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Title: [REVIEW] S.W.A.T. - S02E14: THE B-TEAM
Author: Lilian Zin
Rating 5 of 5 Des:
  “Not bad for the B-team, huh?” – Jessica Cortez S.W.A.T. realmente me ganha cada vez mais. Seja pelos casos ou pelo desenvolviment...
 “Not bad for the B-team, huh?” – Jessica Cortez

S.W.A.T. realmente me ganha cada vez mais. Seja pelos casos ou pelo desenvolvimento dos personagens, é uma série que eu fico muito feliz por ter começado a ver e é uma das poucas que realmente fico esperando pelo próximo episódio.

O caso foi até interessante, mas o meu foco estava mais na competição e na situação de Deacon. Até porque o FBI poderia ter trazido uma dinâmica bem diferente para o episódio, mas os escritores tinham que trazer uma ex-namorada de Hondo para a história. Se a Nia tivesse ali, ela, Elle e Jess podiam formar um clube para falar sobre ele. Sério, a história de ter alterado as plantas foi bem ruim e o chefe dela ter aparecido e ter chamado a equipe de “B-Team” foi um pouco demais.


Eu sempre gostei muito de competições entre a polícia e o corpo de bombeiros, mas geralmente elas nunca vão para frente em séries, tipo Chicago Fire, que fez um episódio na 4ª temporada e depois mais nada. Mas a de S.W.A.T. foi claramente diferente. Claro que queria muito ter visto todos os desafios, ou pelo menos o Tan competindo em alguma coisa, mas o que deu para ver já compensou, e muito. Até porque toda e qualquer coisa envolvendo Luca e a queda de braços é maravilhoso.

O negócio do zhi zi foi muito bom por vários motivos, mas principalmente por ver Hicks e Tan “trabalhando” juntos e depois o Hicks dizendo que nunca duvidou do Luca. Sério, eu venho pedindo mais histórias para Victor porque ele realmente anda um pouco apagado e espero que o que vimos nesse episódio seja o começo de mais cenas dele. Eu sei que inicialmente ele não seria personagem fixo da série, mas se os roteiristas decidiram fazer isso, então que trabalhem o personagem. O mesmo vale para Hicks.


Continuando com o plot da semana passada de que Deacon não quer aceitar a ajuda de ninguém e parece que nem ele nem Annie estão se importando muito com o nascimento da filha, vou ter que confessar que estou levemente decepcionada com ele. Claro, sei que a situação financeira pesa muito e que desanima qualquer pessoa, mas poxa, uma criança percebe quando recebe menos atenção do que os que vieram antes. E é aí que entra uma parte excelente do episódio: Chris.

Ela realmente é um anjo por ter dado a bronca que Deacon merecia ter ouvido. Ela falando que se sentiu mal por ter visto tudo o que os primos tiveram e ela não foi de cortar o coração, mas pelo menos serviu para Kay acordar para a vida e perceber que não adianta nada descontar todos os problemas da casa na criança que ainda nem nasceu. A decisão de chamar Chris para ser a madrinha da menina foi a melhor possível e eu quero ver muito ela mimando a baby Kay.

P.S.: Hondo terminando um namoro por mensagem não me surpreendeu.

“I grew up in a household with four cousins, and I was the youngest. That stuff that Street said this morning about the youngest kids getting the short end of the stick? That's a real thing. I didn't have clothes that weren't hand-me-downs until I could buy them myself. I'd be flipping through photo albums, and I would see these huge-ass birthday parties the others got when they turned one. Flip to mine? A bran muffin with a candle in it. Your new daughter's gonna want to feel like you were as excited about her coming into this world as you were about the others.” – Christina ‘Chris’ Alonso
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