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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] NCIS: NEW ORLEANS - S02E10: BILLY AND THE KID
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
“I am home.” – Christopher Lasalle Não consigo explicar o quão feliz fiquei ao saber que o episódio dessa semana traria como assunto ...
“I am home.” – Christopher Lasalle

Não consigo explicar o quão feliz fiquei ao saber que o episódio dessa semana traria como assunto principal o que aconteceu em 2005, quando o furacão Katrina destruiu a cidade. Mais do que isso, queria ver como King e Lasalle se conheceram.

Logo de cara somos levados ao dia 28/08/2005, quando Phil Hart havia acabado de levar um tiro e apenas Lasalle estava disponível para atender o caso. Lembrando que as tempestades do Katrina duraram de 23/08/2005 a 31/08/2005. A única testemunha, o próprio Hart, estava sendo amparado por sua esposa, grávida, quando contou para Lasalle a única marca que diferenciava o assassino de tantos outros homens: uma tatuagem azul. Sem formato ou desenho, apenas uma tatuagem azul.

Nos dias atuais, o mesmo assassino comete outro crime, tirando a vida de duas pessoas que trabalhavam em uma lanchonete, assim como a do Sargento Ned Ford. Como acredito que a intenção do episódio não era desenvolver muito um grande caso, os culpados foram apresentados de forma rápida, assim como a ligação entre eles e as vítimas. Porém a captura definitiva só foi feita no final, para não perder o espírito da série.


O que mais me chamou atenção – e confesso, deu um pouco de raiva – foi o comportamento de Chris. Sim, todas as pessoas quando mais novas já foram insuportáveis. Mas o Lasalle passava do limite. É compreensível, ainda mais na situação de total destruição em que a cidade se encontrava. Mas acredito que sempre há espaço para menos ignorância e mais trabalho correto. A leve bronca que King deu nele é a prova disso.

Gosto muito de episódios que focam na história de Lasalle. Não só por ter adquirido uma crush nele logo no começo de Crescent City (NCIS – S11E18), mas porque geralmente existem diversas vertentes que podem ser exploradas na vida de Chris. Não só sua relação com seu pai, o que espero ver novamente, mas também como mudou em relação a Billy e sua filha. Se vocês se lembram, desde o início já foi bem esclarecido que o Bama Boy é voluntário no hospital infantil desde a época do Katrina. No início achei que ele poderia ter perdido um irmão pequeno ou até um filho. Mas agora vejo que foi para que ele pudesse se sentir melhor e ajudar as pessoas a sentirem o mesmo. Quando ele disse que New Orleans era sua casa, quis abraçá-lo imediatamente. Coisa linda.


Foi bem interessante ver como a amizade dos dois começou. Quer dizer, não só deles, mas como a de Loretta e Chris também. Aliás, como não amar Miss Loretta? CCH Pounder traz todo um brilho e uma leveza na série, ainda mais quando as cenas são entre Wade e Pride ou Wade e Sebastian. Sei que é simplesmente por conta do trabalho que ele faz, mas amei Chris pedindo a ajuda de Sebastian para encontrar uma ligação entre o caso antigo e o atual.

Outra coisa que me deixou um pouco triste foi a ligação entre King, Linda e Laurel. Até hoje não aceito muito bem toda a história do divórcio. Mas isso é uma coisa boba. Bom mesmo foi ver que a atitude de Pride nunca mudou. O mesmo amor de sempre: sendo tranquilo, atencioso e preocupado, até mesmo com relação ao que fazer no Dia de Ação de Graças. Eu realmente sou grata pela ideia e pelo desenvolvimento de NOLA. Assim como pela cena final, que me deixou com lágrimas prontas para saírem a qualquer segundo.

“My mom said my city, New Orleans, will never float away. My city, New Orleans, is a mighty city.  When the storm came and the winds roared, when the levees let go, my city stayed, and souls were reborn.”
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