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Michelle Louise Michelle Louise Author
Title: [REVIEW] OUAT - S04E16, S04E17, S04E18, S04E19 & S04E20
Author: Michelle Louise
Rating 5 of 5 Des:
Primeiro, existe alguém vivo depois dessas convenções todas de Once Upon a time rolando? Segundo, a reviewer aqui quase partiu dess...


Primeiro, existe alguém vivo depois dessas convenções todas de Once Upon a time rolando? Segundo, a reviewer aqui quase partiu dessa para a melhor por causa disso, mas aqui estou para fazer uma review quíntupla... e que a sorte esteja a meu favor. 

Seguindo a ordem cronológica e falando de “Best laid plans” nós pudemos observar como os Charmings ficaram preocupados que Emma seguisse o caminho das trevas, mesmo depois de todo o esforço para mantê-la no caminho certo. O flashback onde mostra cada um tendo uma visão de Emma, uma boa e outra má, acaba cegando os Charmings com o medo de que sua filha pudesse se tornar uma vilã. O que eles poderiam  fazer? Transferir o potencial de maldade da Emma para outra criança, ainda em desenvolvimento. A criança de Malévola (que a muito tempo já vinha demonstrando o quanto amava a criança que carregava) foi a escolhida. Quando o aprendiz está realizando o feitiço que realizaria de fato essa transferência, abre-se um portal por onde a criança seria transferida para outro mundo.


A partir de então, Snow e Charming começam a perceber que erraram, porém, apenas quando eles veem que dentro do ovo de Malévola havia realmente uma criança, eles percebem que trilharam o caminho errado. Tarde demais, Úrsula e Cruella tentam parar o feitiço e percebem, também, tarde demais que estão prestes a serem levadas junto e acabam caindo no portal e vem parar em nosso mundo. Sendo assim, temos a primeira explicação de várias necessárias das Queens of Darkness, como elas vieram parar aqui? Através da escolha errada de Snow e Charming, escolha essa que tem sérias repercussões. Emma estava, finalmente, se aceitando, aceitando os pais e aceitando o amor. Saber que para ela ser boa, custou a outra pessoa ser fadada ao lado negro foi pesado. E eu não posso julgá-la por ficar afastada dois pais nesse momento.

Temos um casal de heróis em desespero porque sua filha poderia ser má, eu entendo isso, mas foi muita presunção e egoísmo, apenas aceitar que o filho da Malévola estava nascendo do mal e logo seria também mal, sendo que eles que são bons carregavam dentro de si uma criança com potencial para as trevas. Não cabia a eles decidir quem seria bom ou mal, porém, este é um erro que eles sempre tiveram que conviver com. Lutando para serem melhores a cada dia, para garantir que tudo valeu a pena ao final de contas. Alias, filha da Malévola. A teoria já era comum entre o fandom e quem chutou que era a Lily acertou, com a ajuda de Rumple ela descobre sobre sua filha e a busca, agora, é para encontrá-la. Henry DANIEL (ai meu coração) Mills, encontrou a chave para abrir a porta onde o autor do livro estava preso e ai, meus amigos, eu queria dar um murro bem dado na cara do Charming.

Querer destruir a página para que sem autor não houvesse possibilidade da Emma descobrir as coisas e não pudesse ir para o lado mal foi.....sem explicações. David, aparentemente, tem dificuldades em aprender com os erros passados e tende a não pensar nas consequências de suas ações. Snow, amém, tem essa capacidade de discernimento. Ali, naquela página, estava a possibilidade da Regina conseguir mudar o seu final triste e conquistar o Happy ending. Ela arriscou tudo para conseguir encontrar o autor e quando ele estava tão perto..eles iriam tirar isso dela. Quão justo, não? Porém, Snow foi sensata e viu que era hora de parar de omitir os erros e lidar com as consequências. Contar a verdade para Emma e esperar que ela pudesse, com toda a bondade que tanto custou para eles que ela tivesse, entender o porque dessas ações tortas para heróis tão admirados. 

