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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] BULL - S01E11: TEACHER'S PET
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
 “Who’s your biggest fan?” – Chunk Palmer Teacher’s Pet foi bem melhor do que E.J. . Não só pelo fato de ter tratado de um assunto ...
 “Who’s your biggest fan?” – Chunk Palmer

Teacher’s Pet foi bem melhor do que E.J.. Não só pelo fato de ter tratado de um assunto bem delicado, mas simplesmente por ter sido bem mais “pé no chão” se formos analisar a questão de aproximação com o que acontece na vida real, afinal, casos sobre estupro são noticiados todos os dias. Porém não como esse, que foi bem mais complicado do que o normal.

Em Nova York, a idade de consentimento é 17 anos, ou seja, quando uma pessoa dessa idade se relacionar com outra mais velha, não é considerado estupro. Porém os pais de Jordan Henderson pareciam discordar das leis da cidade, movendo um processo contra Susan Bryant, professora de inglês do garoto. Ambos os envolvidos na situação afirmavam, com todas as forças, que aquilo era amor, que eles iriam construir uma vida juntos, que ele iria assumir o filho que ela estava esperando, mesmo sendo do coitado do ex-marido. 


Porém o caso não era o que parecia. A verdade era que Bryant não precisava amar ninguém. Ela precisava de alguém para amá-la incondicionalmente. Para celebrar qualquer mínima vitória com ela. Ela precisava de uma balcony person e qualquer um poderia se candidatar para o emprego. Mas logo ela veria que não era o suficiente e arrumaria outro. Achei esse conceito de “balcony person” extremamente interessante e, parando para pensar, conheço pessoas que são assim, procurando atenção em todo lugar, de toda forma, para se sentirem um pouco melhores consigo mesmos.

Outro ponto forte do episódio foi a identificação de alguns personagens com a situação de Jordan. Primeiro foi Chunk, que viu Henderson passando pela mesma situação que ele quando decidiu parar de jogar futebol. Depois da confissão que ele fez a Bull, percebi o quão o personagem é importante demais para ficar preso apenas à transformação física do cliente. Essa situação do Palmer me lembrou de uma coisa que sempre digo a mim mesma, de que desistir não é sinal de fraqueza. É sinal de sabedoria. E ele foi muito sábio decidindo optar por um caminho diferente.


Além dele, Danny também se colocou na situação do casal, uma vez que seu namorado tem oito anos a menos que ela. Porém nesse caso tudo era diferente: os dois gostavam das mesmas coisas e um não estava tentando mudar o outro para que pudesse se sentir melhor. Fiquei bem satisfeita quando vi que a conversa com Jason ajudou-a a enxergar que, da mesma forma que ele a admirava, ela também fazia o mesmo e os dois continuam firmes, fortes e fofos.

Tivemos a Liberty nesse episódio e torcia muito para ela fazer mais participações, sempre com Benny como second chair, mas aí já é querer demais. Fiquei um pouco chateada por tê-lo visto pouco no episódio? Sim. Talvez um pouco mais do que por não ver tanto Marissa e Cable, que apareceram em um pouquinho mais de cenas, mas é algo superável. Mas, sério, Liberty foi ótima, como sempre, e merecia pelo menos um convite de Bull para fazer uma experiência trabalhando no TAC.

P.S.: Jason Bull, you sneaky SOB. A técnica de ter deixado a chata da Wendy fazer todo o trabalho foi genial.

“The apparent reason for something often isn't the reason for it at all.” – Doctor Jason Bull
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