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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] NCIS - S13E02: PERSONAL DAY
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
“Day I joined NIS, all I had was a reason. Things change. The reason stays the same. It's always with me. Never leaves. Either you go...
“Day I joined NIS, all I had was a reason. Things change. The reason stays the same. It's always with me. Never leaves. Either you got a reason or you don't.” – Leroy Jethro Gibbs

Quando o agente da DEA, Mitch, pede a ajuda de Gibbs em pegar um traficante de drogas que ele já persegue há um tempo, a equipe é obrigada a aceitar o trabalho, mesmo sem saber dos motivos por trás desse caso repentino. É claro que ocorreram alguns questionamentos, principalmente da parte de Tony, mas como o caso tinha o Sargento Cole Gleason envolvido, não havia outra coisa a ser feita, a não ser seguir em frente.

A questão é: estava óbvio que Mitch tinha alguma relação com Gibbs, tendo em vista que qualquer caso do interesse de duas ou mais agências deve ser discutido entre os diretores das mesmas para que as equipes cheguem a um consenso. Como nem sombra de Vance tinha no episódio, era fácil de deduzir.  Se não fosse o “instinto aranha” de DiNozzo, a equipe nunca saberia que Mitch é na verdade Luis Mitchell, filho de Kurt Mitchell, agente do NIS designado a proteger Shannon e Kelly quando os três foram mortos.

Eu esperava mais episódios em que Gibbs ia se lembrar do passado, já que ele conversou com Kelly enquanto estava inconsciente na cirurgia. Mesmo com toda a conversa de que ele não deveria mais ficar pensando no passado, é algo do qual ele não pode se esquivar. Por isso achei interessante a história que o episódio trouxe – principalmente mostrando o quão pouco sabíamos sobre o que aconteceu no dia da morte de Shannon e Kelly.


Simplesmente amo quando histórias de temporadas passadas ou pequenas coisas são mencionadas em episódios mais novos. No fim da terceira temporada, descobrimos que Gibbs tinha uma família e a perdeu. Na sétima descobrimos que ele matou o assassino de suas meninas e que estava encrencado pois os filhos de Pedro Hernandez – Paloma e o mala do Alejandro – decidiram buscar vingança pela morte do pai. A história teve conclusão na season premiere da oitava temporada, sendo citada novamente na season finale da décima primeira temporada, quando o pai de Gibbs morre e o nome de Alejandro surge. Para mim era só isso. Assim como para Tony e McGee. Porém Bishop mostrou que no relatório do caso, de 1991, o nome do traficante Benson Long, é citado. Ou seja: ele era o chefe por trás do ataque que matou Shannon e Kelly, por serem testemunhas de um assassinato. Hernandez só puxou o gatilho. Sabendo disso, Mitch queria vingança pela morte de seu pai, mesmo se isso significasse pegar Long sem motivo algum. Ainda bem que Gibbs estava com ele.

Como disse na review do episódio passado, a culpa que Tony carrega pelo que aconteceu no Iraque não passou e isso acaba mexendo em seu comportamento de tal forma que, durante certos momentos, achei que ele e Gibbs haviam trocado de personalidade. Cheguei até a lembrar de “Sexta Feira Muito Louca” (com Mark Harmon lindo no elenco). O fato é: ele mesmo está abalado com tudo o que aconteceu. Porque ele poderia ter feito algo para evitar que seu chefe se tornasse alguém totalmente diferente do que era antes. A prova disso: todas as vezes que DiNozzo ficou atormentando Gibbs, ele não levou um head slap. NENHUM. Se fosse eu, teria dado uns 15 só na conversa do elevador e mais 15 na conversa da autópsia. Por falar em conversa: não gostei nem um pouco do que Gibbs e Tony falaram no fim do episódio. É claro que ele poderia ter ido para Rota e ter sua própria equipe, mas ele quis ficar ali. Aquela equipe é sua família. Já fazem mais de 15 anos que DiNozzo trabalha com Gibbs, para que querer abandonar? Sim, depois de um acontecimento traumático, como Ducky mesmo disse, as pessoas geralmente mudam sua visão do mundo e de tudo ao seu redor. Mas, por favor, que os dois permaneçam na equipe. Gibbs, Tony e McGee são uma constante em minha vida, e gostaria que isso continuasse por muitos e muitos anos.


Continuando no assunto McGee: AMEI a implicância dele com Mitch, principalmente quando ele mandou o “amigo” de Gibbs ir dar uma volta no quarteirão. Confesso que fico incomodada quando alguém fica me chamando por apelidos estranhos também. Ou quando simplesmente me chamam de ‘amiga’. Não sei o motivo, mas estou achando o Tim muito mais McCute essa temporada. E o ciúme, ainda que pequeno, que ele sentiu vendo como Mitch e Abby se deram bem, me deixou bem feliz. Afinal, McAbby é vida. O resultado do pequeno acidente em que Abby se envolveu foi muito divertido e bem “Abby-ism”.  Também gostei da interação que Bishop teve com os meninos. A cada dia que passa, gosto de ver ela na equipe cada vez mais. E quando a Ducky: ele é quem deveria estar pressionando Gibbs para falar, não Tony.  Claro, o segundo é que estava no Iraque, mas quem se importa? Ducky é quem faz todo mundo pensar – e repensar – suas decisões.

“Well thank God for teamwork.” – Abigail Sciuto

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