Ao final das contas, o autor estava fazendo mais do que escrever... ele estava manipulando as histórias e as escrevendo como queria (na verdade, o livro era uma grande fanfic e lidem com isso), e quando a Regina leva a página falsa para Rumple que, obviamente, já descobre, ele a desmaia porque não confia nela do lado deles (se é que um dia confiou) e quem vai atrás dela? Isso, ninguém. Porque a personagem que se infiltrou no meio dos vilões e quase morreu para proteger um segredo que foi revelado depois de qualquer jeito,  não é relevante no momento crise familiar devido a uma mentira mantida por anos. Rumple apenas deixa claro que tem algo forte para usar contra Regina e que esse algo faria com que ela o ajudasse. O que seria esse algo?


“Heart of Gold” vem nos dar a resposta embora ela seja mais do que óbvia na realidade. Um episódio em minha opinião fraco e salvo lindamente pela atuação da sempre linda e diva, que está de volta mais Wicked do que nunca: Rebecca Mader. Contar a história de Robin Hood era necessário, porque ele estava perdido na série apenas tendo como link de história uma tatuagem de leão. Robin ganha um episódio para explicar sua história e explicar mais algumas coisas para que o desejo dos fãs se tornasse realidade, trazer Zelena de volta. 

Primeiro, Robin vai a Oz em um acordo feito com Rumple e lá encontra Zelena, mesmo que lá na season 3 não tivesse dado nenhum indício de que ambos se conheciam. Falha no plot, isso poderia ter sido trabalhado na season 3 e explanado melhor agora...seria melhor do que deixar passar em branco. E, nesse mesmo arco da história, conhecemos um pouco de como Robin e Will Scarlet se conheceram, dando um link entre os dois personagens.

Gold estava morrendo neste mundo sem magia e precisava do Elixir do Coração Partido para que pudesse se curar e, claro, cabe ao Príncipe dos ladrões roubá-lo. Porém, mesmo quando Rumple toma esse elixir não funciona porque Marian havia trocado potes e dado um não magico para Rumple. Marian não, Zelena. Zelena que sendo mítica e diva da humanidade conseguiu voltar no tempo, matar Marian, assumir seu lugar e, de quebra, destruir a felicidade da Regina – seu plano desde o inicio. Bex teve uma atuação brilhante no monólogo ao lado de Rumple e eu realmente me arrepiei com ela falando. Foi algo fantástico. Rumple e Zelena acabam fazendo um....acordo, e então, Zelena tem Robin nas mãos e Rumple pode usar isso para ameaçar Regina.

Como outlaw queen shipper, me sinto no direito de comentar do porque fiquei puta com o Robin neste episódio. Eu entendo querer seguir em frente e dar ao seu filho a chance de ter uma família com sua mãe junto, é claro que entendo, porém, deletar o número da Regina sem nem ao menos TENTAR falar com ela (o epi mostrou ele pensando na Regina e em ligar para ela, mas ele não faz isso), tentar buscar uma luz no fim do túnel para ter a mulher que ele ESCOLHEU de volta..não...Ele diz “eu te amo e eu quero estar aqui” para a Marian e segue em frente. Desculpem, um soulmate deveria ter mais esperança e lutar mais pela Regina, mesmo porque, quem falou de esperança entre eles dois sempre foi ele..inclusive sobre a página 23. Outra coisa, ele que roubou o maldito colar da Zelena em Oz foi incapaz de reconhecer sua esposa usando ele? Ele sabe o que aquele colar fazia (uma pessoa poderia se transformar no que quisesse), mas não para achar estranho a esposa usando ele? Não questiona? Foram meses de convivência, impossível não ter visto. Nesse episódio, minha Swan Queen interior berrou e os berros continuaram em episódios seguintes. 


“Sympathy for the De Vil” foi um dos meus episódios mais aguardados porque a Cruella foi minha vilã favorita na temporada. De longe. E descobrir o passado dela foi fantástico, surpreendente e.... desestimulante (aguardem, vocês vão entender). 

Okay, essa história de trazer Emma ao lado negro está me estressando de um jeito fora do comum. Ou deixa ela má ou deixa ela boa. Deixa a JMo ser a excelente atriz que é exercendo algo de poder na série, essa balança entre bem e mal nela está me irritando porque pensei que tínhamos passado da fase “Emma insegura” e estamos voltando a ela. Não. Parem. 

