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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] NCIS: NEW ORLEANS - S02E17: RADIO SILENCE
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
“Two things I've been sure of my whole life. I know my job, and I know my daughter. Right now, I'm not so sure about the second o...
“Two things I've been sure of my whole life. I know my job, and I know my daughter. Right now, I'm not so sure about the second one.” – Dwayne Cassius Pride

O episódio dessa semana trouxe o seguinte questionamento: “o quanto conheço uma pessoa que acreditava conhecer muito bem?”. Isso acontece com todo mundo ao longo da vida, principalmente em relação a amizades.

O que gostei desse episódio foi um foco maior em Patton. Mais precisamente, em como Patton ficou durante o caso em que sua amiga, e antiga paixão, Kayla Anderson, se torna testemunha e suspeita. A morte nesse caso foi um pouco semelhante a uma em NCIS (S08E05 – Dead Air), porém a motivação e a conclusão foram completamente diferentes, o que me chamou muito a atenção.


Enquanto apresentava seu programa de rádio, Kayla recebe a ligação do Capitão Jim Grant elogiando o projeto que ela estava organizando para ajudar crianças de alto risco a encontrar um caminho melhor, podendo até seguir os passos da mesma e se juntar à Marinha. Porém, no momento em que o Capitão ia contribuir para o Youth Stripes, ele é assassinado.

Apesar de ter gostado bastante do caso, achei um pouco previsível, principalmente depois da descoberta do romance entre Kayla e Grant. Porém a interação entre Patton e Anderson foi a chave para deixar tudo um pouco mais interessante. Desde o começo já não estava acreditando muito na história de “só amizade”, o que só aumentou quando King pediu para que o computador pessoal de Kayla fosse vasculhado e Triple P ficou um pouco relutante em obedecer ao chefe. Depois ele admitiu para Brody que eles ficaram juntos por tempo, mesmo sem ele saber que ela gostava mesmo era de Jim. Isso foi a primeira prova do questionamento já citado.


A segunda foi a aparição de Laurel. Li essa semana na página do NCIS New Orleans que ela faria uma participação e quase todo mundo disse que ela estava grávida ou iria se casar. Eu não consegui chegar a uma conclusão, mas não concordava com nenhuma dessas alternativas. Porém o assunto que ela foi interessante, até porque é algo extremamente comum, principalmente quando se está na faculdade. Não nego: já pensei diversas vezes em largar a Química e tentar outra coisa. No meu caso, algumas disciplinas estavam acabando comigo, fazendo com que eu começasse a detestar meu curso (e as tais disciplinas são mais voltadas para a área da Física e da Matemática). Já no caso de Laurel, ela começou a se questionar se o piano é realmente o que ela quer para o futuro dela ou se deixou o pai decidir o que seria o melhor para a filha.

O modo como King lidou com a situação foi, de certa forma, o certo. É de se esperar que, ao saber da notícia que a filha quer desistir da faculdade, um pai fique em estado de choque e começa a temer pelo pior. Porém acreditar na filha é o que torna tudo mais simples. A cena final, em que os dois se sentam no piano e cantam “Under Pressure” fez meus olhos se encherem de lágrimas, ainda mais por ouvir o Scott Bakula cantando. Outra coisa que percebi foi como Lasalle parece considerar Laurel como uma irmã. E isso trouxe várias cenas ótimas, como, por exemplo, quando King quase é atropelado e Chris compara as atitudes de seu pai com as de seu chefe. Foi um episódio muito bom, mesmo com algumas coisas a serem melhoradas.

P.S.: Nada de Sonja, novamente. Estou começando a suspeitar que ela pode não continuar na série por muito tempo;
P.S.2: Sebastian fazendo trabalho de campo <3;
P.S.3: Não sei o motivo, mas a Brody anda me irritando bastante ultimamente.

“I didn't pick an easy career, Laurel. Whole family's made sacrifices for it. And I want the same thing for you, baby girl. Whatever it is, whatever's right.” – Dwayne Cassius Pride
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