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Camila Rheinheimer Camila Rheinheimer Author
Title: [REVIEW] TRANSPARENT- S03E02: WHEN THE BATTLE IS OVER
Author: Camila Rheinheimer
Rating 5 of 5 Des:
“…When the battle is over; And the tide washes trough; We will run off together; Me and You... ♪♫” Depois de um retorno com um ...
“…When the battle is over;
And the tide washes trough;
We will run off together;
Me and You... ♪♫”

Depois de um retorno com um episódio todinho para Moppa, tivemos agora um episódio nos situando em relação ao núcleo familiar da mesma. Antigamente eu diria vórtice ciclônico, mas definitivamente não foi o que encontramos. 

Quando paramos para enxergar, não apenas ver e admirar o filtro apresentado, nos deparamos com a inevitável nuvem nostálgica e depressiva que paira na família Pfefferman. Maura teve suas pinceladas nesse episódio, foi recolhida tecnicamente para efetuar sua crucial decisão. O entendimento por aqui foi esse.

Entrando nos caminhos do nosso trio predileto, começamos com Sarah sendo Sarah. Nenhuma novidade, certo? Sarah estando bem íntima de Raquel – o que por sinal incomoda muito Josh – decide fazer parte do conselho da congregação. O que absorvemos dessa primeira reunião de conselho? 

"Direitos iguais para alfaces e tomates!" Eu ri (de verdade).

Engana-se quem pensa que Sarah planeja APENAS ser um mero membro de um conselho de templo judaico. Ela segue com suas práticas sado-masoquistas que também inclui sessão terapêutica no pacote e finaliza dando indícios de uma enorme vontade de reconquistar e voltar para o ex – chato – marido. 

Partindo para o irmão do meio, observamos que, financeiramente, está estável e satisfeito, o que não difere dos demais, porém a insatisfação chega a ser palpável. O que também não difere dos demais. Ponto positivo - até então - é o autocontrole emocional, que até dois episódios atrás não existia. Continuará existindo?

Seguindo com a mais nova e sempre mais intrigante; atrativa; bizarra e incômoda Ali. Senti uma ausência de introdução entre ela acertar na escolha do tema para a faculdade e estar lecionando... Mas fora isso, segue normal com sua mão estando nesse segundo junto ao corpo e no segundo seguinte sendo usada por um ser estranho para se auto masturbar. Okay, porque o que importou nesse cenário foi a reflexão atirada nas fuças de Ali: lágrimas brancas importam mais que sangue negro. A tal da fragilidade branca falando. Pelo que foi aprendido, Ali aprendeu?

Leslie segue sendo inconveniente no meio. Existiu um tempo em que acreditei, ou até foi verdade, que fez Ali evoluir, mas o retorno está chegando, e não sei se irei gostar do desfecho dessa relação professora versus aluna.

>>> Registros: 
- Lágrimas pelo não retorno da Syd nessa temporada;
- Eu sei separar as sílabas de IN-TER-SEC-CIO-NA-LI-DA-DE;
- Saudades flashbacks da história com as irmãs Gittel e Rose.

“…And I hope you'll remember;
Just to wait there for me;
And we'll run off together;
to the sea... ♪♫”.

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