“Evil isn’t born, it’s made”. Regina, talvez você queira rever essa frase sua atualmente. Cruella provou e mostrou porque era a melhor vilã da temporada porque ela me deu aquilo que eu sempre pedi. VILANIA PURA E SIMPLES.

Quando vi a menina Cruella sendo trancada pela mãe no pobre sótão, como se fosse Harry Potter embaixo da escada, me desanimei e pensei “mais um caso de rejeição”. Cruella e o autor acabam tendo uma história e ela conta à ele, que sua mãe matou o pai dela, assim como seus outros maridos, e que ela a mantinha trancada isolada do mundo. Pobre menina. Ela precisa se defender de uma mãe que comanda cachorros como ninguém. O autor deu poderes para Cruella controlar qualquer animal que fosse (incluindo um dragão, descobrimos), e então, numa erviravolta brilhante, descobrimos que a assassina era a Cruella, todo esse tempo...desde criança, era a Cruella. Porque ela se sentia atraída pela escuridão e se deliciava nela. BRILHANTE. Ela apenas gostava de matar! Porém, o autor tirou a capacidade dela de ferir as pessoas, ela queria fazer isso novamente, BRILHANTE DE NOVO. O seu final feliz era poder a voltar a matar pessoas. GENTE, GENTE. MELHOR VILÃ QUE JÁ TIVEMOS (Ta, nessa season...)

Porém, ela estava ameçando matar Henry se Regina e Emma não matassem o autor para ela. Quando as buscas são divididas e Emma, Regina (porque Emma confia na sua esposa) e Hook vão atrás de Henry, Snow e Chaming vão atrás do autor e descobrem tarde demais que Cruella não poderia ferir Henry. Emma, quando encontra ambos, acaba matando Cruella para proteger o filho.


Ai chegamos: desestimulante. A melhor vilã, a única com diferencial, eles apenas a matam e a tiram da história para não ter que arriscar no diferente, um vilão não movido por razões emocionais. PAREM. Porém, confesso, não esperava que Emma fosse matar a Cruella e cara dela foi no mínimo assustadora. Muitas pessoas falaram que matar Cruella era o primeiro passo para Emma ser má, eu acredito que não perdoar os pais e guardar tamanho rancor é o primeiro deles. Ah, não esquecendo que foi a magia presente no ovo da Malévola (ela e Úrsula caíram com a Lily pelo portal, lembram) que fez com que elas permanecessem jovens em nosso mundo. 

Voltando ao plot da Regina, ela ficou boa e as pessoas esquecem que ela um dia foi a Evil Queen e ainda sabe ser má. Usando o coração de Belle para ameaçar Rumple e evitar que ele conte a Zelena sobre, ela embarca em sua missão para salvar Robin de sua irmã louca. O que temos então? Isso. ROAD TRIP!

Em “Lily” temos Malévola precisando da ajuda de Emma para encontrar a filha e Swan Queen partindo para uma Road Trip juntas. Sim, Regina, o destino "is a bitch”. Lily, amiga de infância de Emma – amiga de roubo e tatuagem de mentira no braço- era a filha da Malévola e, então, Regina precisa de sua esposa Emma. Porque não se ajudar? Emma precisa encontrar Lily e tentar remediar os danos que seus pais causaram e Regina precisa salvar Robin da sua irmã louca. 

Regina foi a pensadora contemporânea neste episódio, com varias frases inspiradoras e impedindo que Emma agisse com o impulso que a tem movido desde a morte da Cruella. Emma está perdida, não má, perdida e precisa se encontrar rápido para evitar fazer besteiras. 

