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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] NCIS: NEW ORLEANS - S02E19: MEANS TO AN END
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
“Dad. How many people want you dead?” – Laurel Pride Depois do episódio da semana passada, não tinha a menor ideia do que esperar. Nã...
“Dad. How many people want you dead?” – Laurel Pride

Depois do episódio da semana passada, não tinha a menor ideia do que esperar. Não sabia se o caso iria ter algo em relação com coisas já mencionadas na temporada ou se seria algo completamente desconexo, ou um filler, o maior medo do espectador. Porém fui surpreendida.

Durante a semana, eu vivo entrando em páginas de séries aleatórias no Facebook só para saber o que anda acontecendo. Quando vi que a premissa do episódio seria algo como “alguém está perseguindo Laurel”, eu já sabia exatamente quem seriam os “vilões”: Zed Hastings e a milícia. Só não imaginava quantas reviravoltas teriam até o fim do episódio.


Nunca duvidei que Laurel não fosse a culpada pela morte de Reggie Clifton, seu agressor. Mas todo aquele sentimento de medo e culpa dela mostrou o quão difícil é ver isso ultimamente. Algumas séries apresentam assassinatos cometidos a sangue frio, sem remorso. O questionamento de Laurel sobre ser ou não uma assassina me fez admirar ainda mais a personagem, que vem se tornando cada vez mais importante para a série.

Porém o que me deixou mais feliz foi como Dwayne lidou com toda a situação. Desde o momento em que chegou à cena de crime da polícia de Baton Rouge até a cena final, Scott Bakula interpretou excelentemente todo o desespero de proteger a filha e acabar logo com aqueles que haviam colocado um preço em sua cabeça.

Uma vez que foi estabelecido que a milícia estava novamente atrás de King, ele não parou, mesmo que isso fosse contra o pedido da Agente Especial Hardy, uma probie de Dwayne. No começo achei que ela ia acabar atrapalhando, especialmente por ficar falando que os métodos de Pride ainda iriam voltar para assombrá-lo. Porém gostei bastante da dinâmica dos dois e do que ela fez com os Navy Seals.


Acredito que a maior reviravolta do episódio foi o fato de Zed não ser o chefe de toda a operação. Já tinha algumas suspeitas, mas não imaginava que seria justamente a advogada chorosa. Mas estou gostando mesmo que, por trás das duas maiores organizações que trouxeram tristeza e desespero para a equipe, estavam uma mulher. Depois de Sasha Broussard na temporada passada, achei que isso não ia se repetir. Ainda bem que foi o contrário.

Outra personagem que chamou a atenção foi Sonja, que ficou encarregada de proteger o bem mais precioso de King. Toda a conversa que ela e Laurel tiveram foi ótima, mas nada se compara à cena final. Mesmo tendo o pressentimento de que nada de ruim iria acontecer, é imprescindível ter aquele sentimento de aperto no coração após ouvir o disparo da arma. Esse episódio é, facilmente, um dos meus preferidos.

P.S.: Só senti falta de mais Lasalle. Claro, o foco era em King e tal, mas não custa pedir... Afinal, já cansei de mencionar que quero destaque para Loretta, Sebastian e Triple P. Espero que isso mude na próxima temporada, que, por sinal, já está garantida.

“You learn to live with it. You survive it. You survive.” – Sonja Percy
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