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Jéssica Ohara Jéssica Ohara Author
Title: [REVIEW] THE MAN IN THE HIGH CASTLE - S01E06: THREE MONKEYS
Author: Jéssica Ohara
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Meu pensamento no final desse episódio: Não sei dizer, só sentir Comemorações do Victory Day , até aí tudo okay , se não fosse o fat...



Meu pensamento no final desse episódio: Não sei dizer, só sentir

Comemorações do Victory Day, até aí tudo okay, se não fosse o fato de que quem ganhou a guerra foi a Alemanha e o Hitler está fazendo desfile na televisão. O mais maravilhoso disso foi como era mostrado uma típica celebração americana de feriado, com churrascos, crianças brincando, casas sendo enfeitadas, tudo no american way of life. Ficou evidente que as razões mudam, mas não os métodos.

Quando o Joe foi convidado para ir na casa do Smith, a reação dele foi bem suspeita, o que me deixa mais em dúvida sobre a identidade do pai que ele quer tanto impressionar. Cada vez que eu vejo o John se relacionando com a família fico mais perplexa com esses paradoxos, o caral é hiper mal, mas tipo é um paizão em casa? Apesar disso, algumas coisas vieram a tona, como o fato da mulher tomar calmante e dele provavelmente não ter sido tão bom marido e exemplo da comunidade assim.



O que pode resumir uma grande parte desse capítulo é: John não é burro. E também não confia facilmente, mesmo nos amigos de longa data, o Robert que o diga. Ele gosta de testar as pessoas e os seus limites. Ele, além de um "excelente" torturador físico, provavelmente persegue e destrói as pessoas com jogos mentais. Aquilo que ele fez com o Joe, de mandá-lo escolher, foi horrível e vil. Não só isso, o tempo todo ele tentou o menino com uma possibilidade que, na verdade, era tudo mentira, e Joe, que já não é dos mais espertos, caiu que nem um pato.

A Jules tá esperando demais do Frank. Ela foi, de certa forma, responsável (não culpada) pelo o que aconteceu e aí acha que vai encontrar o cara no seu mais perfeito equilíbrio emocional. O Frank está enfrentando um luto pesado e foi maravilhosa a cena dele orando com aquela família. Mas o que não gostei dele foi ter sido violento com o cara da loja de antiguidades. O cara está apavorado com razão, afinal, não é todo dia que a gente é interrogado pelo assustador Kido.


Mas se no quesito relacionamento, ela não é expert, na parte de boa moça e ir atras do que quer, Jules é perfeita. Está nos olhos dela a vontade de saber a verdade. Os jogos de palavras e as conexões ficam cada vez mais fortes (adorei os três macacos). Apesar disso, ela sempre consegue colocar alguém em perigo, aquela conversa com a secretária foi a mais descabida da Terra.

Agora, o final: o que foi aquilo? Aquela sala de escutas hiper secreta e finalmente uma pista do que é GrassHopper. Mas acima de tudo: o que o padrasto dela estava fazendo ali????? Será que ele faz parte da resistência ou é algo ao estilo 1984 e não tem resistência nenhuma?? Perdi o meu fôlego nessa parte.

Obs 1: O Back and forth entre o general e o ministro tá ficando pesado.
Obs 2: Aquele lugar pagando de alta segurança e a Jules entrando de boa, cadê as regras de horário e o controle que o cara falou?

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