Foi interessante neste episódio notar como Lily, quando nova, tentava agir certo e fazia coisas erradas e como mentiras e traições permearam toda a convivência das duas jovens. A escolha dos Charming teve consequências devastadoras para a Lily e, então, pudemos perceber como tudo foi ainda mais injusto. Eles condenaram o futuro de uma criança inocente a ser negro e cheio de erros. No fim, Lily estava fadada a errar. Não havia outra possibilidade, ela tinha a maldade de duas pessoas dentro de si, esperar que a luz vencesse seria otimismo demais. O destino das duas estava fadado a ser cruzado. Elas estavam ligadas em níveis que transcendem o entendimento. A atitude dos Charmings ligou sua filha a Lily e não havia como fugir disso.

Regina sabe que ao cruzar a linha entre o bem o mal, é difícil voltar. Logo, ela impede Emma de atirar em Lily (e a quase matar o cara do prédio também). Ela foi a cabeça e a emoção controlando uma Emma que está sentindo tudo em excesso sem saber lidar com isso. Estar com a Regina, que ela já disse ser a única pessoa que realmente a entende, foi essencial para Emma não sucumbir aos planos de Gold. O aprendiz, que também acabou sendo usado pelo autor nisso tudo, conta para Lily toda a verdade e, desde então, a busca de Lily é sobre vingança em cima daqueles que a condenaram e a deixaram órfã. 


Lily, volta para Storybrooke. Bem, ela e uma gangue. Vamos a parte onde a Mi fica putíssima? VAMOS. Regina bate a porta de Robin com urgência após perder o coração de Belle para Rumple, e então o tão esperado reencontro acontece. Eles sentiram falta um do outro, nós sabemos que sim. Regina tenta fazer Robin entender que Marian é na verdade Zelena e ele, claro, não acredita nela. “I’m with her now” 50 facadas meu estômago foi o que senti nessa frase. Quando Zelena se revela e Robin, ainda assim, não aceita ir com Regina...temos a revelação de que “She’s pregnant” mais 130 facadas em meu estômago. 

Ou seja, enquanto Regina tentava desesperadamente achar um meio de ter Robin de volta, de tentar ter seu final feliz com ele, enquanto ela colava os pedaços da página 23 que ELE disse que significava esperança pra ela, ele estava deletando o número dela, seguindo em frente com Marian e tendo um novo filho. Sabem o que não consigo parar de pensar? E se fosse realmente a Marian? Regina tentava sem parar ter seu final feliz – que com certeza incluía Robin- e ele não iria com ela. Ele havia seguido em frente, juro que sinto pontadas no coração quando eu imagino ela passando por isso. Sim, eu estou brava com isso, porque não era algo que eu esperava do Robin. Me chocou e eu vou demorar para assimilar isso.

Isso se eu conseguir assimilar algo mais depois da ESTUPENDA atuação da minha Lana em “Mother”, um dos melhores episódios da temporada para mim. Pela revelação no episódio passado e o nome deste, descobrir a temática dele não foi uma das coisas mais difíceis do universo. 

Pois bem, mães. Neste dia lindo (um parabéns a todas elas) venho falar deste episódio que mostrou todas as mães e suas facetas possíveis. Temos uma Lily querendo vingança e uma Malévola (que agora tem seu final feliz, reencontrou a filha, não esqueçam) dando a lição mais linda do mundo. Não, não é sobre como ser um dragão assustador, e sim que nós não podemos viver apegados ao nosso passado se quisermos ser feliz no futuro. Lily, depois de muito se irritar e querer deixar a cidade porque a mãe não queria vingança, decide ficar por uma semana, afinal, as mães não se importam com um pouco de trevas.

Não podemos focar no passado para sermos felizes no futuro. Com isso deixamos para trás a possibilidade de uma Emma má (saímos disso, amém), e vimos ela perdoando sua mãe e seu pai pelos erros cometidos. Sou fã da Regina e não há personagem que tenha cometido mais erros que ela na série, seria até hipócrita de minha parte dizer para Emma não perdoá-los. Ele erraram, terão de conviver com isso, mas antes de serem heróis, eles são seres humanos, e erram como tais. Eles lutaram para serem pessoas melhores e para darem orgulho a Emma e foram bem sucedidos apesar de tudo, logo, Emma os perdoa e agora podemos seguir em frente.

