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Jéssica Ohara Jéssica Ohara Author
Title: [REVIEW] BLOOD DRIVE - S01E13: FINISH LINE
Author: Jéssica Ohara
Rating 5 of 5 Des:
MEU DEUS O QUE FOI ISSO? Eu podia esperar um final insano de Blood Drive, mas não um final insano e triste. O que, se nós pensarm...


MEU DEUS O QUE FOI ISSO?

Eu podia esperar um final insano de Blood Drive, mas não um final insano e triste. O que, se nós pensarmos um pouquinho mais, é bem cara dos filmes trash de terror que eles tanto homenagearam. Não sei dizer se estou satisfeita ou não, o episódio foi completamente empolgante e conseguiu me prender com a adrenalina lá no alto.

O que eu esperava era que pelo menos os nossos calsalzinhos e o Slink(porque ele é o Slink, né?) sobrevivessem e saíssem do prédio, mas Blood Drive nunca nos deu nada fácil na vida mesmo. O que tivemos foram algumas respostas, os flashbacks foram ótimos e mostraram um pouco da origem de vários personagens e amizades.

Eu realmente compreendi a atitude da Grace, pode ter sido um trouxa, mas eu duvido, depois de tudo o que ela passou com o Arthur, ela teria conseguido conviver bem consigo mesma se tivesse deixado, aquele demônio que era a Karma ali. Foi um movimento inesperado, mas muito bonito, e acho que uma escolha muito boa dos produtores.

Mas a pena que eu fiquei do Arthur foi imensa. Além dele perder tudo o que ele amava ainda foi mandado para outro inferno da Heart. Apesar de toda a loucura da série, ela sempre foi muito real quanto ao poder das grandes corporações, mesmo eles sacrificando as próprias vidas, não conseguiram vencer totalmente a Heart.

A última cena da Aki me quebrou o coração. O Slink estava certo quanto a ela nunca poder realmente apagar o que fez com o Chris, mas vê-lo morto quando tinha finalmente conseguido apreciar totalmente o que era ser humana foi muito triste. Talvez seja essa a última peça da humanidade que ela precisava experimentar, a dor da perda.

Por último quero falar da alma desse episódio, como da série toda em um geral: Julian Slink. Eu não vou nem dizer que ele se provou ser um corajoso, porque não é verdade, afinal aquela foi a atitude de alguém que queria um último minuto de Glória. Mesmo assim, era ele quem conseguia fazer as reviravoltas que deixavam os corredores (e nós) desesperados. E quem tinha as melhores tiradas. Inclusive, os dois momentos de contagem regressiva foram tão a cara dele que não pude deixar de exultar de felicidade. Descanse em paz, Mr. Slink, mestre de cerimônias de Blood Drive.

Faço aqui a minha despedida de vocês, espero que logo encontremos outra série nesse perfil, com um nonsense e trash gostoso de assistir.

p.s.: um salve pra bunda do Arthur

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