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Title: [REVIEW] SUPERNATURAL - S11E18: HELL'S ANGEL
Author: Dunia Esper
Rating 5 of 5 Des:
“ I’m back ” Finalmente a série retorna ao arco principal da temporada. Muita coisa aconteceu em 'Hell’s Angel' para comp...

I’m back

Finalmente a série retorna ao arco principal da temporada. Muita coisa aconteceu em 'Hell’s Angel' para compensar os dias de folga da trupe e precisamos dizer: que bom foi assistir Crowley, Cas/Lúcifer, Amara e até a ex-finada Rowena preparando as estratégias para o grande confronto.

Decidir fazer diferente e analisar os personagens principais e seus grupos a cada paragrafo. Quero começar falando sobre o inesperado retorno de Rowena. Foi inesperado, sim, mas não justificável o bastante para não levantar dúvidas e estranhezas. A mais óbvia é: como ninguém deu falta do corpo da bruxa no palacete do Crowley?? Sério, mancada muito feita, hein produção. Sua morte fora integrada, refletindo sua personalidade dúbia e decisões passionais. Agora, Rowena retorna com motivações rasas e previsíveis, correndo para o lado que mais lhe compete, sem esperar abocanhar nada com essas escolhas, só sobreviver. Tudo isso gerado pela relação de parasitismo entre ela e o Book of Damages, a garantia do seu lugar na série e na trama.


Da mãe vamos falar sobre o filho: Crowley continua agindo como Rei. Não importa se o mundo está preste acabar, se não haverá Inferno para ele governar, sua única motivação é se vingar de Lúcifer pelas humilhações impostas. Munido com a Mão de Deus, o Rei precisa negociar com os Winchesters para obter sua vingança. Convenhamos que não é o plano mais sensato retornar Lúcifer para a Cage antes de destruir a Darkness. E isso só fica evidente diante da supremacia do Diabo sobre Cas, obrigando Crowley uma última cartada. Seu encontro com Cas deixa evidente que o anjo está “confortável” na atual situação, só esperando o desfecho da batalha. Bem ao contrário de Lúcifer que percebe a mudança nos planos e resolve contra-atacar. Já com tudo perdido Crowley resolve dar no pé, sem presenciar o aparecimento de Amara e seu “confronto” com Cas/Lúcifer

Falando do Diabo, o episódio contou com dupla participação do personagem. Agora com mais tempo de tela fica perceptivo que o Lúcifer de Misha Collins conseguiu capturar os trejeitos do personagem de Mark Pellegrino. É complicado fazer comparações pois cada um consegue dar destaque à diferentes atributos do personagem. Misha trabalha bem os tons irônico e sarcásticos e a modulação de voz, dando o distanciamento necessário entre a figura do Lúcifer e a do Cas. Mark não tinha essa preocupação, conseguindo moldar o personagem do zero e estabelecendo seus padrões. Resumindo, os dois são sensacionais a sua maneira. 


Voltando ao episódio, Lúcifer vai ao Céu para assumir a liderança do exército celestial. Desnorteados e sem esperanças os anjos não veem outra escolha, mesmo sabendo dos desejos primordiais do arcanjo. Sem encontrar resistência, Lúcifer agora tem o controle do Céu e do Inferno, precisando eliminar o maior obstáculo no caminho: Darkness. Armado com a Trombeta de Josué o momento do confronto final chegou, a destruição de Amara, o triunfo de Lúcifer....mas não. Tudo graças aos feitiços de Rowena. Sem um plano B, o arcanjo é capturado e precisa convencer a titia em deixá-lo vivo. Amara ataca e fica a pergunta: Lúcifer será morto ou fora um momento de tensão para término do episódio, mas que não passará de um blefe? Só os próximos episódios dirão.


Finalmente com suas forças restauradas, Amara está de volta ao jogo. Infelizmente a moça continua ingênua diante das intenções e sentimentos humanos. Sua aliança com Rowena durou até a bruxa descobrir o plano dos Winchesters/Crowley. Seu encontro com Dean novamente deixa claro que a ligação entre os dois será um empecilho para os seus planos. Porém, seu problema atual atende pelo nome de Lúcifer. O ataque do arcanjo não surtiu o efeito esperado, embora o Diabo ainda tenha uma carta na manga: ele ajudou Deus aprisionar a Darkness no início dos tempos. A escolha de Amara no final do episódio será definitiva para os rumos do confronto final. Matando Lúcifer, as chances de sua derrota estão limitadas ao retorno de Deus ou o aparecimento de uma arma/feitiço/mandinga super poderosa capaz de matá-la. Ganhando Lúcifer como aliado, a vitória fica garantida até a conclusão dos planos de Amara, depois só Deus sabe (ou não).

Nesse episódio os Winchesters cumpriram os papeis de suporte na trama. Foram ações pequenas mas que permitiram o avanço na narrativa.

Supernatural retorna no dia 27, infelizmente, com o que parece ser um episódio filler. Espero ser enganada novamente pelo promo e assistir a continuação dos eventos desse episódio.

PROMO DO PRÓXIMO EPISÓDIO:
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