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Mariana Ribeiro Mariana Ribeiro Author
Title: [REVIEW] BATES MOTEL - S04E04: LIGHTS OF WINTER
Author: Mariana Ribeiro
Rating 5 of 5 Des:
Devo confessar que nesse episódio passei de um extremo para o outro em minha opinião sobre tudo o que anda acontecendo. Vamos aos porqu...

Devo confessar que nesse episódio passei de um extremo para o outro em minha opinião sobre tudo o que anda acontecendo. Vamos aos porquês.

Em primeiro lugar devo confessar que acreditei estar assistindo o mesmo episódio da semana passada, ou seja, Norman dando chilique e ameaçando entregar Norma, o novo casal do momento interagindo e se adaptando à vida, além de Dylan e Emma com mais reflexões sobre o futuro e conversas aqui e ali. No entanto, com o andamento do episódio, percebi que não foi bem assim, uma vez que Norman, apesar de ter sido um chato desde o primeiro episódio da temporada, quase me fez ficar com dó ao admitir que tem blackouts, ou ao menos pensar em como deve ser difícil toda essa situação de não saber o que fez, como aconteceu novamente, e, dessa vez, sem Norma, o que fez nosso protagonista perceber que ninguém estava inventando nada só para acusá-lo de ser um assassino e se livrar de sua pessoa.

Falando no blackout, adorei aquela cena de Norman se transformando em Norma, que ficou ótima como sempre, já que, pelo menos em minha opinião, Freddie Highmore se transforma quanto interpreta Norma, e realmente consegue adotar os trejeitos que Vera Farmiga atribuiu à personagem, além de incluir a sua obsessão e loucura nessa mãe por ele inventada, o que também a diferencia da Norma verdadeira. Excelente momento, de fato. No que diz respeito a Norman, posso dizer ainda que fiquei só esperando o momento em que o psicótico enfiasse a chave de fenda no pescoço de alguém, preferencialmente daquele menino chato que o ajudou, que, só para constar, conseguiu empatar com Norman na chatice. 


Já Dylan, ao contrário do que pensei que aconteceria no começo do episódio, parece que cansou de sua vida com Norman e Norma e vai tentar buscar algo para si mesmo, uma vez que Emma o convida para ir à Seattle, onde tem um hospital próprio para sua condição e universidades. Em outras palavras, o convida para ir embora para todo o sempre. Devo confessar que, apesar das reclamações anteriores – e acho até que foi uma espécie de castigo poético – meu coração partiu nesse momento. Sério. 

Norma, por sua vez, se permite pensar no que quer e esquece um pouco do seu filhote. Acaba passeando com Romero e curtindo um pouco seu casamento. Creio que essa transição mais lenta de Norma, de começar a gostar de Romero e pensar em um futuro com ele, ao invés de ir logo aceitando o comportamento de casada, o que obviamente não faria sentido, está sendo bem sensível e interessante, uma vez que ambos provavelmente não compunham um casal em sua mente, ao contrário de Alex, que creio, já pensava em Norma dessa maneira. Sem falar na sinceridade de Norma quando fica desconfortável, que sempre me faz rir. 


Enfim, parece que aquela moça do banco vai dar trabalho tanto na vida pessoal do xerife quanto na financeira, uma vez que invadem a casa de Norma e reviram tudo, não sei se procurando o dinheiro de Bob, mas parece ser por aí que o bonde segue, além de toda aquela questão de Norman aceitando a ajuda do psiquiatra, pois certamente será interessante observar de que maneira isso vai se desenrolar e onde foi que tudo deu errado... ou não né, caso a série aproveite da licença poética para mudar um pouco o rumo das coisas – o que está mais para um desejo meu do que qualquer outra coisa, por certo. 

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