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Lilian Zin Lilian Zin Author
Title: [REVIEW] NCIS: NEW ORLEANS - S04E15: THE LAST MILE
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
 “I won't be afraid of the unknown.” – Dwayne Cassius Pride Já começo a review falando que não estava nem um pouco animada para...
 “I won't be afraid of the unknown.” – Dwayne Cassius Pride

Já começo a review falando que não estava nem um pouco animada para esse episódio. Acho que com o passar de alguns episódios eu acabei ficando um pouco cismada com a série. Mas também tenho que confessar que gostei muito do foco que deram para o Isler, que já deveria ter largado o FBI e se juntado ao NCIS há muito tempo. Ou então ter arrumado um emprego como agente de ligação entre as duas agências, porque né.

A verdade é que, quando ele entrou, meu ódio por ele era maior do que qualquer coisa. Afinal de contas, não queria ninguém investigando a equipe. Mas, com o passar do tempo, deu para ver que, mesmo sendo péssimo em demonstrar sentimentos, ele se importa muito com a equipe, principalmente com King. Isso que ele falou de ter gente que quer derrubar Pride a todo custo foi um pouco preocupante, mas vamos ver como isso se desenrola.


Geralmente eu gosto muito quando, eventualmente, aparece uma situação em que algum agente tem que ficar disfarçado. Apesar da minha relutância por King ter colocado Sonja para trabalhar com Isler, o resultado foi muito melhor do que o esperado. Sim, ela continua me irritando, às vezes mais do que o normal, mas, dependendo do momento, ela faz uma ou outra coisinha que acaba sendo boa. Ter insistindo para que Raymond colocasse mais emoção no disfarce foi uma delas. Aquele “improviso” dele, que já tinha ficado bem claro que era verdade, ficou uma coisa excelente mesmo.

A questão toda é: se Isler estava pesquisando o caso há tanto tempo, então era ele que deveria ir disfarçado. Mesmo que ele não tenha a menor experiência com isso e que a jurisdição fosse do NCIS, o caso ainda continuava sendo, inicialmente, dele. Não tinha a menor necessidade daquela pirraça de Percy no começo. Mas, apesar de tudo, ver que ele ainda daria um emprego para ela me faz parar e pensar que, sim, minhas suposições podem sim acabar acontecendo.


Quanto ao restante da equipe: quero mais Loretta e Patton. Já não é novidade eu falar isso, mas é a verdade. E até um pouquinho mais de Chris, sem todo aquele drama do pai e a advogada insuportável. Sério, tem horas que eu tenho vontade de socar ele, mas aí aquele sotaque e aquele sorriso dele fazem essa vontade sumir em meros segundos.

Gregorio é rainha e não se discute. Não só por ter derrubado o Charger em cima do braço de Belanger, mas por ter levado um tiro e ainda conseguir ser engraçada e querer matar Lasalle da mesma forma. E meu badass baby continua bem badass, derrubando portas e entrando numa aventura bem “Velozes e Furiosos” com King. Por falar nisso, não tinha a menor ideia que Sebastian era um fã da franquia, principalmente do quinto filme. Agora queria muito ver o que ele iria falar sobre Desafio em Tóquio, já que o próprio Drift King trabalha na mesma equipe que ele.

“This isn't about the bosses. This is about your enemies. I told you before, someone has their sights on you. Someone with real power who wants you gone no matter what line you toe. Do you understand?” - Raymond Isler
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