Porém, para alegria de minha alma, coração e corpo, o foco era Regina. O foco era Lana e MEU DEUS. Como ela foi brilhante.  Cora, a mãe superiora que sabe ser mãe como ninguém, parece no aniversário de assassinato (pelas mãos dela, sempre importante lembrar) de DANIEL. O nome dele era Daniel. Pudemos ver como Regina (Já Evil Queen) ficava nessas datas e o quanto o lado emocional guiava todas as atitudes dela. 

Cora estava de volta e, aparentemente, queria compensar as falhas do passado ao ajudar Regina ao encontrar sua alma gêmea, o homem com a tatuagem de leão. E ela  faz, ou bem, ela o inventa. Afinal, que tipo de mãe iria querer que sua filha, rainha, tivesse como alma gêmea alguém casado que roubava dos ricos para dar aos pobres? Não, um xerife seria melhor. Então, O xerife de Nottingham deve ter ficado mais do que feliz com a possibilidade de ser Rei e, ao mesmo tempo, levar algo que deveria ser de Robin Hood, se passa por soulmate  da Regina. Dica de amigo, nunca chame a Regina de fraca.


O que Cora pretendia com isso? Que Regina tivesse filhos para ter uma linha de sucessão ao trono. Regina não aceita mais ser manipulada e toma uma atitude irreparável. Ela toma uma poção que a deixa infértil e toda essa cena teve uma atuação tão brilhante de ambas as atrizes que meu coração doeu demais. Mesmo. Regina toma uma atitude num momento de raiva, se arrepende na mesma hora (visivelmente pela sua expressão) e leva um último conselho da sua mãe: O destino quem faz é você e muitas vezes nós mesmos estamos no caminho da própria felicidade. Regina não pode ser filhos e por isso ela diz ao Robin que ele está ligado a Zelena de uma maneira que eles jamais poderão estar.

Regina não pode ter filhos, mas ela já tem um filho: Henry. Ai, essa série. Essa série que fala, acima de qualquer assunto, sobre o amor em suas diferentes formas. E eu sou grata a Lana por ter lutado pelo relacionamento Regina e Henry. É importante mostrar que nada difere no amor de uma criança adotada para uma que nasceu de você. Nada. O amor é o mesmo, e amor que Henry dá para Regina é o suficiente para ela, ele é o filho dela.

Então, o argumento da Zelena não funciona. E a Regina não acha que sua felicidade dependende de um homem. Ela precisava se sentir parte deste mundo, Robin é apenas uma parte dele. E, cansada de ficar no caminho da própria felicidade, ela o perdoa tudo e fica com Robin, retirando a ideia de tirar Zelena da história e optando por dar a ela uma terceira chance. Regina, abraça seu lado heroína e prefere viver sua vida sendo grata pelo que tem do que se preocupando com o quão perfeito tudo poderia ser.

Ela poderia ter escrito mil coisas tendo o autor nas mãos (e algumas possibilidades me fazem pensar que ela foi sim trouxa em não ter pensado em nada), mas ela opta por aceitar que já tem tudo que precisa para ser feliz. Ela se aceita e, por favor, levem essa como principal lição do episódio: Você é a pessoa responsável pela sua própria felicidade e a auto aceitação é o primeiro passo para que isso aconteça.

O autor? Escapa e volta para Rumple. Tudo que eles precisam para a questão da tinta, era o sangue com o coração da Salvadora negro. Regina, sendo brilhante, percebe que parte da Lily é Emma, querendo ou não, e usa o sangue da moça para tal (Bem vinda a Storybrooke). O Autor vai reescrever a história e os vilões terão seus finais felizes, em poucas horas. 

Aproveitem a season finale, eu volto em breve para dizer se sobrevivi.
PS: As frases da regina me dava vontade de tatuar cada uma na testa.
PS1: Vou tatuar uma foto da Young Regina na testa.
PS2: Desculpem essa correria de review, mesmo.
PS3: Feliz das mães para Cora, Zelena, Regina, Emma, Snow, Malévola e para todas as mamães do mundo real que são tão importantes em nossas vidas.
PS4: FALTAM MENOS DE UMA HORA PARA A FINALE, ME SEGURA. 



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