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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] NCIS: NEW ORLEANS - S02E06: INSANE IN THE MEMBRANE
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
“It's my experience when you can't shake something best to look straight at it.” – Dwayne Cassius Pride Ao contrário do que p...
“It's my experience when you can't shake something best to look straight at it.” – Dwayne Cassius Pride

Ao contrário do que pensei, Insane in the Membrane (amei o nome) não foi bem um episódio de Halloween. Mas não posso tirar o mérito do episódio, que apresentou um caso bom. Não sei se comecei a suspeitar muito de todo mundo, ou se estava bem implícito quem seria um dos responsáveis pelos acontecimentos do caso, mas enfim.

Cheguei a acreditar que a Petty Officer Weaver estava sendo seguida no meio da multidão. Mas aí fiquei pensando: como ninguém teria começado a gritar e se desesperar se alguém armado estivesse realmente ali? Porque sempre que alguém está apontando uma arma para alguém, sempre vai ter uma testemunha para sair gritando. Era perceptível que tinha algo de errado, só pelo jeito que o rosto dela estava. O que causou a alucinação e a queda da Petty Officer foi um alucinógeno sintético conhecido como Flakka, produzido em países como a China, México e Paquistão.

Porém Weaver não havia sido a primeira vítima. A cada porta que Loretta abria, surgia uma pessoa cada vez mais nova sendo morta pelo consumo de drogas, o que não deixa de ser uma realidade hoje em dia. E Weaver não estava de licença sozinha. Só depois que houve uma negociação entre Brody e a Petty Officer Velez, que não foi cumprida pela Sonja, foi descoberta uma pista concreta sobre a identidade do drug dealer, Anthony Cousins que, antes de fugir, teve que cair na porrada com a equipe. O mais engraçado foi King não acreditando em como três agentes federais apanharam de um drug dealer, que acaba aparecendo morto, enforcado por um garrote com o DNA do assassino. A partir do momento em que o assassino se tornou ‘The Ghost’, imaginei que iria se prolongar pelos próximos episódios.


Como havia dito na review do primeiro episódio da série, existem duas gangues que dominam o distrito: os 1-1-3 e os Delta Crew. Após uma batida na casa de um dos 1-1-3, King e a equipe encontraram quilos de flakka, e, enquanto isso, Sebastian ia “construindo Roma” com um de seus programas, utilizando características possíveis de determinar utilizando a amostra de DNA que eles tinham. Com isso, era só encontrar o Ghost e prendê-lo. Mas não. Nunca é tão fácil assim.

Como Sonja já tinha experiência com disfarces, ela iria ser uma nova interessada em fornecer flakka. Roger Liu, o homem por trás da venda de flakka para os 1-1-3 se convenceu de que seria um bom acordo, atirando no fornecedor anterior, a única pessoa que sabia quem ela era de verdade. Mas, como se já não fosse o suficiente, Liu ainda pede para que ela o enforque com o garrote. Achei que King iria chegar um pouco antes de ela precisar fazer algo, mas gostei de como tudo foi resolvido.

O problema é que Sonja estava afetada pelo caso desde o início, quando começou a se lembrar de suas amigas – uma que morreu e a outra que decidiu se entregar às drogas. E isso acabou fazendo com que a probie se fechasse e tomasse atitudes ‘no calor do momento’, não cumprindo com a promessa que Brody fez para a Petty Officer Velez e implicando com a preocupação de Lasalle. Fiquei muito satisfeita de vê-la indo atrás da amiga. Ainda bem que existe King para fazer com que as pessoas enxerguem a situação que estão enfrentando e encontrem um jeito de torná-la favorável a eles mesmos.


Outra que passou boa parte do episódio enfrentando uma situação nada confortável foi Brody. Novas fotos foram enviadas a ela, porém dessa vez Sebsatian tinha algo a dizer. Cada objeto adicionado às fotos era como um ponto. Ao final, todos os objetos formavam um número em romano, levando a um endereço de IP. O endereço era de um site de crimes não resolvidos e o acidente que causou a morte de sua irmã, Emily Anne Brody, poderia ser um assassinato não resolvido. Isso me deixa um pouco mais aliviada, já que alguém pode estar tentando ajudar Brody a enxergar a verdade sobre o que houve com Emily. Mas ainda fico com um pé atrás. Adorei a cena em que ela e Loretta conversaram. Por mais momentos como esse.

Outra coisa que me chamou a atenção no episódio foi como King está um pouco mais tranquilo quando tem que lidar com Hamilton. Entendam: acho que ele ainda vai fazer alguma besteira muito grande. Mas muito grande mesmo. E aquele discurso que ele fez no Red Dress Run, foi uma boa estratégia de marketing, porém muito comum. O que seu adversário fez um pouco mais elaborado, porém ridículo. Certo que ele queria deixar Hamilton em maus pedaços, mas aí já foi demais.

Por último, mas jamais menos importante, tenho que mencionar o Red Dress Run. Afinal, não tem como não falar o quão lindo estava Lasalle com aquele vestido. Como a Sonja disse, “He definitely knows how to work what his mama gave him.”. Achei Sebastian muito classy com seu vestido e a bolsa, assim como King, que ficou uma gracinha de vestido. Até Hamilton ficou fofo!

P.S.: Tenho um grande problema quando alguém fala Weaver. Já começo a procurar a Laura Innes por toda a cena.

“Let me get this straight. There was one guy?” – Dwayne Cassius Pride
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