem, os caminhos que eles escolhem trilhar. Esconder um segredo da Emma e, pior, mentir dessa forma para fazê-lo foi pior ainda.  Juro, que chorei com Malévola e seu chocalho. Não importa quais sejam as circunstâncias, nenhuma mãe merece perder o filho e malévola fez o possível e o impossível para tentar com que isso não acontecesse. 

No meio desse turbilhão de coisas, Regina continua sua busca pelo autor e pelo seu Happy Ending. Claro, que ela não deveria ter estourado com o Pinóquio, porém, ela reconhece isso. Ela vai até Gepeto, na cena mais linda e tocante do episódio e pede desculpas. De uma forma tão sincera e dolorida que meu coração doeu demais. Regina mostra que é a personagem que mais cresceu e aprendeu com seus erros na série. Ela mostra é que é possível mudar. 

Mudanças, esse foi o episódio da inversão de papéis. Se anos atrás Regina pedia para Snow guardar um segredo, hoje a situação é inversa. E me desculpem se eu não gostei da atitude da Snow aqui. Sim, achei egoísta. Regina está tentando mudar, e tem conseguido, e para proteger um segredo que nem ao menos dela é, Regina se infiltrará numa missão que pode acabar com a vida dela. É muita coisa em jogo para arriscar, e eles não pensam duas vezes em jogá-la no meio do fogo cruzado como se nada fosse.

Por outro lado, Regina infiltrada nos traz em Enter the Dragon a visão das 4 vilãs juntas, sim, afinal Regina precisou a bancar a Evil Queen. E o mais bacana desse episódio foi poder ver a forma como a amizade de Malévola e Regina foi construída, uma curiosidade minha que remonta desde a season 1.
E foi bacana de ver Regina provar que ainda era uma “bad girl”, na verdade, “the worst”. E ver que a Dinâmica das 4 juntas funciona muito bem obrigada. Regina consegue mesclar esse lado bom com o mal e enganar as vilões a ponto de se infiltrar no meio delas. O que acaba se tornando uma alternativa interessante quando se descobre que todas estão buscando o mesmo objetivo: encontrar o autor e mudar os finais do livro. 


É interessante ver Malévola tentar fazer Regina voltar a ser má, quando vemos que Regina, de certa forma, salvou a Malévola anos atrás e fez ver que ela realmente era. Gosto da Young Regina e sua garra buscando aquilo que quer, mesmo que seja a coisa errada neste caso. Ver que a Malévola caiu em desgraça e foi salva por uma jovem que queria vingança, foi uma jogada maravilhosa para aproximar a história das duas. E logo, foca explicado porque Malévola gosta de ideia de ter Regina por perto, porque sim, ela o faz.  

Rumple resolve se mostrar para Regina, que por essa não esperava e sabe que isso dificulta os planos dela, e de quebra consegue recuperar a adaga enganando Belle mais uma vez, afinal, essa parece que nasceu par ser enganada e feita de boba (ou não tão boba, afinal de contas, ela pegou o Will em tempo record na série conseguindo fazer com que Scarlett Beauty superasse Outlaw Queen em agilidade). 

Nos episódios anteriores pudemos ver que Hook teve um passado com Úrsula, e foi muito bacana como Emma entendeu a situação e esperou que ele estivesse pronto para contar para ela o que quer que fosse. E pudemos descobrir isso em Poor Infortunate Soul

Úrsula, sempre foi a mais apagada das vilãs que entraram e eu, na verdade, estsva bastante descontente com ela na série. Porém, ela veio para mostrar que vilões podem ter seus finais felizes e que eles podem vir atrás daqueles que o tiraram a algum tempo atrás. 

Mais uma vez, tudo estava ligado a dor da perda. Úrsula perdeu a mãe cedo e sua voz era a única lembrança dela, aquilo que mantinha ela presente e viva de alguma forma. Quando Hook tira isso dela, foi natural que ela acabasse se rendendo ao lado negro, porém, foi bacana ver Hook arrependido do que fez e tentando consertar esse erro do passo e, tendo sucesso nisso.


Regina e Cruella trocando patadas com a maestria de poucas são momentos que amo nos episódios e por isso quero que Cruella fique para sempre na série. A forma como Rumple torturou August para que ele falasse o que ele queria saber também foi fantástico mas, por favor, mantenham ele ou adulto ou criança porque esse troca-troca me tira do sério. A pista dada por August para a Regina, de que autor está preso dentro do livro foi fantástica porque é algo jamais passou pela minha cabeça. E foi uma sacada genial dos autores. Parabéns, me curvo.

Graças a semi traição da Úrsula, o disfarce de Regina continua mantido. E eu me questiono se em algum momento Emma sucumbirá ao lado negro, coisa que eu queria muito ver. Sobre esse episódio especificamente, eu fiquei meio...descontente. Vamos analisar a história como ela foi construída. Úrsula seria a pequena sereia? Logo, temos duas pequenas sereias na série somando com Ariel? A história foi legal, mas me deixou desconte na parte do roubar a voz e repetir, nesse detalhe, aquilo que Regina fez com Ariel tempos atrás.

Úrsula tem agora seu final feliz e despede da série, me fazendo questionar porque diabos ela chegou a entrar. Quem vai ser a próxima a ter seu final feliz? Mal posso esperar para saber.

A review foi corrida, afinal, não tenho muito espaço para falar de 3 episódios dessa forma, com um certo aprofundamento que seria necessário. Porém, agora as reviews saíram em dia (a partir de semana que vem, onde teremos ela dupla) e eu consigo não deixar mais vocês na mão.

PS: O CABELO DA LANA. SOS. AJUDA PAI.
PS1: Once Upon a Capitan Swan
PS2: O CABELO DA LANA. SOS. AJUDA PAI.
PS3: DRAGON QUEEN É SHIP SIM! AJUDA SENHOR! 
PS4: Sim, os episódios estão numericamente confusos. Essa foi a ordem com a qual EU me organizo dentro da série. 
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