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Title: [REVIEW] CROSSING LINES - TERCEIRA TEMPORADA
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
 “I am so very, very glad that you are here.” – Carine Strand Depois de muito tempo, finalmente terminei a temporada de Crossing Line...
 “I am so very, very glad that you are here.” – Carine Strand

Depois de muito tempo, finalmente terminei a temporada de Crossing Lines. Não posso negar que gostei muito do rumo que a série tomou. Quer dizer, os casos apresentados foram interessantes – alternando entre muito bons e mornos – mas não foram como as duas primeiras temporadas.

Sei que mencionei na review dos dois primeiros episódios (S03E01– Redux e S03E02 – Whistleblower) que via essa temporada como uma espécie de “Crossing Lines 2.0”, mas é impossível não sentir falta da Justice League or Something. E essa mudança veio para deixar bem claro que a Cross Border Unit está em outro extremo, o que fica bem claro, já que a unidade é comandada por uma mulher. Além disso, o pré-requisito para chamar a equipe não é mais dois casos com o mesmo MO em diferentes países. Agora eles trabalham em incidentes isolados, viajando de helicóptero na maioria das vezes, ao invés dos trens. Também dá para ver que sempre alguém fica para trás, normalmente Ellie e Sebastian, o que não acontecia antes.


Entre as similaridades, é válido citar o cuidado com as paisagens mostradas durante os episódios. Tinha me encantado por isso anteriormente e continuo bem feliz por como cada país é representado, além da própria sede do ICC. Os diálogos também continuam bem marcantes, sem o sarcasmo forte de Tommy, mas nada que Berger, Seager e Wilkinson não conseguissem dar conta.

Aliás, tenho que falar sobre como a química entre a equipe mudou. Carine deixou de ser a chefe chata, que queria que tudo fosse feito de acordo com as regras e passou a ser mais compreensiva e tomar decisões que deixariam outras pessoas irritadas. Marco continuou a busca por sua irmã, mas não deixou que isso fosse sua prioridade. Dorn foi o único que não mudou muito, porém, como sempre, soube a hora e a pessoa certa para o trabalho.

Ellie conquistou seu lugar na equipe, mostrando que tem a capacidade de tanto analisar as vítimas/assassinos quanto de ir a campo e provar que merece o respeito dos outros. Arabela se tornou ainda mais badass e ainda quebrou o coração do Luke, revelando que era gay. E por falar em Wilkinson, ele me deixou apaixonada, com pena, com raiva e apaixonada de novo. Além de preocupada, porque ele não está nem aí se tiver que correr em telhados ou pular no capô de um carro em movimento.


Já Sebastian... ah, Berger. Não sabia que tinha como amar mais esse homem, mas tem. É claro que ele teve um ótimo desenvolvimento nas primeiras temporadas, lidando com o seu vício em jogo, descobrindo que era pai e vendo todos os amigos que estiveram lá para ele irem embora. Ver ele sendo exposto aos jogos (coisa mais linda de smoking e na cena final do bar) e saindo do cassino de cabeça erguida e pedindo um aumento encheu meu coração de felicidade. Assim como ver ele caindo na porrada com o assassino.

É impossível não falar quem foi a pessoa da equipe que mais ajudou Bash: Luke. Sim, justamente aquele que ficava “brigando” com ele o tempo todo, deixando bem claro que não gostava dele. Fiquei bem feliz com a oferta que Wilkinson fez de ensinar alguns golpes de MMA para que Erik pudesse se defender e as dicas que ele deu para que Sebastian se tonasse um pai melhor me fez agradecer imensamente por essa amizade. Aliás, todas as cenas entre pai e filho foram lindas e poderiam ter sido em maior quantidade. Sendo sincera, não ligava de ter um episódio só com meu German baby <3.

No mais foi uma boa temporada, principalmente na função de “introdução”. Uma pena que, provavelmente, tenha sido a última da série, já que o próprio Tom Wlaschiha (que faz o Bash) falou que não seja provável uma quarta temporada da série, como postou o Elizabeth Mitchell Fan Club. É claro, não é oficial, então, quem sabe um dia, notícias melhores saiam? Por enquanto, vale muito a pena fazer uma maratona dos 34 episódios da série, só para matar um pouquinho a saudade.

“You were all part of a dream I had when this started. And I never for a moment thought that it could be realized. But you have gone so far beyond it and I am so very proud of you. So to you, Constante, Seager, Wilkinson, Berger, dear Ellie, and Carine, the birthday girl, congratulations.” – Michel Dorn
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