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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] BULL - S01E19: BRING IT ON
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
 "He who represents himself has a fool for a client” – Abraham Lincoln Sempre achei muito interessante a ideia de se defender na...
 "He who represents himself has a fool for a client” – Abraham Lincoln

Sempre achei muito interessante a ideia de se defender na frente de um júri. Não que eu queira estar nesse papel, mas que parece ser bem desafiador, e talvez até recompensador, isso parece. Lembro de um episódio de Law & Order: UK em que o Rupert Graves (o Lestrade, de Sherlock) era o réu e o advogado de defesa e aquilo me despertou um interesse imenso por isso. Depois de ter descoberto a existência da frase de Lincoln, realmente percebi que é extremamente difícil um caso em que o réu/defesa consiga se salvar sozinho. Mas não quando se tem Jason Bull ao seu lado.

Quanto à questão do assassinato de Lauren: eu não achava que Jules tinha feito isso. Não sei exatamente o motivo, mas eu só sabia. Parecia óbvio demais. Minhas suspeitas caíram imediatamente na Angela, a líder de torcida. Mas que toda aquela história de múltiplas identidades e de Regina Preszler ser uma con artist foi um plot twist que eu não esperava de forma alguma, mas que trouxe um gás a mais para o episódio, o que foi ótimo.


Que Caffrey era uma mala sem alça, de papelão e na chuva, isso é indiscutível. A forma como ele contratou a TAC foi pior ainda, mas já era esperado para alguém como ele. Porém o que mais me incomodou foi o comportamento dele no tribunal, principalmente durante o Voir Dire. Só acho que, a partir do momento que ele contratou Bull, ele deveria pelo menos ouvir o psicólogo ao invés de querer fazer tudo por conta do que ele acha que pode ser melhor para provar sua inocência.

Ao longo do episódio deu até para tolerar ele um pouco mais, principalmente depois do interrogatório que ele fez com as ex-esposas. E isso acabou me fazendo pensar em uma coisa: quantas vezes não culpamos os outros por terem mudado e feito algo de errado, quando nós mesmos não paramos para analisar o que estamos fazendo? Nesse caso foi mais fácil para as ex-esposas chamarem Jules de monstro do que aceitarem que foram elas que mudaram primeiro. Dava para ver que ele não estava fingindo que amava a noiva, mas gostei muito de como Shelley pressionou ele até não poder mais. 


Fora o caso, uma das pessoas que mais me preocupou ao longo do episódio foi Cable. Quer dizer, se não fosse a supermodelo ter falado sobre o excesso de presentes que Wes estava mandando para ela, tudo ainda estaria às mil maravilhas. Como Danny mesma disse: ninguém com meio cérebro seria capaz de trair Cable. Só que a “traição” de Wes é com os jogos, que ele já havia prometido que iria parar. Apesar de ter achado um pouco exagerado todo o monitoramento/invasão para pegar ele no flagra, fiquei admirada com a forma com que ela lidou com toda a situação. É por isso que gosto tanto dela.

Outra coisa que foi bem interessante foi a dinâmica da equipe, também conhecido como “Marissa e Benny acham que Jules é culpado e Chunk acha que não”. Ver o quão desesperada ela ficou vendo que tudo estava indo fora do combinado foi engraçado demais, mas eu entendo bem como ela deve ter se sentido. Concordei com o fato de Benny não querer de forma alguma defender o cara que já ganhou vários casos contra ele e fiquei feliz de Bull não ter tentando o forçar a fazer isso. Agora Chunk, mozão, trabalha mais junto com a Danny. Vai interrogar o pessoal, aparece bastante. Can’t get enough of this Palmer <3.

P.S.: Quero aquele gato gigante lilás da Cable. Coisa fofa, gente!

“You know, a very wise man once said to me that you can get anything you want out of people as long as you're not hung up on taking the credit. Nobody needs to know my name.” – Doctor Jason Bull
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