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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] NCIS - S13E12 & NCIS: NEW ORLEANS - S02E12: SISTER CITY (PARTS 1 AND 2)
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
“Team effort, yours and mine.” – Leroy Jethro Gibbs Finalmente esse crossover ! Não sei nem por onde começar a descrever minha felici...
“Team effort, yours and mine.” – Leroy Jethro Gibbs

Finalmente esse crossover! Não sei nem por onde começar a descrever minha felicidade com o resultado final do caso. Claro: uma das coisas que me deixou mais feliz foi a oportunidade de ter Chris Lasalle e Abby Sciuto por mais do que os 45 minutos usuais. Até ia fazer as duas reviews separadas, porém, no espírito de até o episódio ter sido seguido, achei que tiraria um pouco da graça da situação.

Tudo começa quando um avião das Indústrias Blye que saiu de NOLA sobrevoa os EUA com todos os passageiros mortos. Entre eles estava o chef, Luca Sciuto, irmão de Abby. Na tentativa de evitar que dois caças da marinha derrubassem o avião, Abby e McGee redirecionaram o mesmo para “pousar” longe de qualquer lugar que pudesse causar danos a outras pessoas. Inicialmente, a causa da morte foi considerada como hipóxia. Porém, a suspeita foi descartada quando McGee determinou a causa da morte como envenenamento por batrachotox.


Como o veneno foi encontrado nos talheres utilizados pelas vítimas, a suspeita caiu em Luca, que, nessa altura do campeonato, havia mandado uma mensagem para que Abby o ajudasse, fazendo com que a cientista e DiNozzo fossem até a Carolina do Norte. Inicialmente tenho uma coisa a dizer sobre Luca: que coisa mais fofa gente! Escalaram o ator perfeito para interpretar o irmão mais novo de Abby. Além de lindinho, ele acaba se parecendo com a Pauley, dependendo do momento.

Uma das coisas que é extremamente marcante na família Sciuto é a positividade e a bondade. O que Abby tem, Luca tem o dobro ou mais. Quando ele decide ajudar Eva, uma mulher que fugia do namorado abusivo, acaba se apaixonando por ela. Até aí tudo bem. Lindo. Mas o problema é quando determina-se que Eva é, na verdade, Eva Azarova, cidadã russa trabalhando para Anton Pavlenko. Quando Luca ia dizendo que não tinha nenhuma foto com Eva e que ela trocava o número de celular com frequência, sabia que não iria vir coisa boa. Depois de algum tempo, comecei a achar que tudo estava envenenado. Inclusive aquela garrafa de vodka de Pavlenko. Estava certa.

   
Com Anton morto, Eva fugindo, dúvidas sobre o envolvimento de Blye com a situação toda e sobre o que “Manta Ray” significava, a equipe deve seguir com o procedimento padrão – autópsia e análise da cena de crime – para tentar encontrar as respostas necessárias. Para que a primeira acontecesse, Jimmy e Ducky teriam que levar o corpo para o prédio do NCIS. Porém são parados por um grupo de russos procurando o corpo de Pavlenko. Sim, o corpo chegou ao prédio do NCIS. Porém como um presente de Washington para New Orleans.


Com leves alterações nas equipes (Sebastian para DC e Bishop para NOLA), a investigação seguiu seu curso, com algumas interrupções chatas (lê-se Paulina Kurteva, também conhecida como outra que vive dando em cima do King). Como Anton tinha uma escuta plantada em seu dente (lembrei do que aconteceu com Dorney em Up In Smoke – S09E23), assim como Eva, era fácil para os russos rastrearem seus movimentos, demonstrando um grande interesse em Manta Ray, que nada mais é do que um navio de guerra capaz de lançar mísseis em qualquer lugar do mundo e impossível de ser captado no radar, objeto criado pelas Indústrias Blye.

No fim, Eva não era a vilã. Ela estava apenas tentando descobrir quem havia roubado os designs feitos pelas Indústrias Blye, levando até o próprio Blye para a prisão. Admito: achei muito interessante todo o desenrolar do caso e a resolução do mesmo. Ainda que estivesse errada sobre o assassino e sobre o Bloody Mary de Paulina não ter o veneno.


Assim como o corpo, Luca voltou para sua cidade-natal, se encontrando com a amada. A questão é: sempre que Luca fazia algo, era por amor. Seja causar um tumulto no restaurante ou fugir do prédio do NCIS. Tudo era para que ele pudesse ter seu final feliz com Eva. Sim, é algo muito fofo. Mas é tão fofo que chega a irritar. E foi isso que aconteceu. E toda vez que Luca fazia algo, Abby sabia e xingava o irmão, mesmo longe. Algumas risadas vieram justamente de situações como essa.

A química entre os personagens de New Orleans e Washington não poderia ser melhor. As cenas entre Sebastian e Abby foram divertidíssimas, assim como as de McGee e o Major Mass Spec. Bishop fez a alegria de todos os integrantes da equipe de NOLA, até mesmo quando seu divórcio foi amplamente divulgado no lugar. A conversa que ela teve com Brody me deixou com esperanças para uma ótima amizade entre as duas. Outra pessoa que também teve um pouco de desenvolvimento no episódio foi Tony. Seu namoro com Zoe terminou, causando curiosidade em Bishop, McGee e até Sonja. Espero que não seja uma correria para encerrar a história de DiNozzo até o fim da temporada, tendo em vista que o MichaelWeatherly decidiu deixar a série. O que me deixou um pouco incomodada foi só a falta de cenas em que Gibbs e D-Man estivessem juntos. Mas só o final do episódio já valeu à pena.   


P.S.: Mesmo sendo um crossover apenas entre NCIS e NCIS NOLA, senti que o NCIS LA estava ali o tempo todo, principalmente pelo fato de a principal indústria por trás do episódio tinha o nome de Blye (mesmo sobrenome da Kensi). Além disso, o Ilya de um dos homens de Paulina me fez lembrar de Illya Kuryakin, de The Man From U.N.C.L.E. (interpretado pelo David McCallum, o Ducky, na série dos anos 60).

P.S.2: Necessito de mais crossovers assim! Mas com o pessoal de Los Angeles também.

“What I'm gonna do to you I'm gonna keep you here so you don't get hurt. You can think about everything I just said, however I'm the least of your worries.” – Dwayne Cassius Pride
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